quarta-feira, dezembro 21, 2005

"Docinha"

Quero cobrir o corpo de mel,
Ser apetecível e doce,
Conseguir que me amem assim,
Sem fel.

Vou ser Amante,
Amor,
Amada,
Amar.

Vou destruir a Torre,
Reconstruir o Castelo,
Construir a graça,
De ser verdadeira.

Lá no fundo, bem no fundo,
Até o exógeno é dispensável,
Está tudo lá,
Esperando quem entenda.

O vidro parte-se.
Eu também.
Depois os cacos,
Recolhidos e colados,
Fazem uma obra d'arte.

Quem não sabia,
Fica a saber...

7 comentários:

Al Mutamid disse...

Nem precisas de gastar o mel!!!
Facilmente se advinha a doçura dos teus sentimentos e o néctar do teu corpo.
No fundo... no fundo... doce é a nossa imaginação!

E quem não sabia,
Fica a saber...

Já está segredo libertado e ao vento

Dinada disse...

;)

Inha disse...

L-I-N-D-O!

e do mel
se fizeram os laços
os abraços
os regaços
e toda uma eternidade
num segundo só...


;)BJS

Dinada disse...

Obrigada querida. De vez em quando consigo fazer sentido.
*

Pólux disse...

O vidro parte-se.
Eu também.
Depois os cacos,
Recolhidos e colados,
Fazem uma obra d'arte.

Bonito!


Graciosa e verdadeira sempre foste. Assim, depois do Castelo reconstruirás a Torre, e das suas ameias e merlões atingirás as estrelas.

Beijinho.

Anónimo disse...

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Anónimo disse...

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