É engraçado isto, se nos sentirmos 'de passagem' , na nossa própria casa...
O silêncio, o silêncio...
quinta-feira, agosto 11, 2005
sexta-feira, agosto 05, 2005
Afinal, Antes de Partir...
Deixo-me levar pela indignação e 'colo' aqui este apelo do Abrupto.
MICRO-CAUSAS:
PODE O GOVERNO SFF COLOCAR EM LINHA OS ESTUDOS SOBRE O AEROPORTO DA OTA PARA QUE NA SOCIEDADE PORTUGUESA SE VALORIZE MAIS A “BUSCA DE SOLUÇÕES” EM DETRIMENTO DA “ESPECULAÇÃO”?
E acrescento:
Outras MICRO-CAUSAS:
PODE O GOVERNO SFF explicar porque raio não se vê quaisquer medidas de verdadeira emergência (que é o que Portugal vive), tipo mobilização global das Forças Armadas (ok, ok, menos os que foram para o Afgnanistão), no combate à tragédia dantesca que se vive por cá? Não há água? Usem ramos....aprendam com o povo. Ele ensina-vos!
E onde pára o Sócrates, by the way?
(é que estou mesmo apoquentada)
MICRO-CAUSAS:
PODE O GOVERNO SFF COLOCAR EM LINHA OS ESTUDOS SOBRE O AEROPORTO DA OTA PARA QUE NA SOCIEDADE PORTUGUESA SE VALORIZE MAIS A “BUSCA DE SOLUÇÕES” EM DETRIMENTO DA “ESPECULAÇÃO”?
E acrescento:
Outras MICRO-CAUSAS:
PODE O GOVERNO SFF explicar porque raio não se vê quaisquer medidas de verdadeira emergência (que é o que Portugal vive), tipo mobilização global das Forças Armadas (ok, ok, menos os que foram para o Afgnanistão), no combate à tragédia dantesca que se vive por cá? Não há água? Usem ramos....aprendam com o povo. Ele ensina-vos!
E onde pára o Sócrates, by the way?
(é que estou mesmo apoquentada)
Despeço-me Com Amizade
Até lá para fins deste mês...se não arder, entretanto!
*Blog temporariamente encerrado!
*Blog temporariamente encerrado!
quinta-feira, agosto 04, 2005
quarta-feira, agosto 03, 2005
Vai Daí...
Acho que estou pronta para angariação de clientes para uma Massagem Ayurvédica...
Candidata(o)s?
Candidata(o)s?
terça-feira, agosto 02, 2005
Faz Hoje 10 Anos!
O Martin!
O típico filho do meio, a minha cara-metade porque também eu sofri essa condição, de não ser nem primogénita nem eterna bébé...
É lindo, o Martin, por dentro e por fora.
Nasceu faz hoje 10 anos. Parece que foi ontem.
Foi o bébé mais bem disposto que conheci.
É hoje uma criança cheia de vida, de contradições, de humores, de teatralidades. Duma riqueza interior excepcional.
Onde está, é o Rei da Festa.
Hoje, com toda a propriedade.
O dia é dele!
Amo-te, filho querido.
Que a Vida te sorria, ou saibas TU sorrir à Vida.
Parabéns!
O típico filho do meio, a minha cara-metade porque também eu sofri essa condição, de não ser nem primogénita nem eterna bébé...
É lindo, o Martin, por dentro e por fora.
Nasceu faz hoje 10 anos. Parece que foi ontem.
Foi o bébé mais bem disposto que conheci.
É hoje uma criança cheia de vida, de contradições, de humores, de teatralidades. Duma riqueza interior excepcional.
Onde está, é o Rei da Festa.
Hoje, com toda a propriedade.
O dia é dele!
Amo-te, filho querido.
Que a Vida te sorria, ou saibas TU sorrir à Vida.
Parabéns!
segunda-feira, agosto 01, 2005
Está Longe e Não Me Lê
Talvez por isso , me dê ao luxo de escrever sobre ele. Sobre aquilo que representa para mim e sobre aquilo que me deixou, na partida.
É um Homem com maíuscula propositada. É um ser maravilhoso, com uma enorme capacidade de doação, de amor.
Onde está, cativa, porque é verdadeiro e cheio de conteúdo. Nada tem de fútil ou superficial. É inteiro.
Nunca me faltou, mesmo naqueles momentos em que devia sofrer com as minhas limitações. Sempre esteve lá. Sempre me deu a mão e me segurou.
É a pessoa mais bonita que conheci até hoje. A mais íntegra e presente.
Foi uma prenda dos céus, atirada à minha vida.
Quero bradá-lo aos sete ventos e desejo(quase exijo) que ele seja feliz.
És uma pessoa linda e eu amar-te-ei sempre, negligenciando a forma.
Obrigada por existires e por me teres feito tão feliz.
*
É um Homem com maíuscula propositada. É um ser maravilhoso, com uma enorme capacidade de doação, de amor.
Onde está, cativa, porque é verdadeiro e cheio de conteúdo. Nada tem de fútil ou superficial. É inteiro.
Nunca me faltou, mesmo naqueles momentos em que devia sofrer com as minhas limitações. Sempre esteve lá. Sempre me deu a mão e me segurou.
É a pessoa mais bonita que conheci até hoje. A mais íntegra e presente.
Foi uma prenda dos céus, atirada à minha vida.
Quero bradá-lo aos sete ventos e desejo(quase exijo) que ele seja feliz.
És uma pessoa linda e eu amar-te-ei sempre, negligenciando a forma.
Obrigada por existires e por me teres feito tão feliz.
*
domingo, julho 31, 2005
sábado, julho 30, 2005
Pensar Duas Vezes...
...antes de agir sob preconceito.
Vinha das compras, no ACS, vejo aproximar-se uma velhinha, com um ar tão doce quanto humilde.
Salta-me à vista as cores garridas da t-shirt que trazia vestida e que, confesso, achei despropositadas. À medida que se tornava possível destrinçar o que lá estava estampado, li:
I don't Like Sex...
I Love It!!!
Achei que devia perguntar-lhe se percebia inglês. Ela sorriu, topando-me na hora. Exclamou:
_oh menina, pois atão num percebo? Foi a minha neta que me deu esta blusa e sabe porquê? Porque me conhece...
Sorri, e fugi dali embaraçada com a surpresa do meu próprio juízo preconcebido.
:)
Vinha das compras, no ACS, vejo aproximar-se uma velhinha, com um ar tão doce quanto humilde.
Salta-me à vista as cores garridas da t-shirt que trazia vestida e que, confesso, achei despropositadas. À medida que se tornava possível destrinçar o que lá estava estampado, li:
I don't Like Sex...
I Love It!!!
Achei que devia perguntar-lhe se percebia inglês. Ela sorriu, topando-me na hora. Exclamou:
_oh menina, pois atão num percebo? Foi a minha neta que me deu esta blusa e sabe porquê? Porque me conhece...
Sorri, e fugi dali embaraçada com a surpresa do meu próprio juízo preconcebido.
:)
quinta-feira, julho 28, 2005
Sinceramente!
Acho que não pertenço ao Hoje!
Serei do Ontem, do Amanhã, quem sabe...do Hoje não sou, de certeza!
De facto, podia relembrar factos que se passaram há 2 séculos, se me apetecesse.
O que vos vale é que, da sobriedade que ainda me resta, retiro o ridículo que seria fazê-lo. E calo-me!
Serei do Ontem, do Amanhã, quem sabe...do Hoje não sou, de certeza!
De facto, podia relembrar factos que se passaram há 2 séculos, se me apetecesse.
O que vos vale é que, da sobriedade que ainda me resta, retiro o ridículo que seria fazê-lo. E calo-me!
quarta-feira, julho 27, 2005
De Profundis...
Sim, eu sei, plágio.
A ideia está lá e eu uso-a porque sim.
Há valsas a dançar. A música é escrita com o intuito de agarrar um par e esse par se tornar uno nas voltas das notas, escritas para que essa coordenação de movimentos nos dê a sensação de pertença ao outro...pelo menos enquanto duram os acordes!
A ideia está lá e eu uso-a porque sim.
Há valsas a dançar. A música é escrita com o intuito de agarrar um par e esse par se tornar uno nas voltas das notas, escritas para que essa coordenação de movimentos nos dê a sensação de pertença ao outro...pelo menos enquanto duram os acordes!
terça-feira, julho 26, 2005
domingo, julho 24, 2005
Another Time, Another Place!
Agora, outros affaires me chamam...e aí vou eu.
Aprendi a não recusar nada...até ver!
Aprendi a não recusar nada...até ver!
sábado, julho 23, 2005
Arranjadinha...
...fico mesmo linda!
Olho para mim e gosto do que vejo. Estou mesmo bonita. Investi nisso e o resultado foi brilhante.
Hoje é dia de festa. Vou à missa celebrar 95 anos duma tia avó que tem os olhos azuis mais bonitos que já vi (ok, ok, os do meu ex também são e os do meu mais pequenino deslumbram...).
Vou ler uma passagem da Bíblia que escolhi para a ocasião e que deixo aqui:
"Já não há lembrança das coisas que precederam; e das coisas posteriores também não haverá memória entre os que hão de vir depois delas." Eclesiates 1:11
Segue-se um jantar de leitão e lombo com castanhas...
(vou passar o tempo procurando um espelho, para não perder nem uma pitada deste narcisismo despropositado que me atacou)
Olho para mim e gosto do que vejo. Estou mesmo bonita. Investi nisso e o resultado foi brilhante.
Hoje é dia de festa. Vou à missa celebrar 95 anos duma tia avó que tem os olhos azuis mais bonitos que já vi (ok, ok, os do meu ex também são e os do meu mais pequenino deslumbram...).
Vou ler uma passagem da Bíblia que escolhi para a ocasião e que deixo aqui:
"Já não há lembrança das coisas que precederam; e das coisas posteriores também não haverá memória entre os que hão de vir depois delas." Eclesiates 1:11
Segue-se um jantar de leitão e lombo com castanhas...
(vou passar o tempo procurando um espelho, para não perder nem uma pitada deste narcisismo despropositado que me atacou)
sexta-feira, julho 22, 2005
Subscrevo!
A desilusão
Vamos pela vida intercalando épocas de entusiasmo com épocas de desilusão. De vez em quando andamos inchados como velas e caminhamos velozes pelo mar do mundo; noutras ocasiões - mais frequentes do que as outras - estamos murchos como folhas que o tempo engelhou. Temos períodos dourados, em que caminhamos sobre nuvens e tudo nos parece maravilhoso, e outros - tão cinzentos! - em que talvez nos apetecesse adormecer e ficar assim durante o tempo necessário para que tudo voltasse a ser belo.
Acontece-nos a todos e constitui, sem dúvida, um sinal de imaturidade. Somos ainda crianças em muitos aspectos.
A verdade é que não temos razões para nos deixarmos levar demasiado por entusiasmos, pois já devíamos ter aprendido que não podem ser duradouros.
A vida é que é, e não pode ser mais do que isso.
Desejamos muito uma coisa, pensamos que se a alcançarmos obtemos uma espécie de céu, batemo-nos por ela com todas as forças. Mas quando, finalmente, obtemos o que tanto desejávamos, passamos por duas fases desconcertantes. A primeira é um medo terrível de perder o que conquistámos: porque conhecemos o que aconteceu anteriormente a outras pessoas em situações semelhantes à nossa; porque existe a morte, a doença, o roubo...
A segunda fase chega com o tempo e não costuma demorar muito: sucede que aquilo que obtivemos perde - lentamente ou de um dia para o outro - o encanto. Gastou-se o dourado, esboroou-se o algodão das nuvens. Aquilo já não nos proporciona um paraíso.
E é nesse momento que chega a desilusão, com todo o seu cortejo de possíveis consequências desagradáveis: podem passar-nos pela cabeça coisas como mudarmos de profissão, mudarmos de clube, trocarmos de automóvel ou de casa, divorciarmo-nos...
E, então, surge o desejo de partir atrás de outro entusiasmo: queremos voltar a amar...
Nunca mais conseguimos aprender o que é o amor.
Se nos desiludimos, a culpa não está nas coisas nem está nas outras pessoas. Se nos desiludimos, a culpa é nossa: porque nos deixámos iludir; porque nos deixámos levar por uma ilusão. Uma ilusão - há quem ganhe a vida a fazer ilusionismo - consiste em vestir com uma roupagem excessiva e falsa a realidade, de modo a distorcê-la ou a fazê-la parecer mais do que aquilo que é.
Quando nos desiludimos não estamos a ser justos nem com as pessoas nem com as coisas.
Nenhuma pessoa, nenhuma das coisas com que lidamos pode satisfazer plenamente o nosso desejo de bem, de felicidade, de beleza. Em primeiro lugar porque não são perfeitas (só a ilusão pode, temporariamente, fazer-nos ver nelas a perfeição). Depois, porque não são incorruptíveis nem eternas: apodrecem, gastam-se, engelham-se, engordam, quebram-se, ganham rugas... terminam.
Aquilo que procuramos - faz parte da nossa estrutura, não o podemos evitar - é perfeito e não tem fim. E não nos contentamos com menos de que isso. É por essa razão que nos desiludimos e que de novo nos iludimos: andamos à procura...De resto, se todos ambicionamos um bem perfeito e eterno, ele deve existir. Só pode acontecer que exista. Mas deve ser preciso procurar num lugar mais adequado.
Paulo Geraldo
Vamos pela vida intercalando épocas de entusiasmo com épocas de desilusão. De vez em quando andamos inchados como velas e caminhamos velozes pelo mar do mundo; noutras ocasiões - mais frequentes do que as outras - estamos murchos como folhas que o tempo engelhou. Temos períodos dourados, em que caminhamos sobre nuvens e tudo nos parece maravilhoso, e outros - tão cinzentos! - em que talvez nos apetecesse adormecer e ficar assim durante o tempo necessário para que tudo voltasse a ser belo.
Acontece-nos a todos e constitui, sem dúvida, um sinal de imaturidade. Somos ainda crianças em muitos aspectos.
A verdade é que não temos razões para nos deixarmos levar demasiado por entusiasmos, pois já devíamos ter aprendido que não podem ser duradouros.
A vida é que é, e não pode ser mais do que isso.
Desejamos muito uma coisa, pensamos que se a alcançarmos obtemos uma espécie de céu, batemo-nos por ela com todas as forças. Mas quando, finalmente, obtemos o que tanto desejávamos, passamos por duas fases desconcertantes. A primeira é um medo terrível de perder o que conquistámos: porque conhecemos o que aconteceu anteriormente a outras pessoas em situações semelhantes à nossa; porque existe a morte, a doença, o roubo...
A segunda fase chega com o tempo e não costuma demorar muito: sucede que aquilo que obtivemos perde - lentamente ou de um dia para o outro - o encanto. Gastou-se o dourado, esboroou-se o algodão das nuvens. Aquilo já não nos proporciona um paraíso.
E é nesse momento que chega a desilusão, com todo o seu cortejo de possíveis consequências desagradáveis: podem passar-nos pela cabeça coisas como mudarmos de profissão, mudarmos de clube, trocarmos de automóvel ou de casa, divorciarmo-nos...
E, então, surge o desejo de partir atrás de outro entusiasmo: queremos voltar a amar...
Nunca mais conseguimos aprender o que é o amor.
Se nos desiludimos, a culpa não está nas coisas nem está nas outras pessoas. Se nos desiludimos, a culpa é nossa: porque nos deixámos iludir; porque nos deixámos levar por uma ilusão. Uma ilusão - há quem ganhe a vida a fazer ilusionismo - consiste em vestir com uma roupagem excessiva e falsa a realidade, de modo a distorcê-la ou a fazê-la parecer mais do que aquilo que é.
Quando nos desiludimos não estamos a ser justos nem com as pessoas nem com as coisas.
Nenhuma pessoa, nenhuma das coisas com que lidamos pode satisfazer plenamente o nosso desejo de bem, de felicidade, de beleza. Em primeiro lugar porque não são perfeitas (só a ilusão pode, temporariamente, fazer-nos ver nelas a perfeição). Depois, porque não são incorruptíveis nem eternas: apodrecem, gastam-se, engelham-se, engordam, quebram-se, ganham rugas... terminam.
Aquilo que procuramos - faz parte da nossa estrutura, não o podemos evitar - é perfeito e não tem fim. E não nos contentamos com menos de que isso. É por essa razão que nos desiludimos e que de novo nos iludimos: andamos à procura...De resto, se todos ambicionamos um bem perfeito e eterno, ele deve existir. Só pode acontecer que exista. Mas deve ser preciso procurar num lugar mais adequado.
Paulo Geraldo
quinta-feira, julho 21, 2005
Pinturas
Inspiro-me, levanto os olhos ao céu e entrego a alma ao que vier.
Pego no pincel e misturo as tintas, cuidadosamente, antes de as espalhar pela tela.
Vai surgindo uma forma.
Aquilo que eu quero que pareça, é.
No fim fica linda a pintura, cheia de cor e luz, prometedora.
Nota Mental: a qualidade das tintas é fundamental para que, passado uns tempos, não se olhe um quadro cheio de nada...
Pego no pincel e misturo as tintas, cuidadosamente, antes de as espalhar pela tela.
Vai surgindo uma forma.
Aquilo que eu quero que pareça, é.
No fim fica linda a pintura, cheia de cor e luz, prometedora.
Nota Mental: a qualidade das tintas é fundamental para que, passado uns tempos, não se olhe um quadro cheio de nada...
Subscrever:
Mensagens (Atom)