terça-feira, dezembro 05, 2006

Das Sincronicidades...

Como qualquer divindade, o acaso tem exigências.
São-lhe devidas devoções. Fazem-se devoções ao acaso
estando-se na sua presença. À sua disposição.
Permanentemente. Todos os sentidos em luta,
os cinco conhecidos, e os não reconhecidos
pelo nosso mundo enfermo. De maneira a não o deixar escapar
se ele ultrapassar as marcas.

Christiane Rochefort


'QUANDO O ACASO DEIXA DE PODER REFUGIAR-SE NO ACASO DOS ACASOS'

De qualquer maneira hoje tive um sonho estranho. Tenho cá para mim que foi o fechar dum ciclo. Já me tinha acontecido antes mas não a dormir, quando descobri um caco ali, perdido, no chão do quarto.

Desta vez, colei os cacos fictícios, num enredo que criei durante o estado de semiconsciência do sono.

(e percebi, ainda, porque detesto André Sardet, ou melhor, aquela música que o catapultou para um sucesso, tão inusitado quanto inexplicável)

1 comentário:

aurora disse...

Oilha, sempre podias era ter sonhado co a gente. A ir ver o Sting, contigo de joelhos. Iço é que era serviço. E o Animal a ser lapidado com esferovite...