Segunda-feira, Maio 19, 2008

E as Andorinhas?

Serão elas que me ensurdecem com o seu piar desenfreado?

Que passarinhos barulhentos serão estes, que me rodeiam e que me fazem tão bem com os seus cantares?

Anunciam a Vida e aquela estação que a faz explodir. A minha preferida.

Hoje recebi uma flor.

É Primavera!

Terça-feira, Maio 13, 2008

Para Que Conste

DEPRESSÃO, ANSIEDADE E PÂNICO NA UNIÃO EUROPEIA

Um estudo recente investigou a prevalência de diversas perturbações do foro mental em seis países da União Europeia (Reino Unido, Espanha, Portugal, Eslovénia, Estónia e Holanda). Em termos globais, o país com mais alta incidência deste tipo de perturbações é o Reino Unido, sendo que aquele com a taxa mais baixa é a Holanda.

Entre outros dados, o estudo permitiu concluir que a incidência de estados depressivos graves atinge valores máximos em Espanha.

Portugal aparece no topo da lista no que diz respeito à prevalência de síndrome de pânico.

Uma outra investigação revelou que as doenças vulgarmente conhecidas como perturbações do sistema nervoso (depressão, ansiedade, pânico, etc.) não recebem o devido tratamento, quer em países desenvolvidos, quer em países em vias de desenvolvimento. O tratamento das doenças “físicas” é largamente superior ao tratamento das doenças “psicológicas”, ainda que as perturbações que afectam a saúde mental possam ser mais incapacitantes.

De um modo geral, as pessoas reconhecem que a doença “psicológica” afecta diversas áreas da sua vida, como as relações sociais e familiares, o desempenho profissional ou o rendimento académico. O “fardo” destas perturbações é agudizado pelo facto de muitas pessoas não procurarem/ não receberem ajuda especializada, contrariamente ao que acontece em relação às doenças físicas.

Aparentemente, a informação é contraditória: se a doença “psicológica” pode ser mais incapacitante do que a doença “física”, porque é que as taxas de tratamento são tão baixas? O que é que nos impede de cuidar da nossa saúde mental? Na verdade, há muitas pessoas que sofrem as consequências devastadoras de perturbações graves, como os transtornos depressivos e ansiosos, mas não recebem tratamento adequado porque são dominadas pela desmotivação, desorganização emocional, vergonha e pelo estigma tantas vezes associado a estas perturbações.


© Cláudia Morais


Retirado daqui: http://www.apsicologa.blogspot.com/

Domingo, Maio 11, 2008

Há Um Homem Que Eu Amo Como se Ama Um Pai

E que escreve assim:


A Morte

Homenagem à minha Cadela Teckel, de nome Coca-Cola,
falecida em 6 de Novembro de 2007 com treze anos e meio de idade

Vem companhia do meu enleio,
Sussurra-me teus segredos,
Teu coração treme em teu receio,
Olhos angustiados de medos…

Falas sem voz,
Tudo dizem teus olhos sábios,
Teu olhar é magia de voz,
Canta a dor e o amor em nossos lábios…

Ela calada há muito espiava,
A sua mão veio sem demora,
Era a morte que espreitando chegava,
Agora, agora, agora…

Nesta noite despida da cidade,
Saudades de ti alguém,
Fica o carinho da tua amizade,
Travo amargo de eu mais só, sem ninguém…

Foste companhia desejada,
Mais deserto só fiquei,
Viveste passo a passo em minha estrada,
Eras o mito com que sonhei…


Marini Portugal
Lisboa, Olivais Sul, 7 de Novembro de 2007




Cirurgia

À minha cadela de seu nome Coca-cola

Na mesa a cadela
A ser tosquiada
Aguarda o cirurgião…

Expectante e assustada,
De olhar angustiado,
Adormece anestesiada…

Deixamos a sala,
Com a comoção de que ali ficou
Parente nosso…

Nosso irmão…

Ela não fala, diz para nós,
Com os seus olhos,
Da sua esperança…

Tenho alma,
Mesmo sem voz…
Marini Portugal
Olivais Sul, 8 de Fevereiro de 2007



Não preciso de escrever mais nada pois não?

Beijo Amigo Alexandre e Obrigada por ser quem é :).
G.

Segunda-feira, Maio 05, 2008

Estou Ruiva...

Pareço uma cenoura.

Há umas semanas resolvi brincar aos cabeleireiros comigo, à falta de bonecas. Sempre gostei de o fazer: cortar pintar, enrolar, alisar.

É um bocadinho mais perigoso quando o fazemos com o nosso cabelo. Principalmente se temos um trabalho sério, em que a imagem conta e convém que os clientes não fujam a sete pés só ao primeiro avistamento da sua consultora-interlocutora.

Portanto, pânico.

No mesmo dia só fiz porcaria.
Primeiro, tentativa de madeixas caramelo (soava bem) comprada no super.
Correu mal.
A correr tentar resolver...hummm...'xa ver estas doiradas. Ora, boa!

O caos, o terror, o fim do mundo, o verdadeiro apocaplise.

Estão a ver a Lili Caneças mas em muito mau e com cabelos em rebeldia de laivos de laranja PPD/PSD?
Era o meu couro cabeludo.

Fui deitar-me sem pregar olho: amanhã tenho o quê para fugir?
Escolhi uma enxaqueca (até porque seria provável que chegasse lá para o meio-dia).

Chovia e eu dei Graças a Deus.
Em vez de chapéu de chuva optei (óbvio) pelo capuz do impermeável.
Corri para o cabeleireiro mais próximo e só disse: SOCORRO!!!

Socorreram-me. Deus lhes pague.
Mas fiquei ruiva, não havia outra hipótese.

O giro, no meio disto tudo é que toda a gente adora e toda a gente me diz que é a cor ideal para mim.

Vá a gente entender isto!?

(de qualquer maneira, anteontem fui jantar com amigas de infância...só gajas...mas o Gil, que me abraçou a chorar à tarde, quando o encontrei à chegada dele do hospital, estava cá, ainda....)

Giiiil, tu queda-te aqui, irmão, tu queda-te!

Terça-feira, Abril 29, 2008

Porque Vale a Publicidade





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Sexta-feira, Abril 25, 2008

Sensibilizada!

É como me sinto.
Não sei porque raio, porque desígnio, o Luis Carmelo me manda, pelo correio, o segundo convite para o lançamento de um livro seu.

Não faço ideia de como chegou a mim, à Rua Infante, nada. Mas na verdade chegou. E isso comove-me, podendo parecer disparatado.

Eu gosto do Luis Carmelo, de o ler no Minescente.

Eu sou fã mas não consigo entender como ele sabe disso.

De qualquer maneira, hoje, na caixa do Correio, tinha um convite dirigido a mim para, dia 6 de Maio às 17h30, com Porto de honra, estar presente na apresentação do seu mais recente livro.

Lá estarei, Luis. Não sei porquê. Mas lá estarei.

:)

Quarta-feira, Abril 16, 2008

Curiosidades

"Hipopotomonstrosesquipedaliofobia é uma doença psicológica que se caracteriza pelo medo irracional (ou fobia) de pronunciar palavras grandes ou complicadas."

Fonte: Wikipedia

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