A manteiga continua fechada no frigorífico!
Também não me importava de me enfiar lá por uns minutos.
Daqui a pouco vou ter me meter no meu querido Saxo que, nestas alturas de canícula, atinge no seu interior facilmente os 50º.
Portanto, meu rico Outubro das belas castanhas que, vai-se a ver e é só por ao ar que elas assam sozinhas!!!
sábado, outubro 15, 2011
quarta-feira, outubro 05, 2011
Dia da Implementação
Implementar é uma palavra bonita.
Quase parece plantar.
Ou implantar, coisa muito na moda neste dias na beleza bocal. E na saúde oral, claro, o mais importante.
Tão importante que convém ter os dentinhos todos para melhor degustar iguarias várias mas, sobretudo, bife tártaro.
Eu faço conta de ir almoçar à "Tasca do Valentim"
Um dos melhores restaurantes que conheço. Serve um Bacalhau à Monárquico daqueles de comer e chorar por mais! E até com poucos dentes na boca se come bem.
Acrescento a despropósito, ou não, que Av. da República é uma probreza em termos gastronómicos, não acham???
Quase parece plantar.
Ou implantar, coisa muito na moda neste dias na beleza bocal. E na saúde oral, claro, o mais importante.
Tão importante que convém ter os dentinhos todos para melhor degustar iguarias várias mas, sobretudo, bife tártaro.
Eu faço conta de ir almoçar à "Tasca do Valentim"
Um dos melhores restaurantes que conheço. Serve um Bacalhau à Monárquico daqueles de comer e chorar por mais! E até com poucos dentes na boca se come bem.
Acrescento a despropósito, ou não, que Av. da República é uma probreza em termos gastronómicos, não acham???
sábado, setembro 24, 2011
Um Pianista e Um Piano
Em conversa num grupo alargado de mulheres da minha geração, de todos os estados civis, discutia-se o que nos prenderia a um homem por toda a vida.
Para além de todos os lugares-comuns, óbvio.
Falou-se na compatibilidade de feitios, fundamental, na amizade que fica, no olhar bom.
Eu disse: escolher um pianista e um piano.
Ficou tudo em silêncio, à espera de complemento a uma afirmação que necessita de mais pormenor. Até porque as caras denunciavam um misto de perplexidade e de compaixão. Sim, as presentes são inteligentes e perspicazes qb, daí talvez as tenha assaltado um pensamento imediato: um piano? não basta o pianista?
Bom, acontece que haveria um piano porque seguramente ele precisaria dele sempre para poder estudar, praticar e...tocar.
Confesso. em casa dos meus pais sempre houve piano. O meu pai arranhava umas coisas e nós os três filhos aprendemos mas nunca passámos de básicos tocadores.
Uma vez o meu irmão levou um amigo lá a casa, esse sim fazia sair daquelas teclas qualquer coisa de extraordinário. Acreditem ou não, fiquei petreficada olhando aquelas mãos o tempo todo que durou a performance e nem me lembro da cara dele.
Tinha 15 anos.
Concluindo. Um pianista de cada vez que toca transporta-me a outro mundo. Tocar um piano é um dos mais bonitos actos de sedução.
Dirigido só para mim seria sempre o supremo grito de amor.
Um pianista, um piano, uma casa, a música tocada com o olhar no meu, de todas as vezes.
A paixão eterna...
Para além de todos os lugares-comuns, óbvio.
Falou-se na compatibilidade de feitios, fundamental, na amizade que fica, no olhar bom.
Eu disse: escolher um pianista e um piano.
Ficou tudo em silêncio, à espera de complemento a uma afirmação que necessita de mais pormenor. Até porque as caras denunciavam um misto de perplexidade e de compaixão. Sim, as presentes são inteligentes e perspicazes qb, daí talvez as tenha assaltado um pensamento imediato: um piano? não basta o pianista?
Bom, acontece que haveria um piano porque seguramente ele precisaria dele sempre para poder estudar, praticar e...tocar.
Confesso. em casa dos meus pais sempre houve piano. O meu pai arranhava umas coisas e nós os três filhos aprendemos mas nunca passámos de básicos tocadores.
Uma vez o meu irmão levou um amigo lá a casa, esse sim fazia sair daquelas teclas qualquer coisa de extraordinário. Acreditem ou não, fiquei petreficada olhando aquelas mãos o tempo todo que durou a performance e nem me lembro da cara dele.
Tinha 15 anos.
Concluindo. Um pianista de cada vez que toca transporta-me a outro mundo. Tocar um piano é um dos mais bonitos actos de sedução.
Dirigido só para mim seria sempre o supremo grito de amor.
Um pianista, um piano, uma casa, a música tocada com o olhar no meu, de todas as vezes.
A paixão eterna...
domingo, setembro 11, 2011
Do Número 11
Pois, este amor pelo número 11 que não se abalou pelos acontecimentos de há dez anos atrás.
Também era melhor...é só um número, dirão muitos.
É!
Naquele dia, ao assistir a tudo, em directo, pela TV não me ocorria a data, como calculais. Estava dormente, fixada em imagens que teimava em achar que só podiam ser dum qualquer realizador brilhante e de muito mau gosto.
Aquilo NÃO PODIA SER!
As pessoas a saltarem...que só percebi que eram pessoas porque uma câmara às tanta resolveu fazer o Zoom que mudou tudo!
Hoje, passados dez anos, aquelas imagens têm o mesmo impacto e isso é extraordinário.
A ferida continua aberta.
E a cura começou asneirenta, cheia de tiros ao lado!
Talvez por isso ainda doa! Tanto como naquele dia...
Também era melhor...é só um número, dirão muitos.
É!
Naquele dia, ao assistir a tudo, em directo, pela TV não me ocorria a data, como calculais. Estava dormente, fixada em imagens que teimava em achar que só podiam ser dum qualquer realizador brilhante e de muito mau gosto.
Aquilo NÃO PODIA SER!
As pessoas a saltarem...que só percebi que eram pessoas porque uma câmara às tanta resolveu fazer o Zoom que mudou tudo!
Hoje, passados dez anos, aquelas imagens têm o mesmo impacto e isso é extraordinário.
A ferida continua aberta.
E a cura começou asneirenta, cheia de tiros ao lado!
Talvez por isso ainda doa! Tanto como naquele dia...
sábado, agosto 27, 2011
Despite All
Ou seja por muito que ande tudo despistado na minha vida (pois, what else is new), acabo de acordar com aquela sensação buinha de que o Sol quando nasce é mesmo para todos.
E há todos os dias UM!
Agora, em vez de escrever, vou deixar-me de idiossincrasias e imprimir.
Que se faz hora.
E há todos os dias UM!
Agora, em vez de escrever, vou deixar-me de idiossincrasias e imprimir.
Que se faz hora.
segunda-feira, agosto 15, 2011
Beatificação
O meu mano convidou-me há umas semanas para a sua beatificação.
Declinei, com a desculpa que nesse dia estaria a vez o nascer do sol nas Berlengas, quase de certezinha.
Esse dia é hoje e por acaso, só por mero acaso acordei agora e portanto lá se foi o nascer do sol às urtigas e as Berlengas lá tão longe.
Está neste momento na missa das Bodas de Prata.
Que também seriam minhas já que casámos no mesmo dia, sítio e hora.
Os meus mais novos estão lá. O mais velho aqui, comigo, negou-se.
Sensações ambivalentes.
Memórias com 25 anos que de repente são avassaladoras.
Estavam 40º e eu não derreti!
Declinei, com a desculpa que nesse dia estaria a vez o nascer do sol nas Berlengas, quase de certezinha.
Esse dia é hoje e por acaso, só por mero acaso acordei agora e portanto lá se foi o nascer do sol às urtigas e as Berlengas lá tão longe.
Está neste momento na missa das Bodas de Prata.
Que também seriam minhas já que casámos no mesmo dia, sítio e hora.
Os meus mais novos estão lá. O mais velho aqui, comigo, negou-se.
Sensações ambivalentes.
Memórias com 25 anos que de repente são avassaladoras.
Estavam 40º e eu não derreti!
segunda-feira, julho 11, 2011
domingo, julho 10, 2011
Obcuçado
- Mãe, porque é que anda tudo obcuçado com a Moody's ou lá o que é e até querem fazer-lhe ataques?
- Ob quê?
- Obcuçado, ora.
É quando uma pessoa está sempre a pensar na mesma coisa.
Exactamente como quando se tem uma comichão no rabo e não se consegue parar de coçar...
- Ah, ok faz sentido.
O resto da conversa foi sobre a forma de ataques que tinha em mente contra a Moody's, todos muito alternativos e claro bélicos...
- Ob quê?
- Obcuçado, ora.
É quando uma pessoa está sempre a pensar na mesma coisa.
Exactamente como quando se tem uma comichão no rabo e não se consegue parar de coçar...
- Ah, ok faz sentido.
O resto da conversa foi sobre a forma de ataques que tinha em mente contra a Moody's, todos muito alternativos e claro bélicos...
quinta-feira, julho 07, 2011
Venho Limpar o Pó
Não vão aparecer por aqui visitas...
(e isto está uma vergonha, shame on me)
Só mais uma coisinha, assim de passagem:
A D. Amélia da padaria morreu de cancro no pâncreas.
Assim como a Drª Maria José Nogueira Pinto, com o mesmo mal.
E o Ricardo morreu há uma semana e picos na A2. Esteve em coma e não resistiu.
Um Angélico também morreu tal e qual assim.
Morrer não devia acontecer, mas é a coisa mais democrática que há!
(e isto está uma vergonha, shame on me)
Só mais uma coisinha, assim de passagem:
A D. Amélia da padaria morreu de cancro no pâncreas.
Assim como a Drª Maria José Nogueira Pinto, com o mesmo mal.
E o Ricardo morreu há uma semana e picos na A2. Esteve em coma e não resistiu.
Um Angélico também morreu tal e qual assim.
Morrer não devia acontecer, mas é a coisa mais democrática que há!
segunda-feira, junho 13, 2011
Monotonia
Da vida.
Sempre o mesmo ram ram!
Sempre as mesmas pessoas com 'p' minúsculo que teimam em se atravessar na minha vida, vindas de peito cheio...de nada.
É triste.
É chato, é aborrecido, é repetitivo, não descobrir e começar a perder a vontade da esperança.
Porque ter esperança é a parte boa.
Aliás, é SÓ a parte melhor.
Em havendo, até tudo pode correr mal!
Sempre o mesmo ram ram!
Sempre as mesmas pessoas com 'p' minúsculo que teimam em se atravessar na minha vida, vindas de peito cheio...de nada.
É triste.
É chato, é aborrecido, é repetitivo, não descobrir e começar a perder a vontade da esperança.
Porque ter esperança é a parte boa.
Aliás, é SÓ a parte melhor.
Em havendo, até tudo pode correr mal!
domingo, junho 05, 2011
Eleições
Já ganhei a minha:
Eleição de Pessoa Cuja Vida Menos Depende Do Resultado Das Eleições.
Embora queira muito ver uma derrota.
O meu lado perverso pede-o veementemente!!!
Eleição de Pessoa Cuja Vida Menos Depende Do Resultado Das Eleições.
Embora queira muito ver uma derrota.
O meu lado perverso pede-o veementemente!!!
sábado, maio 28, 2011
O Tempo Some-se
Já nem se soma, vai-se.
Desaparece sem lhe poder dizer que fique, só para ao menos deixar-me história.
Quando começa Abril já é fim de Maio e Janeiro ficou-se lá quase no Verão passado, sem deixar saber se até choveu.
Meados de Agosto não tardam e as filas para as compras dos novos Manuais Escolares estão aí.
Gostava de travar este cilindro em velocidade descontrolada, mas não consigo.
E olho à volta e, parece, ninguém dá por isto.
Talvez porque seja melhor assim...
Desaparece sem lhe poder dizer que fique, só para ao menos deixar-me história.
Quando começa Abril já é fim de Maio e Janeiro ficou-se lá quase no Verão passado, sem deixar saber se até choveu.
Meados de Agosto não tardam e as filas para as compras dos novos Manuais Escolares estão aí.
Gostava de travar este cilindro em velocidade descontrolada, mas não consigo.
E olho à volta e, parece, ninguém dá por isto.
Talvez porque seja melhor assim...
quarta-feira, maio 11, 2011
Momento Zen(ilda anda cá ver isto)
(...)e neste ponto estou a ser absolutamente honesto(...)
José Sócrates, SIC - 21horas e mais ou menos coiso, debate com Francisco Louçã.
Moderação sensacional de Clara de Sousa que conseguiu manter-se esfíngica. Soberba.
Já eu, ainda me estou a rir!!!!
José Sócrates, SIC - 21horas e mais ou menos coiso, debate com Francisco Louçã.
Moderação sensacional de Clara de Sousa que conseguiu manter-se esfíngica. Soberba.
Já eu, ainda me estou a rir!!!!
sábado, maio 07, 2011
FMI
Feitos num Mundo Imaginário
Os meus, à noite, a dormir.
Cada vez sonho mais, mais rocambolescamente, acordo esgotada.
Tenho sido uma espécie de Heroína do Além, do lado de lá.
Consigo curar tristezas, males da Alma, enfrento feras terríveis, monstros inimagináveis e saio-me quase sempre bem.
Já acontece esta coisa fantástica de, quando estou mesmo mesmo em apuros conseguir o truque final de me dizer: acabou Graça, está na hora de saltares fora do sonho, perdeste!
Mas tudo isto tem um preço.
Acontece que é tudo tão real, tão intenso que ando muito cansada, o despertador tem muito trabalho em arrancar-me da cama e, aos fins-de-semana sou capaz de dormir um dia inteiro e isso não é bom.
Hoje, acordei cedo, há bocadinho portanto.
Depois de mais uma Batalha em que tive um aliado precioso - um curandeiro gigante que vinha da Idade Média e que me ajudou a tirar um medo a uma pessoa muito especial.
Correu bem!
Os meus, à noite, a dormir.
Cada vez sonho mais, mais rocambolescamente, acordo esgotada.
Tenho sido uma espécie de Heroína do Além, do lado de lá.
Consigo curar tristezas, males da Alma, enfrento feras terríveis, monstros inimagináveis e saio-me quase sempre bem.
Já acontece esta coisa fantástica de, quando estou mesmo mesmo em apuros conseguir o truque final de me dizer: acabou Graça, está na hora de saltares fora do sonho, perdeste!
Mas tudo isto tem um preço.
Acontece que é tudo tão real, tão intenso que ando muito cansada, o despertador tem muito trabalho em arrancar-me da cama e, aos fins-de-semana sou capaz de dormir um dia inteiro e isso não é bom.
Hoje, acordei cedo, há bocadinho portanto.
Depois de mais uma Batalha em que tive um aliado precioso - um curandeiro gigante que vinha da Idade Média e que me ajudou a tirar um medo a uma pessoa muito especial.
Correu bem!
domingo, maio 01, 2011
E Porque É Dia de Todas As Mães
Esta, este assunto com esta, melhor, continua-me atravessado e, acho escandaloso que não se persiga a verdade por detrás disto.
Dum comentador do Blasfémias:
QB
Posted 30 Abril, 2011 at 14:50 | Permalink
A mamã Adelaide e a misteriosa pensão superior a 3000 euros
Divorciada nos anos 60 de Fernando Pinto de Sousa, “viveu modestamente em Cascais como empregada doméstica, tricotando botinhas e cachecóis…”.(24 H)
Admitamos que, na sequência do divórcio ficou com o chalet (r/c e 1º andar) .
Admitamos ainda, que em 1998, altura em que comprou o apartamento na Rua Braamcamp, o fez com o produto da venda da vivenda referida, feita nesse mesmo ano.
Neste mesmo ano, declarou às Finanças um rendimento anual inferior a 250 €.(CM), o que pressupõe não ter qualquer pensão de valor superior, nem da Segurança Social nem da CGA.
Entretanto morre o pai (Júlio Araújo Monteiro) que lhe deixa “uma pequena fortuna, de cujos rendimentos em parte vive hoje” (24H).
Por que neste momento, aufere do Instituto Financeiro da Segurança Social (organismo público que faz a gestão do orçamento da Segurança Social) uma pensão superior a 3.000 € (CM), seria lícito deduzir – caso não tivesse tido outro emprego a partir dos 65 anos – que , considerando a idade normal para a pensão de 65 anos, a mesma lhe teria sido concedida em 1996 (1931+ 65). Só que, por que em 1998 a dita pensão não consta dos seus rendimentos, forçoso será considerar que a partir desse mesmo ano, 1998 desempenhou um lugar que lhe acabou por garantir uma pensão de (vamos por baixo): 3.000 €.
Abstraindo a aplicação da esdrúxula forma de cálculo actual, a pensão teria sido calculada sobre os 10 melhores anos de 15 anos de contribuições, com um valor de 2% /ano e uma taxa global de pensão de 80%.
Por que a “pequena fortuna “ não conta para a pensão; por que o I.F.S.S. não funciona como entidade bancária que, paga dividendos face a investimentos ali feitos (depósitos); por que em 1998 o seu rendimento foi de 250 €; para poder usufruir em 2008 uma pensão de 3.000 €, será por que (ainda que considerando que já descontava para a Segurança Social como empregada doméstica e perfez os 15 anos para poder ter direito a pensão), durante o período (pós 1998), nos ditos melhores 10 anos, a remuneração mensal foi tal, que deu uma média de 3.750 €/mês para efeitos do cálculo da pensão final. (3.750 x 80% = 3.000).
Ora, como uma pensão de 3.000 €, não se identifica com os “rendimentos “ provenientes da pequena fortuna do pai, a senhora tem uma pensão acrescida de outros rendimentos.
Como em nenhum dos jornais se fala em habilitações que a senhora tenha adquirido, que lhe permitisse ultrapassar o tal serviço doméstico remunerado, parece poder depreender-se que as habilitações que tinha nos anos 60 eram as mesmas que tinha quando ocupou o tal lugar que lhe rendeu os ditos 3.750 €/mês.
Pode-se saber qual foram as funções desempenhadas que lhe permitiram poder receber tal pensão?
E há mais…
A Adelaide comprou um apartamento na Rua Braamcamp, em
Lisboa, a uma sociedade off-shore com sede nas Ilhas Virgens
Britânicas, apurou o Correio da Manhã. Em Novembro de 1998, nove meses
depois de José Sócrates se ter mudado para o terceiro andar do prédio
Heron Castilho, a mãe do primeiro-ministro adquiria o quarto piso,
letra E, com um valor tributável de 44 923 000 escudos – cerca de
224 mil euros –, sem recurso a qualquer empréstimo bancário e auferindo
um rendimento anual declarado nas Finanças que foi inferior a 250 euros (50 contos).
Ora vejam lá como a senhora deve ter sido poupadinha durante toda a vida.
Com um rendimento anual de 50 contos, que nem dá para comprar um
mínimo de alimentação mensal, ainda conseguiu juntar 224.000 euros
para comprar um apartamento de luxo, não em Oeiras ou Almada, na
Picheleira ou no Bairro Santos, mas no fabuloso edifício Heron, no
nº40, da rua Braamcamp, a escassos metros do Marquês de Pombal e numadas mais nobres e caras zonas de Lisboa.
Notável exemplo de vida espartana que permitiu juntar uns dinheiritos largos para comprar casa no inverno da velhice.
Vocês lembram-se daquela ideia genial do Teixeira dos Santos, que queria que pagássemos imposto se dessemos 500 euros aos filhos ?
Quem terá ajudado, com algum cacau, para que uma cidadã, que declarou
às Finanças um RENDIMENTO ANUAL de 50 contos, pudesse pagar A
PRONTO, a uma sociedade OFFSHORE, os tais 224.000 euros ?
Caramba, o que falta aqui para se perceber um embuste????
Revoltante.
P.S. (salvo seja) duma mãe em apuros financeiros gravíssimos, como certamente a grande percentagem delas em Portugal.
Dum comentador do Blasfémias:
QB
Posted 30 Abril, 2011 at 14:50 | Permalink
A mamã Adelaide e a misteriosa pensão superior a 3000 euros
Divorciada nos anos 60 de Fernando Pinto de Sousa, “viveu modestamente em Cascais como empregada doméstica, tricotando botinhas e cachecóis…”.(24 H)
Admitamos que, na sequência do divórcio ficou com o chalet (r/c e 1º andar) .
Admitamos ainda, que em 1998, altura em que comprou o apartamento na Rua Braamcamp, o fez com o produto da venda da vivenda referida, feita nesse mesmo ano.
Neste mesmo ano, declarou às Finanças um rendimento anual inferior a 250 €.(CM), o que pressupõe não ter qualquer pensão de valor superior, nem da Segurança Social nem da CGA.
Entretanto morre o pai (Júlio Araújo Monteiro) que lhe deixa “uma pequena fortuna, de cujos rendimentos em parte vive hoje” (24H).
Por que neste momento, aufere do Instituto Financeiro da Segurança Social (organismo público que faz a gestão do orçamento da Segurança Social) uma pensão superior a 3.000 € (CM), seria lícito deduzir – caso não tivesse tido outro emprego a partir dos 65 anos – que , considerando a idade normal para a pensão de 65 anos, a mesma lhe teria sido concedida em 1996 (1931+ 65). Só que, por que em 1998 a dita pensão não consta dos seus rendimentos, forçoso será considerar que a partir desse mesmo ano, 1998 desempenhou um lugar que lhe acabou por garantir uma pensão de (vamos por baixo): 3.000 €.
Abstraindo a aplicação da esdrúxula forma de cálculo actual, a pensão teria sido calculada sobre os 10 melhores anos de 15 anos de contribuições, com um valor de 2% /ano e uma taxa global de pensão de 80%.
Por que a “pequena fortuna “ não conta para a pensão; por que o I.F.S.S. não funciona como entidade bancária que, paga dividendos face a investimentos ali feitos (depósitos); por que em 1998 o seu rendimento foi de 250 €; para poder usufruir em 2008 uma pensão de 3.000 €, será por que (ainda que considerando que já descontava para a Segurança Social como empregada doméstica e perfez os 15 anos para poder ter direito a pensão), durante o período (pós 1998), nos ditos melhores 10 anos, a remuneração mensal foi tal, que deu uma média de 3.750 €/mês para efeitos do cálculo da pensão final. (3.750 x 80% = 3.000).
Ora, como uma pensão de 3.000 €, não se identifica com os “rendimentos “ provenientes da pequena fortuna do pai, a senhora tem uma pensão acrescida de outros rendimentos.
Como em nenhum dos jornais se fala em habilitações que a senhora tenha adquirido, que lhe permitisse ultrapassar o tal serviço doméstico remunerado, parece poder depreender-se que as habilitações que tinha nos anos 60 eram as mesmas que tinha quando ocupou o tal lugar que lhe rendeu os ditos 3.750 €/mês.
Pode-se saber qual foram as funções desempenhadas que lhe permitiram poder receber tal pensão?
E há mais…
A Adelaide comprou um apartamento na Rua Braamcamp, em
Lisboa, a uma sociedade off-shore com sede nas Ilhas Virgens
Britânicas, apurou o Correio da Manhã. Em Novembro de 1998, nove meses
depois de José Sócrates se ter mudado para o terceiro andar do prédio
Heron Castilho, a mãe do primeiro-ministro adquiria o quarto piso,
letra E, com um valor tributável de 44 923 000 escudos – cerca de
224 mil euros –, sem recurso a qualquer empréstimo bancário e auferindo
um rendimento anual declarado nas Finanças que foi inferior a 250 euros (50 contos).
Ora vejam lá como a senhora deve ter sido poupadinha durante toda a vida.
Com um rendimento anual de 50 contos, que nem dá para comprar um
mínimo de alimentação mensal, ainda conseguiu juntar 224.000 euros
para comprar um apartamento de luxo, não em Oeiras ou Almada, na
Picheleira ou no Bairro Santos, mas no fabuloso edifício Heron, no
nº40, da rua Braamcamp, a escassos metros do Marquês de Pombal e numadas mais nobres e caras zonas de Lisboa.
Notável exemplo de vida espartana que permitiu juntar uns dinheiritos largos para comprar casa no inverno da velhice.
Vocês lembram-se daquela ideia genial do Teixeira dos Santos, que queria que pagássemos imposto se dessemos 500 euros aos filhos ?
Quem terá ajudado, com algum cacau, para que uma cidadã, que declarou
às Finanças um RENDIMENTO ANUAL de 50 contos, pudesse pagar A
PRONTO, a uma sociedade OFFSHORE, os tais 224.000 euros ?
Caramba, o que falta aqui para se perceber um embuste????
Revoltante.
P.S. (salvo seja) duma mãe em apuros financeiros gravíssimos, como certamente a grande percentagem delas em Portugal.
Mães e Filhos
Mães, abracem muito os Vossos Filhos.
Filhos, abracem muito as Vossas Mães.
Só Assim Fazemos Sentido.
Mães no Céu lá Estão Sempre a Velar-Nos.
Filhos no Céu Hoje Lançam Mais Estrelinhas que nos Outros Dias...
!
Filhos, abracem muito as Vossas Mães.
Só Assim Fazemos Sentido.
Mães no Céu lá Estão Sempre a Velar-Nos.
Filhos no Céu Hoje Lançam Mais Estrelinhas que nos Outros Dias...
!
segunda-feira, abril 25, 2011
25 de Abril
Pois, não tem nada a ver.
Só mesmo o facto de ser feriado me leva a referi-lo, dado que me proporciou uma nighlong de Domindo em frente à TV, coisa que há muito não acontecia.
Espreitei o "Portugal tem Talento".
Bom, começando pelo suspense de 'quando é salta uma mama à Bárbara', que durou o tempo todo em que me mantive naquele canal, até à inenarrável prestação do júri com muitas aspas Zé Diogo Quintela (tive aquela sensação de tirem-me daqui mas ok não tirem que estou a receber uma pipa de massa...), à Conceição Lino, uma querida é um facto mas que pensei que se limitava às Tardes da Conceição, enfim, tudo muiiito confrangedor!
Depois passando aos números que vi (sim números, mais que actuações).
Ora, ginastas que são fabulosos, ah pois são, mas que vão a campeonatos próprios e ganham as medalhas que merecem!?!
Grupos de pessoas com deficiência que estão em cima do palco com uma apresentação de 1' em que só os treinadores fazem qualquer coisa de ginasticada com muita cor e música e depois são muito aplaudidos porque (palavras do júri), os conseguiram manter o tempo todo, nos lugares (?) o que para estas pessoas é muito difícil e isto é mérito??? Ah, e porque fizeram rappel com uma cadeira de rodas, uau!
Pelo meio cantou um miúdo gago, que fez questão de aludir ao facto não sei porquê.
Cantou maravilhosamente.
Não devia ter ido aquele programa!
Depois mudei de canal.
Sei que estarei a ser injusta com o formato, sei que aquele foi o último episódio e que nunca tinha assistido a mais nenhum, sei disso tudo.
Também sei que vi o que quis ver e que a minha opinião é a que ficou daqueles 20'.
Mas para mim: Mau, muito mau, hélas!
Só mesmo o facto de ser feriado me leva a referi-lo, dado que me proporciou uma nighlong de Domindo em frente à TV, coisa que há muito não acontecia.
Espreitei o "Portugal tem Talento".
Bom, começando pelo suspense de 'quando é salta uma mama à Bárbara', que durou o tempo todo em que me mantive naquele canal, até à inenarrável prestação do júri com muitas aspas Zé Diogo Quintela (tive aquela sensação de tirem-me daqui mas ok não tirem que estou a receber uma pipa de massa...), à Conceição Lino, uma querida é um facto mas que pensei que se limitava às Tardes da Conceição, enfim, tudo muiiito confrangedor!
Depois passando aos números que vi (sim números, mais que actuações).
Ora, ginastas que são fabulosos, ah pois são, mas que vão a campeonatos próprios e ganham as medalhas que merecem!?!
Grupos de pessoas com deficiência que estão em cima do palco com uma apresentação de 1' em que só os treinadores fazem qualquer coisa de ginasticada com muita cor e música e depois são muito aplaudidos porque (palavras do júri), os conseguiram manter o tempo todo, nos lugares (?) o que para estas pessoas é muito difícil e isto é mérito??? Ah, e porque fizeram rappel com uma cadeira de rodas, uau!
Pelo meio cantou um miúdo gago, que fez questão de aludir ao facto não sei porquê.
Cantou maravilhosamente.
Não devia ter ido aquele programa!
Depois mudei de canal.
Sei que estarei a ser injusta com o formato, sei que aquele foi o último episódio e que nunca tinha assistido a mais nenhum, sei disso tudo.
Também sei que vi o que quis ver e que a minha opinião é a que ficou daqueles 20'.
Mas para mim: Mau, muito mau, hélas!
sexta-feira, abril 22, 2011
Perturbador...
Folheava eu a TV7Dias desta semana quando, de repente, algo me prende a atenção: pág. 26, notícia sobre Renato Seabra o miúdo que assassinou o cronista Carlos Castro daquela forma brutal.
Fotografia de família: Renato, o avô, a avó e a irmã.
Choque visual: o avô é tão só um SÓSIA perfeito do dito cronista...
Dá que pensar!
Fotografia de família: Renato, o avô, a avó e a irmã.
Choque visual: o avô é tão só um SÓSIA perfeito do dito cronista...
Dá que pensar!
terça-feira, abril 19, 2011
Aqui no Trabalho
Prevaricando, não resisto a publicar uma frase que me deixaram escrita num post-it, colado na secretária.
"Quem me dera que houvesse sempre uma imagem de nós nos sonhos dos outros"
Soube que quem a escreveu partiu novinha.
Ficará colado, o post-it, neste monitor, enquanto eu por aqui andar!
"Quem me dera que houvesse sempre uma imagem de nós nos sonhos dos outros"
Soube que quem a escreveu partiu novinha.
Ficará colado, o post-it, neste monitor, enquanto eu por aqui andar!
quinta-feira, abril 14, 2011
Aprés Tout
Houve muitos edites (La vie n'est pas en rose, encore...) a concretizar, apenas porque os olhos lêem de formas tão diferentes disparates bem escondidos!
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