domingo, junho 28, 2009

Miscelânea dos Momentos

Hoje vivo num carrocel de emoções, misturado em tempos passados presentes e futuros, mas aguardando especialmente aquele amanhã, um futuro imediato, perto demais.

Hoje estou num misto de príncipios com fins.

Mas podia ser um sentimento bom....não é!

Há o medo, sempre a porra do cab....do medo!

9 comentários:

Aida disse...

Di, o medo, sempre o medo!

Como eramos felizes antes disto..quando tinhamos medo apenas do que é razoavel.

Sabes, no sábado passei umas horas no Hospital, acreditas que, com toda esta estaleca, ainda me vence, ele, o medo!!, o meu maior inimigo. Cobarde, sempre a apanhar-me pelas costas, sem se mostrar....

Obrigada miguita, sei que me entendes.

Beijo grande
kika

Dinada disse...

Como te entendo companheira, como sofremos juntas este martírio que os outros não percebem...

A ver se ele não ganha, o medo, no fim :(

Abreijo

Graça/Di

Anónimo disse...

conseguiria viver sem medo...?

Dinada disse...

Caro anónimo, falamos da 'Doença do Medo' 'Ansiedade e Ataques de Pânico'...não do medo saudável, que nos permite sobreviver!

Anónimo disse...

ah.....moderniçes...!!!! essa "doença" não é nada saudavél...!!!!

Dinada disse...

Tenho pena...mas o anónimo é o retrato do preconceito que temos de suportar...dia após dia.

Espero que nunca lhe chegue, este medo.

No fundo, sou isto: magnânima!

E sei escrever.

Anónimo disse...

Desculpe....sei bem o que isso é...era mais uma brincadeira para não me lembrar que essa "doença" existe...tipo...nega-a...e ela desapareçe...lamento que não tenha entendido assim...de qualquer forma...desculpe

Dinada disse...

Está desculpado...e volte.
Nada como esclarecer mal-entendidos!

Agora, se sabe bem o que é é que é pior!

Bem-vindo ao clube, infelizmente....

Alexandra disse...

Querida Di, sei tão bem o que isso é. A certeza de que vamos morrer daí a minutos, o corpo a entrar em falência, nem forças para respirar, uma pessoa a desmontar-se por dentro e não se vê nada, parecemos intactos e os médicos a porem-nos uns comprimidos debaixo da boca e depois não era nada. Nunca é nada, excepto quando é tudo... E o frio por dentro...