sábado, dezembro 31, 2005

7777

Já vos disse que adoro capicuas?

Lindo número!

Obrigada...

Cacos!

Hoje, numa limpeza mais profunda do meu quarto, descobri um caco minúsculo que sobreviveu, ali, a todas as sucções do aspirador.

Tem mais de 4 anos, aquele caco.

Dá-me uma sensação engraçada, tê-lo encontrado.

Como se se tratasse do fechar dum ciclo, que precisava daquela minúscula peça para tudo fazer sentido!

Giro, isto...logo hoje!

Bom Dia 31 a todos os meus amigos blogueiros (e outros), que perdem o seu tempo a visitar-me e a deixar palavras ricas nos comentários. Obrigada pela companhia!

Graça

sexta-feira, dezembro 30, 2005

Jessica Riddle

Even Angels Fall


You found hope, you found faith
Found how fast she could take it away
Found true love lost your heart
Now you dont know who you are


She made it easy made it free
Made you hurt till you couldn't see
Sometimes it stops some times it flows
Baby that is how love goes


You will fly and you will crawl
God knows even angels fall
No such thing as you lost it all
God knows even angels fall


And its a secret that no one tells
One day its heaven one day its hell
Its no fairy tale take it from me
Thats the way its supposed to be


You will fly and you will crawl
God knows even angels fall
No such thing as you lost it all
God knows even angels fall


You laugh you cry no one knows why
But ohh the thrill of it all
Your on the ride
You might as well open your eyes


You will fly and you will crawl
God knows even angels fall
No such thing as you lost it all
God knows even angels fall


Even angels fall
Even angels fall


É, até os anjos...
Se os houvesse!

Isto do Fim de Ano Não É para Mim!

Não faço balanços, nesta altura. Faço-os no MEU ano novo, a 11 de Julho.
Não há alusões aqui a datas que nada me dizem. É óbvio que retribuo Votos, por educação.

Mas, como disse, o ano novo é para mim no meu aniversário. Por essa altura faço os Deve/Haver da praxe.

Até hoje já cumpri alguns, faltando outros.

Com 41 anos sinto que o tempo começa a escassear. Tento apressar a coisa, mas o tempo tem o seu tempo.

Devagarinho chego lá. E se, por um acaso do destino ou por negligência com a casca que me suporta, não chegar mais longe, não me aflijo.

Tenha eu, todos os dias, a consciência de que fiz o melhor que sei e posso.

Celebrem o Ano Novo quando quiserem. Com a noção clara de não há datas para se ser feliz.

Sejam-no, e só!

Beijos da Di.

Histórias Paralelas da Minha Família

João Victor da Silva Brandão









João Victor da Silva Brandão -" O João Brandão" - nasceu no dia 1 de Março de 1825, no Casal da Senhora, e foi baptizado na Igreja de Midões, no dia 26 do mesmo mês, sendo seus padrinhos Roque Ribeiro de Abranches Castelo - Branco (meu tetra
-avô),
que fez parte da Junta Revolucionária, que preparou, no Porto, a revolução de 24 de Agosto de 1820, e que, pêlos serviços prestados à causa liberal, nesta época, e depois de 1833, lhe foi concedido o título de Visconde de Midões (o solar é hoje lugar das nossas férias de Verão), e a sua esposa D. Júlia, sendo o assento lavrado pelo vigário Araújo Nogueira. Aprendeu as primeiras letras com o professor de Midões, Bento Inácio Duarte de Almeida, que mais tarde veio a ser seu declarado inimigo, indo depois para Cabanas, aprender os primeiros elementos da língua latina com o célebre vigário Joaquim Miranda, revelando sempre uma inteligência viva e penetrante, servida de especiais dotes de carácter, que, se tivessem sido bem orientados, muito bem se poderia elevar acima do vulgar, e ter-se feito um cidadão útil à sua pátria, em vez de uma vítima expiatória dos crimes do seu tempo. Casou em 1863 com D. Ana Eugenia de Jesus Corrêa Nobre, senhora distinta, que lhe foi dedicada até à última, e que era possuidora de regular fortuna, que lhe firmou a convivência íntima com as famílias respeitáveis, que o recebiam com particular deferência, tomando parte nas festas e nos infortúnios, revelando-se sempre um cavalheiro distinto e gentil. Envolvido de novo nas lutas liberais condenado por um crime.

(texto retirado do google, mas não faço ideia donde...sorry)

Depois deste Resultado Desastroso


How evil are you?



Careço de vir em defesa da minha boa vontade e do meu carácter dócil.
Acreditem que sou tudo menos má!

Estes testes são uma tanga, e acho que este resultado se deve a uma resposta que lá dei que condiciona tudo. Cliquei na bolinha correspondente à política, numa pergunta que abordava vocações...só pode!

Só mais uma coisinha, não trabalho para a AOL :D

(teste roubado à "Geração Rasca")

quinta-feira, dezembro 29, 2005

Private Mouth...

Tadução livre: boca privada e direccionada.

O meu endereço de msn está ali porque se alguém quiser adicionar-me (salvo seja), pode fazê-lo. No need to ask!

Agora eu aceitar é que já é outra conversa. Percebido?

Ah pois!

(isto de ter mudado a foto tem muito que se lhe diga :D)

Em Querendo...

As coisas boas acabam por acontecer.

É preciso querer, não só desejar...
Parecendo sinónimos, não são.

Quando se deseja, e apenas isso, tem-se a noção de que o desejável não passa daí. Qualquer coisa não concretizável, mais perto do sonho do que da realidade.

Quando, pelo contrário, se quer, existe uma certeza de que se chega lá. E a acção para que aconteça é imediatamente desencadeada.

Deixo isto escrito como nota mental, para reler de quando em vez.

quarta-feira, dezembro 28, 2005

Surrupiado ao Blogantes da Ana

You Belong in New York City

You're an energetic, ambitious woman.
And only NYC is fast enough for you.
Maybe you'll set yourself up with a killer career
Or simply take in all the city has to offer.


Não há muito mais a acrescentar...a não ser, talvez, a ambiguidade do resultado!
Pertencer a Nova Iorque é não pertencer a lado nenhum!

New York, New York!

PS: espero que o meu admirador secreto ainda vá a tempo de trocar as passagens. Olhá dica que eu te dou...

Posta Demolhada

Gosto de escrever depois dum banho de imersão, daqueles cheios de sais que transformam a àgua numa palete de cores.

Enquanto me encontro submersa naquele calor molhado, ocorrem as ideias mais originais.

O pior é que o seco da toalha as arruma algures, num qualquer sítio recôndito do meu cerebro e nunca mais as encontro.

É mais ou menos como sonhar, lembrar por segundos o enredo e perdê-lo com a mesma rapidez.

Uma chatice.

segunda-feira, dezembro 26, 2005

Adormecer Em Alto Mar!

Embalada nas ondas
Com a lua tocando o mar
Numa promiscuidade inusitada
Adormeci

Durante o sono o sonho fez-se vida
Existiu
E a pequenina janela que se abriu
Deixou a maresia entrar

Os meus dedos foram os teus
Emprestei-te as minhas mãos
Que percorreram o meu corpo como se não o conhecessem

A minha pele é macia
A minha alma também
Tocando as duas encontraste o paraíso

EM ALTO MAR!

domingo, dezembro 25, 2005

Outros Natais

O tempo corre acelerado
E cada momento acrescenta-me um sulco na pele
Que linda que já foi, a minha

Hoje sou eu que conto a história
De outros Natais
Os papéis invertidos

De ser pequenina e olhar para o alto
Ver a Estrela que não havia
Seguir-lhe o rasto que imaginava

Nem ontem nem hoje a vi no céu
Estava escondida
Talvez pelos sulcos

Curiosamente acreditei nela

!

(deixo aqui um beijo muito especial à Sónia e ao Sérgio que me acompanharam, sempre, neste Natal diferente. Há gente muito especial por aqui. Eles são disso um exemplo *)

sábado, dezembro 24, 2005

Acordei!

Fiz três Lombos de Porco no azeite de Midões, com muito alho...
Pena que não possam provar. Especialmente tu, de ontem. Com quem partilhei a solidão.
Sim, tu. Que me abraçaste e me amaste como se fosse verdade. Nada mais preciso, a não ser este engano esporádico da companhia perpétua.

Fizeste-me Feliz, é o que interessa. O resto, quem sabe...

Estas são aos palavras que me dirias, soubesses tu:

Há palavras que nos beijam
Como se tivessem boca,
Palavras de amor, de esperança,
De imenso amor, de esperança louca.

Palavras nuas que beijas
Quando a noite perde o rosto,
Palavras que se recusam
Aos muros do teu desgosto.

De repente coloridas
Entre palavras sem cor,
Esperadas, inesperadas
Como a poesia ou o amor.

(O nome de quem se ama
Letra a letra revelado
No mármore distraído,
No papel abandonado)

Palavras que nos transportam
Aonde a noite é mais forte,
Ao silêncio dos amantes
Abraçados contra a morte.


Alexandre O'Neill




(desculpa a imodéstia...mas sei que sim)

Hoje Não É Dia de Palavras...

De sentimentos, talvez
Controversos, sempre!

É requisito estar feliz?
Não é.
Não pode ser.

Afinal, tudo o que esta Quadra significa pode não haver,
Não estar lá,
Não se sentir.

Se o Natal é quando O HOMEM quiser, quero que seja lá para Agosto. Sempre está mais quente...

E agora vou dormir a sesta, prá festa!

(hummm...um poste cheio de não's)

sexta-feira, dezembro 23, 2005

Minhas Amigas e Meus Amigos

Escolhi agradecer-vos as palavras quentes e doces que foram deixando aqui e ali nas caixinhas de comentos, em vez de o fazer por lá.

Sendassim, aqui fica um enorme BEIJO a todos, aproveitando também para vos desejar uma Páscoa Feliz!!!

Ai, não é Páscoa?! Pois.

Então estejam MUITO CONTENTES que é só isso que interessa, certo?

Amovozes meus queridos...

*tóing!

quinta-feira, dezembro 22, 2005

Não Necessito de Lume, Obrigada!




1964 é Ano de Dragão!

Hoje sinto-me assim...

Ao Meu Admirador Secreto

Queria pedir-lhe, encarecidamente, que não gastasse mais dinheiro naqueles selos dos e-mails (aqueles bonequinhos que se mexem muito e largam corações são selos??, presumo).

Que não gosto do Toy, embora admita que seja preconceito porque se ouvi duas músicas dele é muito.

Que não faz parte do meu imaginário passear de mão dada consigo em Belém.

Que não faço a menor ideia do que Hades tem a ver com o verbo Haver.

Depois deste recado, espero que ainda vá a tempo de devolver as passagens para Paris que diz ter comprado porque, até nisso, sou estranha. Paris não é destino de eleição!

Desculpe a franqueza e seja feliz.

Pronto!!!

PS: acrescento que começo a não achar graça nenhuma a isto. Desde ontem, recebi 3 telefonemas para a rede fixa, com a desculpa de se tratar de sondagens, cuja 1ª pergunta era 'qual o meu estado civil'...para que conste, é incivil!

E se isto não pára, vou ter de me arreliar.

quarta-feira, dezembro 21, 2005

Sangue na Guelra!

O título virá depois.

Primeiro deixo correr as palavras, vejo em que sentido seguem, e só assim sei titular este arrazoado da escrita.

Lembro-me, de repente, da força que tenho. Das pedras que vou arredando do caminho. Da volta que dou aos espinhos das rosas que me dão.
Aprendo a pegar-lhes, cheirá-las, sem me picar. O sangue é meu e não é para perder em lenços de papel absorventes. Faz-me falta, na guelra.

Queria um Eco...

Nunca Me Esqueci de Ti


João Monge / Rui Veloso

Bato a porta devagar,
Olho só mais uma vez
Como é tão bonita esta avenida...
É o cais. Flor do cais:
Águas mansas e a nudez
Frágil como as asas de uma vida

É o riso, é a lágrima
A expressão incontrolada
Não podia ser de outra maneira
É a sorte, é a sina
Uma mão cheia de nada
E o mundo à cabeceira

Mas nunca
Me esqueci de ti

Tudo muda, tudo parte
Tudo tem o seu avesso.
Frágil a memória da paixão...
É a lua. Fim da tarde
É a brisa onde adormeço
Quente como a tua mão

Mas nunca
Me esqueci de ti


Queria que o eco me respondesse!