quarta-feira, fevereiro 25, 2009

(A)Variações IV

"Água Mole em Pedra Dura dá Belíssimas Jóias"

(co(m)tornos regionais, às tantas locais...sei lá)

sábado, fevereiro 21, 2009

Baralhados?

Não saberão?

I did my best to notice
when the call came down the line
up to the platform of surrender
I was brought but I was kind
and sometimes I get nervous
when I see an open door

close your eyes, clear your heart

cut the cord
are we human or are we dancer
my sign is vital, my hands are cold
and I'm on my knees looking for the answer
are we human or are we dancer

pay my respects to grace and virtue
send my condolences to good
give my regards to soul and romance
they always did the best they could
and so long to devotion,
you taught me everything I know
wave good bye, wish me well

you gotta let me go
are we human or are we dancer
my sign is vital, my hands are cold
and I'm on my knees looking for the answer
are we human or are we dancer

will your system be all right
when you dream of home tonight
there is no message we're receiving
let me know is your heart still beating

are we human or are we dancer
my sign is vital, my hands are cold
and I'm on my knees looking for the answer

you've gotta let me know
are we human or are we dancer
my sign is vital, my hands are cold
and I'm on my knees looking for the answer
are we human or are we dancer

are we human or are we dancer

are we human or are we dancer.

Eu, acho que ainda bem, sempre soube dançar!

terça-feira, fevereiro 10, 2009

Que...

...não seja (é) nada.

...não me ponha com fitas.

Eu sou Grande.

Tenho um Coração D'Ouro.

E vou Ganhar-te, Ó Tu Medo que m'Atormentas.

Ai de ti!

Nota: Estou com um raio duma enxaqueca desde ontem que só escrever estas letras é um sacrifício.
Mas obrigatório...


:)

quinta-feira, janeiro 29, 2009

Outra Vez Ventania...

Os Silvos
Agudos
Suspensos e Irreaimente Reais
Assombram
Assustam

Gosto do Ar Pararado
Pouco Assanhado
De um dia de Primavera
Vem

domingo, janeiro 25, 2009

Ventania

Lá fora tudo voa.

Aqui dentro ouve-se o assobio da velocidade do ar.

Gosto muito deste tempo, que limpa as coisas, que leva as más porque essas, toda a gente sabe, não pesam...

Boa!

quinta-feira, janeiro 22, 2009

Questões Fracturantes

Faltava um...já não falta.

Neste momento, posso afirmar que todos os meus 3 filhos sofreram acidentes nas escolas que frequenta(ra)m.

Bela estatística, tendo em conta que todos resultaram em fracturas...coisa pouca portantus.

Ontem foi a vez do do meio.

Partiu o pé.

Das 12h às 17h em Santa Maria, radiografia para cá, diagnóstico inconclusivo para lá, osso supletivo estranho, especialista para ver, cirurgia possível, coisa rara...acaba engessado até ao joelho.

Daqui a 15 dias tira e, depois, logo se vê.

Um encontrão num corredor de Liceu.
Um dia de dores...15 dias de comichão, desconforto, muletas e uma tristeza no olhar.

Hoje perguntava:

- Mãe, de certeza que não pode ser mais cedo? O gesso pesa mais que a minha perna. Só um dia e, sem ir à escola só andando cá por casa, estou aflito das mãos!

(e no trabalho ninguém entende...prazos, prazos...só isso conta)

Sabem que mais?

Life Sucks!!!

domingo, janeiro 18, 2009

Conclusão...

Como sempre pensei, pressenti, intuí, a verdade do CASO JOANA ainda nem se vislumbra.

Sempre foi minha convicção que ali havia negócio, venda abejta da pequena...

Começar-se-à a chegar lá!

Pobre criança.

Porco Mundo!

terça-feira, dezembro 30, 2008

Flores

Era pequenina e adorava flores e cores.

(eu)

Pintava sem cessar aqueles livros já desenhados, em que só tinha que pegar na caneta de feltro, no lápis de cor ou no de cêra, e encher os espaços com minúcia, com todo o cuidado para não sair fora e parecer real.

Preenchia tudo, procurava uma arte que achava conseguir só nessa tarefa.

Queria criar as bordas das coisas que nasciam no papel mas, para isso, não havia recebido talento, pensava.

Satisfazia-se assim em animar folhas mortas, cinzentas com vida, acreditava.

No entanto, quando passeava no campo e olhava as cores das flores, meu Deus, aí sim, era a certeza que só há vida assim.

Quando explosões de arco-íris cá em baixo dos pés nos aparecem do nada como prendas divinas e que nós nos esforçamos para não pisar, por não estragar, em vão!

E aí percebia: encher um papel de cor é arte, também.

É a tentativa de dar-lhes a vida que o processo químico lhes tirou quando eram árvore, quando eram um ser vivo como eu e tu, e que até chegar a folha de escrever soa a injusto.

De cada vez que uma criança pega num livro de pintar e o enche das suas tonalidades, escolhidas por si, não está a fazer mais do que a tentar trazer de volta à vida uma simples folha de papel...

Olhando para trás tenho a certeza de que era isso que eu queria: animar os desenhos para dar alma àquilo que imaginava...e dar-lhes a vida de volta!

quinta-feira, dezembro 25, 2008

Cruzeiro *****

É o que estão, neste momento, a fazer o meus meninos entre Estocolmo e Helsínquia.

Vão ver a família suomalainen.

Já eu, and dispite all, tive um muito especial dia de Natal.

Mimo não me faltou, pois não...ão?


Que prenda boa.
Graciosa.
Ao alcance de todos.

Abracem-se muito,
Lambuzem-se de beijos,
Vivam assim o Amor.


Feliz Natal!

segunda-feira, dezembro 22, 2008

Enregelada!

Cheguei da rua com a Mousse.

O telefone tocava há não sei quanto tempo.
Corri e ainda apanhei o lado de lá.

Era a mãe do Jorge a desejar-me um Bom Natal.
Pensei: há, de facto, qualquer coisa muito forte que nos une a todos: ontem, na Missa do Gil, só me lembrava dele.

E, novidade, o Jorge foi tio.
A Vera, a sua irmã, teve agora um Dinis. Inseminação artificial, dois anos depois dum casamento falhado de 17.
O pai? Não sabe, um dador de girinos.

Agora uma coisa é certa, o Dinis tem mãe, avós felizes e um Tio que lá de cima deve estar em júbilo.
Parabéns a todos.

Um Santo Natal e que o neófito tenha pelo menos metade da beleza do tio e o dobro da força.

E já estou quentinha!

domingo, dezembro 21, 2008

Estranho!

Isto

Mantem-me alerta!

Sacos Grandes que Guardam Sacos Mais Pequenos

Amore Musica (traduzido em português do Brasil)

Para não jogar fora as lágrimas que chorei
Me levantar ainda que voando e me fazer sentido, mesmo que sozinho

Com esta música que canto sem você
Mas meu teatro está vazio e, esta multidão, está muda...

E você sabe, não esqueci de você
E terminado o ontem a música estava
e é por isso que eu que nunca finjo
Sozinho me perguntei:

"Agora por quem canto?"

Amor e música

Estou de novo aqui
Por quanto fôlego terei

A voz e a alma é tudo aquilo que tenho
É tudo aquilo que tenho

Para não jogar fora o meu desespero
Para não tocar o fundo e fazer uma canção

Amor e música que brincam de roda
De novo estão de mãos dadas

Neste meu teatro cheio
Me encontrei
Encontrei...

Amor e música

Estou de novo aqui
Por quanto fôlego terei
A voz e a alma é tudo aquilo que tenho
É tudo aquilo que tenho

Amor e música

Como dois corações afiados, no coro farei.. eu farei...
Do seu canto o meu orgulho
E o meu encanto

Faróis acesos contra a escuridão
Como dois ternos amantes
Olhares lúcidos na platéia

E nós entre tantos
Amor e música mais uma vez estão de mãos dadas
Se em meu teatro cheio eu
Encontrei

Encontrei você

Amor e música

Russell Watson


Infelizmente, e por muito estranho que (me) pareça, não encontro a música no youtube...só um minuto promocional da MTv.
É maravilhosa...e tocante.
Se conseguirem encontrar ouçam,


Cheguei da Basílica da Estrela há 2 horas. Faz 6 meses que o Gil partiu e a Missa foi cantada, linda.

Ainda não tinha almoçado e abri a porta da despensa à procura dum tempero para uma receita que ia começar a inventar.

Dei de caras, no chão, com um grande saco de plástico esventrado, donde saíam outros sacos, mais pequenos.

Ameaça antiga.
Enfiava para lá todos aqueles que não serviam para levar lixo e, mais cedo ou mais tarde, o grande, o tal em cima do armário, explodiria.

Foi hoje.

Tinha lá dentro (vejam bem, coitado), um do Ikea, maior do que ele e que era obrigado a suportar.

Resolvi: é hoje, que se lixe o almoço, gorda como estou só me faz bem jejuar.

E assim foi, a trasfega.

No meio de sacos, saquinhos e sacões, cai-me no colo um rebuçado roxo gigante, tão bem preservado como se o tivesse recebido nas mãos ontem, dado o amor revelado pelo esmero do embrulho.

Parei. Olhei fixamente para o meu passado e quis lembrar-me de quem mo deu, porque mo deu, porque não me desfiz dele, porque está fechadinho, o embrulho, como se nunca tivesse sido aberto?

Como uma criança pequena a abrir presentes no Natal, apressei-me a destruir toda aquela obra de arte, rasgando tudo, em ânsias de chegar ao conteúdo.

Uma caixa de perfume, aparentemente vazia.
Mas só aparentemente.

Lá dentro tinha um mini envelope.
Ainda pensei:olha, queres ver que na altura em que recebi não reparei, mas está aqui o segredo do dador e do amor que o moveu?!
Não estava.

O Perfume em causa é da Clarins e chama-se Par Amour.

E, dentro do envelope está um poema em várias língua, omitindo o autor e que transcrevo:

"Amar exprimindo
Em parcas palavras
De relance
Sob a égide dum olhar
No eco radioso duma gargalhada

Amar sentindo
Um aperto na garganta
Tremendo de alegria
Na alcova dos teus braços
Para jamais voltar a partir

Amar partilhando
Porque tu és tudo
Amor e alegria
E desejo contigo
O amor eterno"

Coube tudo no outro saco. A surpresa neste envelopezinho guardei-a para memória futura.

Para me lembrar, sempre, que não existe jamais

Hoje, Agora e Aqui.

E só, não é Gil?