Rir é dos melhores elixires de descompressão que conheço.
É difícil rir sem vontade senão impossível tornando-se assim, na generalidade, algo genuíno.
Já o sorriso treina-se, para que possa ser esboçado de tantas formas que, raras vezes, corresponderá àquilo que verdadeiramente representa: um bem-estar que se quer partilhar com quem o recebe.
Eu hoje acordei a rir!
quarta-feira, março 16, 2005
segunda-feira, março 14, 2005
Nasceu uma Estrela...
Há 47 anos atrás. Brilha no céu, cheia de luz. Não me ilumina só a mim...duma forma altruísta, consciente que é do seu lugar no universo imenso, lança a luz por onde passa espalhando uma aura intensa e colorida em quem 'toca'.
Esta estrela, às vezes, brilha só para mim. Ou eu assim o creio, porque dela preciso e me alimento.
É!
A mais linda do firmamento, infinitimaizálem.
*
Esta estrela, às vezes, brilha só para mim. Ou eu assim o creio, porque dela preciso e me alimento.
É!
A mais linda do firmamento, infinitimaizálem.
*
sábado, março 12, 2005
Fim da Era Negra!
Começo duma outra, que se espera verdejante de esperança. A condizer com a estação que aí vem.
Antecede o estio,
Prepara o corpo para o calor,
Explode em cores e cheiros,
Absorve-se, no ar, a vida renascida.
Em nós,
Que nos abrimos ao mundo,
Cheios de optimismo, vislumbrando conquistas, celebrando já vitórias vindouras.
É assim a Primavera! Avassaladora!
Antecede o estio,
Prepara o corpo para o calor,
Explode em cores e cheiros,
Absorve-se, no ar, a vida renascida.
Em nós,
Que nos abrimos ao mundo,
Cheios de optimismo, vislumbrando conquistas, celebrando já vitórias vindouras.
É assim a Primavera! Avassaladora!
(e vivó Sporting, by the way)
Beija Mão
Será que este ritual, que me atrevo a chamar ridículo, persistirá por muito tempo?
Ocorreu-me que o Estado, às tantas, não é tão laico como pode parecer à primeira. Falta, apenas, o anel 'papal' na mão beijada!
(é...sou uma conservadora modernaça)
Ocorreu-me que o Estado, às tantas, não é tão laico como pode parecer à primeira. Falta, apenas, o anel 'papal' na mão beijada!
(é...sou uma conservadora modernaça)
quinta-feira, março 10, 2005
Oportunidades
Vejo muita incompetência por aí. Vejo muito oportunismo também. Curiosamente, estes dois factos aparecem, não raras vezes, associados.
Ocorreu-me este considerando, depois de ver uma reportagem televisiva sobre os novos (e 'carreiristas') deputados da nossa magna Assembleia.
Alguns, novatos nestas andanças, até prometeram não 'ganhar barriga', durante o mandato que lhes foi atribuído para nos representar (pois...), durante os próximos 4 anos. Até eles, meu Deus, assumem funções na premissa (generalizada) que isto de ser deputado aumenta a possibilidade de atingir níveis de obesidade preocupantes, dada a falta de movimento físico-intelectual associada.
Até ouvi um ex-autarca afirmar que não trocou a Câmara onde estava pelo lugar no Parlamento para descansar. Prometeu mesmo, trabalhar...
Acho que tenho de ir ali, tomar um comprimido de optimismo. Depois volto...ou não!
Ocorreu-me este considerando, depois de ver uma reportagem televisiva sobre os novos (e 'carreiristas') deputados da nossa magna Assembleia.
Alguns, novatos nestas andanças, até prometeram não 'ganhar barriga', durante o mandato que lhes foi atribuído para nos representar (pois...), durante os próximos 4 anos. Até eles, meu Deus, assumem funções na premissa (generalizada) que isto de ser deputado aumenta a possibilidade de atingir níveis de obesidade preocupantes, dada a falta de movimento físico-intelectual associada.
Até ouvi um ex-autarca afirmar que não trocou a Câmara onde estava pelo lugar no Parlamento para descansar. Prometeu mesmo, trabalhar...
Acho que tenho de ir ali, tomar um comprimido de optimismo. Depois volto...ou não!
terça-feira, março 08, 2005
A Sense of Goodsense
Eu sou uma pessoa sensata.
Eu sou 'aborrecidamente' sensata e sensaborona, feita de malabarismos permanentes entre a emoção e a razão (ganhando esta última a maioria das vezes), saltitando entre os extremos e negligenciando, compulsivamente, o meio termo.
É causa minha chegar ao equilíbrio entre uma e outra, deixando-as co-existir pacificamente num respeito sincero pelo espaço e tempo de cada uma, doseando-as nas medidas certas.
Isso levar-me-à, seguramente, à sensatez temperada, propositada e profícua.
Mainada!
Eu sou 'aborrecidamente' sensata e sensaborona, feita de malabarismos permanentes entre a emoção e a razão (ganhando esta última a maioria das vezes), saltitando entre os extremos e negligenciando, compulsivamente, o meio termo.
É causa minha chegar ao equilíbrio entre uma e outra, deixando-as co-existir pacificamente num respeito sincero pelo espaço e tempo de cada uma, doseando-as nas medidas certas.
Isso levar-me-à, seguramente, à sensatez temperada, propositada e profícua.
Mainada!
quinta-feira, março 03, 2005
Post Lúdico
Corro.
Corro tanto que me espanto.
Pareço um desenho, animado pelo sonho de conseguir chegar lá.
(persegue-te uma noite extemporânea, porque é de dia Di. É mesmo, acredita)
Quando lá chego, esbaforida, percebo o vazio da conquista. Perdi o 'caminho', detida que estava na chegada ao destino. E é no caminho que se percorre e no prazer das surpresas encontradas, que reside a beleza que nos constrói.
Mas aprendi. Aliás, aprendo sempre.
Corro tanto que me espanto.
Pareço um desenho, animado pelo sonho de conseguir chegar lá.
(persegue-te uma noite extemporânea, porque é de dia Di. É mesmo, acredita)
Quando lá chego, esbaforida, percebo o vazio da conquista. Perdi o 'caminho', detida que estava na chegada ao destino. E é no caminho que se percorre e no prazer das surpresas encontradas, que reside a beleza que nos constrói.
Mas aprendi. Aliás, aprendo sempre.
terça-feira, março 01, 2005
Pena
Pena, pato
Pato, asa
Asa, vôo
Vôo, fuga
Fuga, queda
Queda, causa
Causa, luta
Luta, ganho
Ganho, lucro
Lucro, luxo
Luxo, sonho
Sonho...
Pato, asa
Asa, vôo
Vôo, fuga
Fuga, queda
Queda, causa
Causa, luta
Luta, ganho
Ganho, lucro
Lucro, luxo
Luxo, sonho
Sonho...
Será?
Que uma pedra em plena rota de colisão comigo, for interceptada pela minha força interior através de um pensamento positivo cheio de optimismo, se transforma em pó?
Será?
Será?
domingo, fevereiro 27, 2005
Da Dor
Palavra pequena demais para o imenso sentimento que encerra.
Coisa ruim que consome.
Mergulhar nela.
Permanecer aí.
Não lhe fugir...
(não se lhe pode virar as costas porque ela não vai embora sem a coragem de a olhar de frente e, de novo, emergir...)
N.A.: lendo de forma rápida o título do post, a fonética transforma as duas palavras em 'dador'. Dá que pensar. A anulação do espaço entre elas transforma-as em algo altruísta e construtivo. Vou lembrar-me disto.
Coisa ruim que consome.
Mergulhar nela.
Permanecer aí.
Não lhe fugir...
(não se lhe pode virar as costas porque ela não vai embora sem a coragem de a olhar de frente e, de novo, emergir...)
N.A.: lendo de forma rápida o título do post, a fonética transforma as duas palavras em 'dador'. Dá que pensar. A anulação do espaço entre elas transforma-as em algo altruísta e construtivo. Vou lembrar-me disto.
terça-feira, fevereiro 22, 2005
Aqui Sentada
Fico, invariavelmente, surpresa com aquilo que vou descobrindo de mim ao escrevinhar 'à rédea solta', como faço aqui sentada.
Não é o mesmo que pegar num papel e rascunhá-lo. No papel sobressai um lado meu de insconstância, que está aqui também, mas disfarçado de 'arial' ou 'times new roman' e que num manuscrito se evidencia pela irregularidade da caligrafia.
Sempre tive pena de não me conseguir definir através dela. A verdade é que, num paragráfo de três linhas, percorro quase todos os estilos que vêm nos manuais dedicados ao estudo da dita.
Digamos que, seria difícil a um 'profiler', daqueles que vemos nas séries norte-americanas, 'apanhar-me' por aí.
Aqui, nesta cadeira incómoda, frente a frente com um écran em que vejo surgir as vogais e consantes ao sabor do pensamento, juntas a tentar fazer sentido e sem a distração da forma, escrevo com a alma, sem ninguém ver!
Não é o mesmo que pegar num papel e rascunhá-lo. No papel sobressai um lado meu de insconstância, que está aqui também, mas disfarçado de 'arial' ou 'times new roman' e que num manuscrito se evidencia pela irregularidade da caligrafia.
Sempre tive pena de não me conseguir definir através dela. A verdade é que, num paragráfo de três linhas, percorro quase todos os estilos que vêm nos manuais dedicados ao estudo da dita.
Digamos que, seria difícil a um 'profiler', daqueles que vemos nas séries norte-americanas, 'apanhar-me' por aí.
Aqui, nesta cadeira incómoda, frente a frente com um écran em que vejo surgir as vogais e consantes ao sabor do pensamento, juntas a tentar fazer sentido e sem a distração da forma, escrevo com a alma, sem ninguém ver!
Legalização do Aborto
A ideia de referendar a legalização do aborto ainda este ano, por parte do Bloco de Esquerda, como primeira reivindicação após a euforia da 'vitória' aritemética do x3, faz com que me apeteça 'colar' aqui um texto escrito por mim há um par d'anos e que traduz a minha posição quanto ao assunto:
Sou contra o aborto. Sem complacências. Como um dogma de fé, baseado no princípio da sacralização do direito à vida, que é aqui paradigmático. Só admito nesta questão o contra e o a favor, tout court. Tudo o que ultrapasse isto não resiste à análise.
A dificuldade dos argumentos:
Se alguém se dignar a ler o que acabei de escrever e, mais ainda, responder, irão os leitores perceber exactamente onde quero chegar...vão começar a discutir se deve existir penalização jurídica para as mulheres que o fazem (não disse 'praticam', palavra totalmente inapropriada porque induz a ideia de que é coisa de 'dia sim dia não' propositadamente, note-se), depois passarão para a discussão do nº de semanas do embrião/feto e a legitimidade baseada no tempo que decorre entre fecundação e o acto em si, depois falarão em eugenia, ou seja, no direito que assiste a qualquer pai/mãe ede ter um filho perfeitinho, etc, etc.
Quanto à despenalização, a única coisa que faz sentido que me lembro de ter ouvido foi isto:
Uma mãe que rouba comida para o filho faminto, no super-mercado da esquina, deve ser penalizada? Todos respondemos em coro_ claro que não! Deve-se então despenalizar o roubo?
Dr. Gentil Martins dixit, e eu concordo!
Quanto à eugenia, conto-vos aqui um segredo, que fará alguns de vós acordar para uma realidade difícil de suportar: nascer saudável é tudo menos ganhar um passaporte vitalício para o mundo dos ditos normais...acontece que até conheço casos em que, depois de um parto natural associado a um nado-vivo perfeitinho perfeitinho, se sucedem em catadupa situações que, fora do controlo de uma mãe de primeira viagem, terminam com sequelas permanentes para esse bébé, relembro, em tudo perfeitinho à nascença!
Já para não falar daquelas gravidezes perfeitas que terminam em partos de consequências desastrosas!
Desculpem este chorrilho de considerandos mas, se chegaram até aqui, algum interesse o tema vos desperta.
Finalizando, deixo aqui uma situação hipotética mas passível de acontecer, com o fito de vos fazer pensar sobre ela, e só: Imaginem uma mãe que, após uma amniocentese, descobre à 24ª semana (o resultado destes exames demora) estar à espera de um filho portador de trissomia 21, vulgo mongolismo. A lei permite a essa mulher recorrer ao aborto terapêutico até às 'tantas' semanas (penso que 24, não estou segura). Esse exame acarreta riscos, nomeadamente a possibilidade de desencadear um parto prematuro (ignorem por favor a falta de rigor técnico...concentrem-se antes no cerne da questão).
Se tal acontecer, pós exame, o médico que assistirá a grávida, agora parturiente, à chegada de uma qualquer maternidade fará, naturalmente, tudo o que estiver ao seu alcance para levar aquela gravidez a termo, certo? Para quê, pergunto eu? Para ganhar tempo, esperar pelo resultado do exame e se poder chegar à conclusão que, afinal, o bébé esperado vem com defeito e, como tal, não verá nunca chegará a ver a luz do dia porque assim escolherão muitos pais...!
Ou, ainda e no limite, o parto é mesmo desencadeado e a criança nasce, será enfiada numa incubadora, rodeada de todos os cuidados para que se apoie a díficil luta que terá de enfrentar pela sobrevivência, pouco provável. Mas ninguém lhe virará as costas porque a lei não permite, após o nascimento, deixar morrer.
É...só consigo aceitar os absolutamente contra e os absolutamente a favor.
Assuma-se isso e lute-se por aquilo em que se acredita. O resto, são círculos desenhados incessantemente, sem qualquer espécie de saída sensata e com poucas possibilidades de consensos.
Plim.
Sou contra o aborto. Sem complacências. Como um dogma de fé, baseado no princípio da sacralização do direito à vida, que é aqui paradigmático. Só admito nesta questão o contra e o a favor, tout court. Tudo o que ultrapasse isto não resiste à análise.
A dificuldade dos argumentos:
Se alguém se dignar a ler o que acabei de escrever e, mais ainda, responder, irão os leitores perceber exactamente onde quero chegar...vão começar a discutir se deve existir penalização jurídica para as mulheres que o fazem (não disse 'praticam', palavra totalmente inapropriada porque induz a ideia de que é coisa de 'dia sim dia não' propositadamente, note-se), depois passarão para a discussão do nº de semanas do embrião/feto e a legitimidade baseada no tempo que decorre entre fecundação e o acto em si, depois falarão em eugenia, ou seja, no direito que assiste a qualquer pai/mãe ede ter um filho perfeitinho, etc, etc.
Quanto à despenalização, a única coisa que faz sentido que me lembro de ter ouvido foi isto:
Uma mãe que rouba comida para o filho faminto, no super-mercado da esquina, deve ser penalizada? Todos respondemos em coro_ claro que não! Deve-se então despenalizar o roubo?
Dr. Gentil Martins dixit, e eu concordo!
Quanto à eugenia, conto-vos aqui um segredo, que fará alguns de vós acordar para uma realidade difícil de suportar: nascer saudável é tudo menos ganhar um passaporte vitalício para o mundo dos ditos normais...acontece que até conheço casos em que, depois de um parto natural associado a um nado-vivo perfeitinho perfeitinho, se sucedem em catadupa situações que, fora do controlo de uma mãe de primeira viagem, terminam com sequelas permanentes para esse bébé, relembro, em tudo perfeitinho à nascença!
Já para não falar daquelas gravidezes perfeitas que terminam em partos de consequências desastrosas!
Desculpem este chorrilho de considerandos mas, se chegaram até aqui, algum interesse o tema vos desperta.
Finalizando, deixo aqui uma situação hipotética mas passível de acontecer, com o fito de vos fazer pensar sobre ela, e só: Imaginem uma mãe que, após uma amniocentese, descobre à 24ª semana (o resultado destes exames demora) estar à espera de um filho portador de trissomia 21, vulgo mongolismo. A lei permite a essa mulher recorrer ao aborto terapêutico até às 'tantas' semanas (penso que 24, não estou segura). Esse exame acarreta riscos, nomeadamente a possibilidade de desencadear um parto prematuro (ignorem por favor a falta de rigor técnico...concentrem-se antes no cerne da questão).
Se tal acontecer, pós exame, o médico que assistirá a grávida, agora parturiente, à chegada de uma qualquer maternidade fará, naturalmente, tudo o que estiver ao seu alcance para levar aquela gravidez a termo, certo? Para quê, pergunto eu? Para ganhar tempo, esperar pelo resultado do exame e se poder chegar à conclusão que, afinal, o bébé esperado vem com defeito e, como tal, não verá nunca chegará a ver a luz do dia porque assim escolherão muitos pais...!
Ou, ainda e no limite, o parto é mesmo desencadeado e a criança nasce, será enfiada numa incubadora, rodeada de todos os cuidados para que se apoie a díficil luta que terá de enfrentar pela sobrevivência, pouco provável. Mas ninguém lhe virará as costas porque a lei não permite, após o nascimento, deixar morrer.
É...só consigo aceitar os absolutamente contra e os absolutamente a favor.
Assuma-se isso e lute-se por aquilo em que se acredita. O resto, são círculos desenhados incessantemente, sem qualquer espécie de saída sensata e com poucas possibilidades de consensos.
Plim.
segunda-feira, fevereiro 21, 2005
Rédea Solta!
Assustador...muiiiito assustador!
Pelo menos desta vez não haverá desculpas se, daqui a 4 anos, o país estiver de 'fio-dental'.
A ver!
Pelo menos desta vez não haverá desculpas se, daqui a 4 anos, o país estiver de 'fio-dental'.
A ver!
domingo, fevereiro 20, 2005
São, precisamente, 12h e 56'
Dia D: dúvida, descrédito, desinteresse, desmoralização, distância, desorganização, dormência e desistência.
Mas, ao mesmo tempo: direito e dever.
Enfim, Dislates soltos da Di em Dia D'eleições!
Mas, ao mesmo tempo: direito e dever.
Enfim, Dislates soltos da Di em Dia D'eleições!
quarta-feira, fevereiro 16, 2005
Memórias!
Em 'passeio' pela web detive-me nuns considerandos dum ilustre 'nick' sobre o aproveitamento político, em plena campanha eleitoral, da fé católica dos portugueses a propósito da morte da irmã Lúcia.
De repente, recordei-me do já longínquo ano de 1999, e de dois compinchas que tinham lugar cativo nos meios de comunicação, invariavelmente lado a lado, numa extrema e intensa comunhão de valores: o sempre simpático padre Victor Melícias e o afável e dialogante candidato a 1º ministro, António Guterres.
Lembram-se?
Eu cá sim...
De repente, recordei-me do já longínquo ano de 1999, e de dois compinchas que tinham lugar cativo nos meios de comunicação, invariavelmente lado a lado, numa extrema e intensa comunhão de valores: o sempre simpático padre Victor Melícias e o afável e dialogante candidato a 1º ministro, António Guterres.
Lembram-se?
Eu cá sim...
Arrelias!
Esqueci-me de ver o resultado da votação.
Também me esqueci de ver o debate.
Ando desmemoriada, caramba!!!
Também me esqueci de ver o debate.
Ando desmemoriada, caramba!!!
segunda-feira, fevereiro 14, 2005
Definitivamente...
Nada mais me surpreende, nos media.
Hoje temos votação por telefone:
''Deve ou não ser beatificada a Irmã Lúcia?''
Se acha que sim, ligue 'x'
Se acha que não, ligue 'y'
Acho que também se pode votar por sms, mas não tenho a certeza.
O resultado é divulgado amanhã, provavelmente durante as exéquias, interrompendo-se a emissão especial das cerimónias fúnebres.
Mal posso esperar...
Hoje temos votação por telefone:
''Deve ou não ser beatificada a Irmã Lúcia?''
Se acha que sim, ligue 'x'
Se acha que não, ligue 'y'
Acho que também se pode votar por sms, mas não tenho a certeza.
O resultado é divulgado amanhã, provavelmente durante as exéquias, interrompendo-se a emissão especial das cerimónias fúnebres.
Mal posso esperar...
sexta-feira, fevereiro 11, 2005
O Melhor Amigo do Ser Humano
(viram a subtileza com que me desviei do género?)
Tenho em casa, temporariamente, um cachorro. É um canídeo especial, como especial é quem mo 'emprestou'.
Sempre achei que os animais domésticos são, invariavelmente, muito parecidos com os seus donos. Experimentação com trabalho de campo e pimba: comprova-se a teoria.
Os momentos que passamos juntos são deliciosos. Não há palavras entre nós, há sim sintonias e estados de espírito partilhados em plenitude. Ele percebe os meus silêncios e o mimo salta na hora certa. E é retribuído com um prazer incomensurável.
Só há um senão: não lhe disseram, as vezes suficientes, que ele é um cão. E às tantas esquece-se !
Pudesse eu e não o devolvia...
Gufi, és filho dum guerreiro e isso nota-se!
Tenho em casa, temporariamente, um cachorro. É um canídeo especial, como especial é quem mo 'emprestou'.
Sempre achei que os animais domésticos são, invariavelmente, muito parecidos com os seus donos. Experimentação com trabalho de campo e pimba: comprova-se a teoria.
Os momentos que passamos juntos são deliciosos. Não há palavras entre nós, há sim sintonias e estados de espírito partilhados em plenitude. Ele percebe os meus silêncios e o mimo salta na hora certa. E é retribuído com um prazer incomensurável.
Só há um senão: não lhe disseram, as vezes suficientes, que ele é um cão. E às tantas esquece-se !
Pudesse eu e não o devolvia...
Gufi, és filho dum guerreiro e isso nota-se!
quinta-feira, fevereiro 10, 2005
Nota Mental
1. Não perder a entrevista da Constança Cunha e Sá ao Jerónimo de Sousa, hoje no Jornal Nacional...
2. Não perder as seguintes.
(ontem foi um arraso ao Louçã, hi hi hi)
2. Não perder as seguintes.
(ontem foi um arraso ao Louçã, hi hi hi)
Bacalhau com Todos
Constato que, tivesse eu baptizado o meu belogue com esse nome, ou até Cozido à Portuguesa, porque não, e teria o triplo de visitas oriundas do google...ah pois teria!
:D
:D
As Portas e as Janelas
Diz-se que Deus fecha uma porta mas abre uma janela.
Detenho-me nisto e analiso: o que difere entre uma e outra, enquanto metáfora que encerra um significado para além da semântica?
- a porta é mais alta e mais larga e tem uma função específica, de passagem: ou se entra ou se sai. Pode ficar entreaberta, permitindo liberdade de movimentos ou dando a entender as boas vindas a quem chega;
- a janela abre-se com o propósito de deixar que o ar circule ou que o sol banhe o soalho. Se o tempo está frio ou chuvoso tende a permanecer fechada. Se, pelo contrário, o sol brilha e a temperatura é amena, escancara-se a dita e o mundo caseiro amplia-se.
Posto isto o que quererá dizer a frase em análise?
A minha interpretação é livre e cheia de subjectividade (redundância). Retiro dali uma mensagem fundamental:
'não te detenhas perante uma porta fechada. procura antes a janela. usa-a com uma mão cheia de intuição, racionalidade q.b. e uma pitada de risco. saindo pela janela, podes sempre dar a volta ao destino, chegar à porta fechada e descobrir, assim, que ela abre por fora...'
Di Dixit!
Detenho-me nisto e analiso: o que difere entre uma e outra, enquanto metáfora que encerra um significado para além da semântica?
- a porta é mais alta e mais larga e tem uma função específica, de passagem: ou se entra ou se sai. Pode ficar entreaberta, permitindo liberdade de movimentos ou dando a entender as boas vindas a quem chega;
- a janela abre-se com o propósito de deixar que o ar circule ou que o sol banhe o soalho. Se o tempo está frio ou chuvoso tende a permanecer fechada. Se, pelo contrário, o sol brilha e a temperatura é amena, escancara-se a dita e o mundo caseiro amplia-se.
Posto isto o que quererá dizer a frase em análise?
A minha interpretação é livre e cheia de subjectividade (redundância). Retiro dali uma mensagem fundamental:
'não te detenhas perante uma porta fechada. procura antes a janela. usa-a com uma mão cheia de intuição, racionalidade q.b. e uma pitada de risco. saindo pela janela, podes sempre dar a volta ao destino, chegar à porta fechada e descobrir, assim, que ela abre por fora...'
Di Dixit!
segunda-feira, fevereiro 07, 2005
Viagem
Estou, neste momento, em viagem para longe, para terras quentes e solarengas. Não fui de avião. Apanhei um (o) coração.
Viagem boa, esta.
Quando mergulhar naquele mar, azul, não vou sentir na pele a temperatura tépida das águas mas vou, seguramente, sentir a imensidão do seu poder.
As sensações partilham-se através do amor. E não há formas, nem espaços. E os cinco sentidos são 10, afinal.
É esta, seguramente, a felicidade suprema: partilhar uma alma intemporal.
*
Viagem boa, esta.
Quando mergulhar naquele mar, azul, não vou sentir na pele a temperatura tépida das águas mas vou, seguramente, sentir a imensidão do seu poder.
As sensações partilham-se através do amor. E não há formas, nem espaços. E os cinco sentidos são 10, afinal.
É esta, seguramente, a felicidade suprema: partilhar uma alma intemporal.
*
quarta-feira, fevereiro 02, 2005
terça-feira, fevereiro 01, 2005
Futebóis...
Pois é, parece que o meu Sporting não ganhou ao outro, das riscas verdibrancas.
Eu não vi o jogo, como é hábito. Pouco percebo de futebol, para além do facto de saber que há 22 jogadores em campo, 1 bola, 2 balizas, 1 árbitro e uma incógnita de fiscais de linha com umas bandeirinhas pequenitas, seja lá isso para o que for.
De qualquer maneira, resolvi pegar no tema porque me parece que o vírus 'confusionis desorientantis' se instalou no país, não só na poplítica mas em todos os sectores, incluíndo este, do desporto rei (rei, é como quem diz...ou será rei, mas assim pobrezinho, com um reino equivalente).
O Sporting mas o Outro, vai à frente do Campeonato (parece que agora se diz Liga, mas detesto essa palavra porque me lembra sempre casamento/dinheiro/leilão, cuja 'liga' não liga), depois o Porto perdeu com o que está no último lugar, depois o Benfica ganha jogo sim jogo não e parece que não são os mesmos jogadores, mesmo sendo (isto são coisas que ouço dizer), depois o nosso Sporting (nosso porque, pelo menos a Miss Pearls é cá das minhas e o Statler Marreta parece que também) joga, joga, joga e não ganha.
E isto lembra-me o Campeonato Eleitoral (ou Liga ou o raio), que continua a ser jogado, taco a taco, pelos outdoors espalhados pela cidade, que se respondem uns aos outros à velocidade da 'cola' (que, ninguém me tira da cabeça, é snifada antes do acto criativo).
Enfim, isto até me dá gozo, confesso! Ou não...
Eu não vi o jogo, como é hábito. Pouco percebo de futebol, para além do facto de saber que há 22 jogadores em campo, 1 bola, 2 balizas, 1 árbitro e uma incógnita de fiscais de linha com umas bandeirinhas pequenitas, seja lá isso para o que for.
De qualquer maneira, resolvi pegar no tema porque me parece que o vírus 'confusionis desorientantis' se instalou no país, não só na poplítica mas em todos os sectores, incluíndo este, do desporto rei (rei, é como quem diz...ou será rei, mas assim pobrezinho, com um reino equivalente).
O Sporting mas o Outro, vai à frente do Campeonato (parece que agora se diz Liga, mas detesto essa palavra porque me lembra sempre casamento/dinheiro/leilão, cuja 'liga' não liga), depois o Porto perdeu com o que está no último lugar, depois o Benfica ganha jogo sim jogo não e parece que não são os mesmos jogadores, mesmo sendo (isto são coisas que ouço dizer), depois o nosso Sporting (nosso porque, pelo menos a Miss Pearls é cá das minhas e o Statler Marreta parece que também) joga, joga, joga e não ganha.
E isto lembra-me o Campeonato Eleitoral (ou Liga ou o raio), que continua a ser jogado, taco a taco, pelos outdoors espalhados pela cidade, que se respondem uns aos outros à velocidade da 'cola' (que, ninguém me tira da cabeça, é snifada antes do acto criativo).
Enfim, isto até me dá gozo, confesso! Ou não...
segunda-feira, janeiro 31, 2005
A Seca!
Há, pelo menos, 3 meses que não chove em Lisboa. Ouço dizer que a seca atinge todo o país, tirando um ou outro episódio esporádico de pluviosidade.
A tendência noticiosa é para a catástrofe, para o apocalipse, para o fim do mundo como o conhecemos.
(quando não há tsunamis há que fazer pela vida e um ênfasezito na desgraça, nem que a despropósito, dá um jeitaço).
Serve este intróito para afirmar, convictamente, que não acredito em fatalidades construídas para vender papel ou imagem. É prestar atenção e ouvir a populaça entrevistada pela comunicação social e desmonta-se rapidamente a 'tese da desertificação inevitável'. Há uns dias ouvia uma senhora de Mértola, duns 50 anos, a dizer que há pelo menos 100 anos que não via o leito do rio Guadiana tão baixo. Pois...
Eu gosto do nosso povo. Acho mesmo que nos dá, todos os dias, lições de como não ser.
O choradinho, o subsídiozinho, a culpa do Governo, o desemprego, a seca, os fogos, a chuva torrencial, um sem número de desgraças que nos tornam desgraçados.
Lembro-me que é esse mesmo povo que passa o ano todo a dizer que não tem nada. Vive na maior miséria...sobrevive. Depois dum fogo, duma seca, duma enxurrada, perde TUDO. Mas tudo o quê, afinal? As cabeças de gado, os pinheiros, os sobreiros, o mel, os pomares, os tractores, as vinhas...
Há quem deixe os animais morrerem à fome porque não há pasto. E comprar ração? Nem pensar. O subsídio paga a rês morta mas estoutra não paga.
E seguros? Que tal?
Ai o Fundo Social Europeu, tanto mal que nos fez.
Mas isto sou eu que digo...eu e as minhas perplexidades!
A tendência noticiosa é para a catástrofe, para o apocalipse, para o fim do mundo como o conhecemos.
(quando não há tsunamis há que fazer pela vida e um ênfasezito na desgraça, nem que a despropósito, dá um jeitaço).
Serve este intróito para afirmar, convictamente, que não acredito em fatalidades construídas para vender papel ou imagem. É prestar atenção e ouvir a populaça entrevistada pela comunicação social e desmonta-se rapidamente a 'tese da desertificação inevitável'. Há uns dias ouvia uma senhora de Mértola, duns 50 anos, a dizer que há pelo menos 100 anos que não via o leito do rio Guadiana tão baixo. Pois...
Eu gosto do nosso povo. Acho mesmo que nos dá, todos os dias, lições de como não ser.
O choradinho, o subsídiozinho, a culpa do Governo, o desemprego, a seca, os fogos, a chuva torrencial, um sem número de desgraças que nos tornam desgraçados.
Lembro-me que é esse mesmo povo que passa o ano todo a dizer que não tem nada. Vive na maior miséria...sobrevive. Depois dum fogo, duma seca, duma enxurrada, perde TUDO. Mas tudo o quê, afinal? As cabeças de gado, os pinheiros, os sobreiros, o mel, os pomares, os tractores, as vinhas...
Há quem deixe os animais morrerem à fome porque não há pasto. E comprar ração? Nem pensar. O subsídio paga a rês morta mas estoutra não paga.
E seguros? Que tal?
Ai o Fundo Social Europeu, tanto mal que nos fez.
Mas isto sou eu que digo...eu e as minhas perplexidades!
sábado, janeiro 29, 2005
A Campa(í)nha Eleitoral!
...devia tocar, em sinal de alarme, avisando a classe política para o descrédito nos candidatos a governo deste país, que a dita seguramente acentua.
A (falta de) qualidade dos outdoors é paradigmática.
Não sei quem são os 'iluminados' que lhes dão corpo, mas devem competir a ver quem escreve a maior parvoíce e quem ridiculariza mais o candidato que promove. Não era sequer necessário o acessório 'narigal' que lhes acrescentaram.
Os próprios conseguem 'passar a mensagem' de palhaço sem a essa ajuda visual, senão vejamos:
o Sócrates enfatiza o facto da língua inglesa passar a fazer parte do currículum do 1º Ciclo do ensino básico (uma medida urgentíssima, como se percebe);
o Santana diz que 'aomenos sabe quem é' ( inegavelmente, uma vantagem competitiva).
Esta última frase é um erro crasso de escrita. Querer-se-ia dizer que o eleitorado sabe quem ele é...mas aquilo saiu mal. Pois...
De facto, pior é (quase) impossível!
Estou expectante...
A (falta de) qualidade dos outdoors é paradigmática.
Não sei quem são os 'iluminados' que lhes dão corpo, mas devem competir a ver quem escreve a maior parvoíce e quem ridiculariza mais o candidato que promove. Não era sequer necessário o acessório 'narigal' que lhes acrescentaram.
Os próprios conseguem 'passar a mensagem' de palhaço sem a essa ajuda visual, senão vejamos:
o Sócrates enfatiza o facto da língua inglesa passar a fazer parte do currículum do 1º Ciclo do ensino básico (uma medida urgentíssima, como se percebe);
o Santana diz que 'aomenos sabe quem é' ( inegavelmente, uma vantagem competitiva).
Esta última frase é um erro crasso de escrita. Querer-se-ia dizer que o eleitorado sabe quem ele é...mas aquilo saiu mal. Pois...
De facto, pior é (quase) impossível!
Estou expectante...
quarta-feira, janeiro 26, 2005
'Suquete' à Gato Fedorento!
(passou-se há uns dias, num concessionário da Mercedes, coisa fina, portanto)
Há, de facto, cada vez mais uma preocupação com o ambiente. Reparei que existia, à porta da entrada para o Stand, não um mas dois recipientes de lixo: um para papel, outrainda para plástico.
Assim estava escrito, em cada um deles, em letras garrafais.
Enquanto esperava a minha companhia, que tinha ido buscar um copo de água daqueles grátis, que as maquinetas 'vomitam' (coisa muito moderna e que há agora em qualquer estaminé), chega o empregado encarregue de despejar as tais lixeiras. Entratanto, regressa a companhia segurando na mão um belíssimo copo de plástico, já vazio. Avisado que foi da operação de recolha de lixo que se desenrolava, sugeri-lhe que esperasse para ver qual dos sacos de recolha deveria utilizar para o depositar.
Reparei então que apenas existia um. E que tudo era despejado para aí, levava um nó nas pontas e estava feito.
Não pude deixar de sorrir, lembrando-me que belo 'suquete' daqui sairia, aproveitado pelos Fedorentos...
Somos caricatos, ah pois somos, mas ao menos sabemo-lo!
:)
Há, de facto, cada vez mais uma preocupação com o ambiente. Reparei que existia, à porta da entrada para o Stand, não um mas dois recipientes de lixo: um para papel, outrainda para plástico.
Assim estava escrito, em cada um deles, em letras garrafais.
Enquanto esperava a minha companhia, que tinha ido buscar um copo de água daqueles grátis, que as maquinetas 'vomitam' (coisa muito moderna e que há agora em qualquer estaminé), chega o empregado encarregue de despejar as tais lixeiras. Entratanto, regressa a companhia segurando na mão um belíssimo copo de plástico, já vazio. Avisado que foi da operação de recolha de lixo que se desenrolava, sugeri-lhe que esperasse para ver qual dos sacos de recolha deveria utilizar para o depositar.
Reparei então que apenas existia um. E que tudo era despejado para aí, levava um nó nas pontas e estava feito.
Não pude deixar de sorrir, lembrando-me que belo 'suquete' daqui sairia, aproveitado pelos Fedorentos...
Somos caricatos, ah pois somos, mas ao menos sabemo-lo!
:)
Há lugares assim...
Daqueles que nos arrebatam, nos suspendem a respiração, nos deixam atordoados com a beleza e serenidade com que a natureza os brinda.
É claro que o momento e a companhia fazem também a diferença.
Hoje estive num lugar assim. Por segundos quis que fosse meu, que tivesse a minha história. Não tem.
Construirei uma própria, um dia, talvez...
(hoje fiz um arco-íris)
É claro que o momento e a companhia fazem também a diferença.
Hoje estive num lugar assim. Por segundos quis que fosse meu, que tivesse a minha história. Não tem.
Construirei uma própria, um dia, talvez...
(hoje fiz um arco-íris)
domingo, janeiro 23, 2005
Cacarejar!
É o que me parece esta campanha eleitoral.
Uma coisa é certa, não há tradutores para essa onomatopeia e não percebo patavina das propostas ou, sequer, se as há.
Ah...ouvi hoje uma interrogação que juro, já me tinha ocorrido: quem é, afinal, o candidato a 1º ministro, proposto pelo PS? É o Vitorino, pois é?
Hummm...dúvidas e mais dúvidas!
(pode estar a passar-se outra coisa: Sócrates antecipa-se e prepara já a sua substituição, quando for convidado, a meio do mandato, para secretário geral da ONU, ou da NATO ou, até quem sabe, para Rei das Berlengas...)
Uma coisa é certa, não há tradutores para essa onomatopeia e não percebo patavina das propostas ou, sequer, se as há.
Ah...ouvi hoje uma interrogação que juro, já me tinha ocorrido: quem é, afinal, o candidato a 1º ministro, proposto pelo PS? É o Vitorino, pois é?
Hummm...dúvidas e mais dúvidas!
(pode estar a passar-se outra coisa: Sócrates antecipa-se e prepara já a sua substituição, quando for convidado, a meio do mandato, para secretário geral da ONU, ou da NATO ou, até quem sabe, para Rei das Berlengas...)
sábado, janeiro 22, 2005
Concretizar Apologias.
Sou apologista da verdade, às vezes. Nem sempre.
Lá está, não me considero fundamentalista e, assim, é mais fácil fazer concessões.
Muitas vezes me insurgi com amigos e amigas que, sob o pretexto da 'frontalidade', me disseram 'verdades' que preferiria não conhecer. Carregadas de subjectividade que não descortinavam, impossibilitados que estariam de «desconstruir» aquilo que tinham eregido como dogma.
A verdade é para usar com parcimónia, pesando sempre os prós e contras de a escarrapachar na cara de alguém que não a pediu e cujo efeito pode ser devastador.
Eu acho que sou sensata...
E ainda bem :)
Lá está, não me considero fundamentalista e, assim, é mais fácil fazer concessões.
Muitas vezes me insurgi com amigos e amigas que, sob o pretexto da 'frontalidade', me disseram 'verdades' que preferiria não conhecer. Carregadas de subjectividade que não descortinavam, impossibilitados que estariam de «desconstruir» aquilo que tinham eregido como dogma.
A verdade é para usar com parcimónia, pesando sempre os prós e contras de a escarrapachar na cara de alguém que não a pediu e cujo efeito pode ser devastador.
Eu acho que sou sensata...
E ainda bem :)
quinta-feira, janeiro 20, 2005
TuDinada
Oraqui está um belo nome para um belogue!
Tudinada...
Um dia crio outro, quando este avariar...mais Dia menos Dia!!!
(quem me conhece perceberá as maiúsculas, ah pois perceberá...)
:)
Nota de Rodapé: a evolução levou-me, antes, do nada para o tudo, mas a ordem dos factores é arbitrária, porque sim.
Tudinada...
Um dia crio outro, quando este avariar...mais Dia menos Dia!!!
(quem me conhece perceberá as maiúsculas, ah pois perceberá...)
:)
Nota de Rodapé: a evolução levou-me, antes, do nada para o tudo, mas a ordem dos factores é arbitrária, porque sim.
Mariquice, Dona Alice!
Mesmo agora, ouvi esta expressão e sorri.
Sorri porque se aplica que nem uma luva à minha realidade.
A Alice é a minha empregada doméstica há 9 anos. Veio para cá quando nasceu o Martim, o tal filho do meio que inventa 'paralisias das mãos', perante um cenário que apresente mais do que 3 páginas de TPC.
A minha Alice, como lhe chamo, é um doce de mulher. Tem vantagens, isso. E inconvenientes. O principal dos segundos é persistir em telefonar-me quando é preciso dar um 'ralhete' a qualquer dos três pimpolhos que a manipulam todos os dias. É incapaz de se zangar. Esse papel será meu, pensa: ela que ralhe, que eu só distribuo mimo.
A minha Alice é, de facto, uma mariquice!!!
(não é fácil estar no meio duma reunião de trabalho, atendê-la, e ter de consolá-la e descansá-la porque um dos garotos tem mais de 38,5º de febre...males menores, perante tão grande coração)
Sorri porque se aplica que nem uma luva à minha realidade.
A Alice é a minha empregada doméstica há 9 anos. Veio para cá quando nasceu o Martim, o tal filho do meio que inventa 'paralisias das mãos', perante um cenário que apresente mais do que 3 páginas de TPC.
A minha Alice, como lhe chamo, é um doce de mulher. Tem vantagens, isso. E inconvenientes. O principal dos segundos é persistir em telefonar-me quando é preciso dar um 'ralhete' a qualquer dos três pimpolhos que a manipulam todos os dias. É incapaz de se zangar. Esse papel será meu, pensa: ela que ralhe, que eu só distribuo mimo.
A minha Alice é, de facto, uma mariquice!!!
(não é fácil estar no meio duma reunião de trabalho, atendê-la, e ter de consolá-la e descansá-la porque um dos garotos tem mais de 38,5º de febre...males menores, perante tão grande coração)
Se?
S. Pedro não fosse um homem do marketing, não haveria hoje cristianismo!
Mas haveria pedrismo, seguramente...
Mas haveria pedrismo, seguramente...
Crescer...
A verdade é que, quando era pequenina, a imaginação era uma arma poderosa contra o tédio. Conseguia ser uma princesa das arábias, uma heroína da BD, um animal qualquer (normalmente, escolhia encarnar um caracol), ou até uma estrela do canto.
Fazia teatros em frente ao espelho para poder assistir e protagonizar em simultâneo. E corria bem (caracterização incluída porque levava aquilo a sério).
Hoje lembrei-me disso e pensei que crescer pode ser castrador dessa liberdade de imaginar cenários que nos transportam longe, desenhados minuciosamente a gosto, com a preocupação presente de 'reparar' quotidianos rotineiros e sem sentido.
Depois descobri que a maturidade que advém dos anos acumulados só traz ganhos. Está lá a capacidade de 'efabular'. Está lá mais ainda: a capacidade de, olhando para trás, melhorar as 'estórias' da nossa infância, arrumando matérias através dum 'faz-de-conta' que sabemos que é, mas que não deixa de ser delicioso.
Experimentem deixar-se ir...é maravilhosa a viagem mental que se concretiza na imaginação.
Crescer, olhar de frente a realidade, é fundamental. Pintá-la com as cores do arco-íris também.
!!!
Fazia teatros em frente ao espelho para poder assistir e protagonizar em simultâneo. E corria bem (caracterização incluída porque levava aquilo a sério).
Hoje lembrei-me disso e pensei que crescer pode ser castrador dessa liberdade de imaginar cenários que nos transportam longe, desenhados minuciosamente a gosto, com a preocupação presente de 'reparar' quotidianos rotineiros e sem sentido.
Depois descobri que a maturidade que advém dos anos acumulados só traz ganhos. Está lá a capacidade de 'efabular'. Está lá mais ainda: a capacidade de, olhando para trás, melhorar as 'estórias' da nossa infância, arrumando matérias através dum 'faz-de-conta' que sabemos que é, mas que não deixa de ser delicioso.
Experimentem deixar-se ir...é maravilhosa a viagem mental que se concretiza na imaginação.
Crescer, olhar de frente a realidade, é fundamental. Pintá-la com as cores do arco-íris também.
!!!
segunda-feira, janeiro 17, 2005
Depois de Dias de Semifrio
Hoje foi um dia Quase Quente (sendo que quase, é maneira de dizer).
O Inverno nem me atormenta, porque é imediatamente anterior à minha estação favorita, a Primavera, e já deixa antecipar dias que lhe trazem o sabor.
Hoje foi um deles. Em Lisboa cheirou a sol e flores, a passarada doida, um chilrear desenfreado.
Ou então não, e foi a minha cabeça (coração?) que me atraiçoou.
Traição boa, esta...hummmm!
(eu sei, eu sei, a seca e isso tudo. Mas tenho esta teoria: a chover, que chova pralém dos limites da cidade. Aqui dentro, a chuva não faz falta nenhuma)
O Inverno nem me atormenta, porque é imediatamente anterior à minha estação favorita, a Primavera, e já deixa antecipar dias que lhe trazem o sabor.
Hoje foi um deles. Em Lisboa cheirou a sol e flores, a passarada doida, um chilrear desenfreado.
Ou então não, e foi a minha cabeça (coração?) que me atraiçoou.
Traição boa, esta...hummmm!
(eu sei, eu sei, a seca e isso tudo. Mas tenho esta teoria: a chover, que chova pralém dos limites da cidade. Aqui dentro, a chuva não faz falta nenhuma)
domingo, janeiro 16, 2005
A Notícia na Blogosfera!
Foi com surpresa que constatei a repercussão da notícia escrita e publicada por um dos meus blogs de visita diária obrigatória, o Random Precision, sobre o Director Nacional da P.S.P., Branquinho Lobo, e a imoralidade que consiste a situação à volta da sua nomeação para o cargo, depois de ter sido reformado por incapacidade.
Sabendo que os 'verdadeiros' jornalistas fazem incursões diárias na blogosfera à caça de informação, não deixa de ser curioso que a qualidade das notícias por eles escritas fique bastante aquém.
É o que me parece a mim, leitora exigente de meia dúzia de pasquins, cada vez mais substituidos por 'artigos bloguísticos'.
Parabéns Luis.
Sabendo que os 'verdadeiros' jornalistas fazem incursões diárias na blogosfera à caça de informação, não deixa de ser curioso que a qualidade das notícias por eles escritas fique bastante aquém.
É o que me parece a mim, leitora exigente de meia dúzia de pasquins, cada vez mais substituidos por 'artigos bloguísticos'.
Parabéns Luis.
sábado, janeiro 15, 2005
City of Angels
Um filme soberbo.
Ontem revi-o, na companhia certa.
Ontem foi uma noite estranha.
Tinha tudo para ser maravilhosa mas não foi. Ou até foi. Foi.
Às vezes, os acontecimentos surpreendem-nos, atazanam-nos e, depois, até fazem sentido. Servem-nos clarividência e esperança, sem que nos apercebamos logo.
Também eu acredito em novos começos, sempre!
(o que aqui falta foi guardado no coração)
:)
Ontem revi-o, na companhia certa.
Ontem foi uma noite estranha.
Tinha tudo para ser maravilhosa mas não foi. Ou até foi. Foi.
Às vezes, os acontecimentos surpreendem-nos, atazanam-nos e, depois, até fazem sentido. Servem-nos clarividência e esperança, sem que nos apercebamos logo.
Também eu acredito em novos começos, sempre!
(o que aqui falta foi guardado no coração)
:)
Rezas!
Todas as noites, antes de me deixar entrar no sono reparador, faço um último esforço de concentração e avalio o meu dia. Depois, dependendo do sentimento que isso me provoca, sossego ou agito-me.
Poucas vezes perco o sono, o que será um bom sinal.
Ontem perdi-o.
Faço sempre juízos de valor sobre as minhas atitudes. Essa auto-análise transforma-se, rapidamente, em arrependimentos vs 'promessas' de melhoramento futuro.
Queria saber se isto também é rezar!
Poucas vezes perco o sono, o que será um bom sinal.
Ontem perdi-o.
Faço sempre juízos de valor sobre as minhas atitudes. Essa auto-análise transforma-se, rapidamente, em arrependimentos vs 'promessas' de melhoramento futuro.
Queria saber se isto também é rezar!
quinta-feira, janeiro 13, 2005
Resto, nada!
Não era hoje um dia de palavras,
Intenções de poemas ou discursos,
Nem qualquer dos caminhos era o nosso,
A definir-nos bastava um acto só,
E já que nas palavras não me safo,
Diz tu, silêncio, o que não posso.
José Saramago
Durmam o sono dos justos...
Intenções de poemas ou discursos,
Nem qualquer dos caminhos era o nosso,
A definir-nos bastava um acto só,
E já que nas palavras não me safo,
Diz tu, silêncio, o que não posso.
José Saramago
Durmam o sono dos justos...
quarta-feira, janeiro 12, 2005
Factóides...
É só assim que me ocorre classificar este burburinho à volta do Morais Sarmento e da viagem a S. Tomé.
Só me vem à ideia o então presidente da república Mário, a banhos nas Seichelles, há uns anitos, numa também pretensa visita de estado. Correu todos os canais televisivos e as pessoas acharam 'amoroso', vê-lo a divertir-se.
Politiquices da tanga.
Critiquem o que é, de facto, criticável. Infelizmente nem faltam assuntos, parece-me!
Só me vem à ideia o então presidente da república Mário, a banhos nas Seichelles, há uns anitos, numa também pretensa visita de estado. Correu todos os canais televisivos e as pessoas acharam 'amoroso', vê-lo a divertir-se.
Politiquices da tanga.
Critiquem o que é, de facto, criticável. Infelizmente nem faltam assuntos, parece-me!
terça-feira, janeiro 11, 2005
Ir Fundo nas Coisas!
A perspectiva duma vida feliz ao lado doutra pessoa sempre me soou a utopia (reparem na subtileza com que enfatizo a palavra 'vida', fazendo-a sobressair no texto com um 'negrito').
Acreditei sempre em momentos felizes, outros remediadamente harmoniosos e outros ainda de pura '(s)aturação'. Em resumo, os príncipes encantados eram todos 'verdes' e nem o beijo lhes mudava a cor.
A vida continua a ensinar-me coisas giras, todos os dias. Hoje aprendi esta:
1. Ainda bem que havendo príncipes, são 'verdes' (pelo menos têm a cor do meu Sporting);
2. Descobri que 'nem tanto ao mar nem tanto à terra' e que, no meio das minhas pretensas certezas afinal encontro dúvidas sãs (tanto por descobrir);
3. Os momentos felizes não significariam nada se, antes e depois, não houvesse a tristeza profunda que nos faz reconhecer nos primeiros a razão de viver;
4. A paz que tanto procuramos está, tão só, na possibilidade de olhar uma estrela e conseguir 'ouvi-la'. Cada uma tem um segredo que sussura as soluções do momento. Haja atenção e ouça-se. E que se aprenda;
5. Odeio o número 5 e não como(ia) azeitonas ímpares, com excepção aberta para 11 ou 9. Vejam isto, vou acabar esta dissertação com cinco pontitos. E até de elevador arrisco a viagem, sozinha.
Isto sim, é evoluir...devagarinho, para não tropeçar.
:)
Acreditei sempre em momentos felizes, outros remediadamente harmoniosos e outros ainda de pura '(s)aturação'. Em resumo, os príncipes encantados eram todos 'verdes' e nem o beijo lhes mudava a cor.
A vida continua a ensinar-me coisas giras, todos os dias. Hoje aprendi esta:
1. Ainda bem que havendo príncipes, são 'verdes' (pelo menos têm a cor do meu Sporting);
2. Descobri que 'nem tanto ao mar nem tanto à terra' e que, no meio das minhas pretensas certezas afinal encontro dúvidas sãs (tanto por descobrir);
3. Os momentos felizes não significariam nada se, antes e depois, não houvesse a tristeza profunda que nos faz reconhecer nos primeiros a razão de viver;
4. A paz que tanto procuramos está, tão só, na possibilidade de olhar uma estrela e conseguir 'ouvi-la'. Cada uma tem um segredo que sussura as soluções do momento. Haja atenção e ouça-se. E que se aprenda;
5. Odeio o número 5 e não como(ia) azeitonas ímpares, com excepção aberta para 11 ou 9. Vejam isto, vou acabar esta dissertação com cinco pontitos. E até de elevador arrisco a viagem, sozinha.
Isto sim, é evoluir...devagarinho, para não tropeçar.
:)
segunda-feira, janeiro 10, 2005
Even Angels Fall
O meu pequenote melhorou, pelo menos aos meus olhos.
(amanhã saberei se a minha opinião coincide com a do phisico que o observará)
Quando fui mãe a primeira vez, em 1988 (eu própria uma infantilóide), apanhei um susto daqueles.
Percebi, naquela fracção de segundo que leva o encontro de olhares entre o que acabou de sair de nós e a progenitora aliviada, que deixei de ser o centro do meu mundo.
Do bem estar daquele ser minúsculo, esbracejante e irrequieto, dependia a partir dali, a minha serenidade.
Depois fui mãe d'outro e ainda d'outro. Achei que foi tudo muito menos dramático e asfixiante, com estes seguintes.
Os filhos 'a seguir', como eu lhes chamo, criam um ambiente de descontracção e aliviam angústias. Deveria ser um processo cumulativo de preocupação (no meu caso x3), mas não é. É antes um divergir de atenção que só beneficia o, até então, 'filho único', muitas vezes cilindrado no processo obsessivo do amor parental.
Hoje, em vésperas de consulta neurológica de avaliação das possíveis sequelas deste episódio de perturbação, deveria estar muito preocupada com o veredicto.
Hélas, não tive tempo. Tive, em vez disso, de fazer charadas aritméticas com o do meio, até há pouco, salvando-o dum raspanete da Prof. Lu, amanhã.
É muito bom ser mãe duma catrafezada de filhos. Todos têm lugar e todos me salvam da antecipação de problemas, às vezes tão despropositada quanto desnecessária.
Amanhã logo se vê...hoje reinou o Martim e as contas com números decimais e reduções e essas coisas.
Boas noites!!!
(amanhã saberei se a minha opinião coincide com a do phisico que o observará)
Quando fui mãe a primeira vez, em 1988 (eu própria uma infantilóide), apanhei um susto daqueles.
Percebi, naquela fracção de segundo que leva o encontro de olhares entre o que acabou de sair de nós e a progenitora aliviada, que deixei de ser o centro do meu mundo.
Do bem estar daquele ser minúsculo, esbracejante e irrequieto, dependia a partir dali, a minha serenidade.
Depois fui mãe d'outro e ainda d'outro. Achei que foi tudo muito menos dramático e asfixiante, com estes seguintes.
Os filhos 'a seguir', como eu lhes chamo, criam um ambiente de descontracção e aliviam angústias. Deveria ser um processo cumulativo de preocupação (no meu caso x3), mas não é. É antes um divergir de atenção que só beneficia o, até então, 'filho único', muitas vezes cilindrado no processo obsessivo do amor parental.
Hoje, em vésperas de consulta neurológica de avaliação das possíveis sequelas deste episódio de perturbação, deveria estar muito preocupada com o veredicto.
Hélas, não tive tempo. Tive, em vez disso, de fazer charadas aritméticas com o do meio, até há pouco, salvando-o dum raspanete da Prof. Lu, amanhã.
É muito bom ser mãe duma catrafezada de filhos. Todos têm lugar e todos me salvam da antecipação de problemas, às vezes tão despropositada quanto desnecessária.
Amanhã logo se vê...hoje reinou o Martim e as contas com números decimais e reduções e essas coisas.
Boas noites!!!
quinta-feira, janeiro 06, 2005
Volto mais tarde...
Quando as coisas estiverem resolvidas. Entretanto, cada vez que me visitarem, lembrem-se do Henrique e puxem por ele.
:)
:)
quarta-feira, janeiro 05, 2005
Dias Difíceis de 2005 e as Lições de Fé
O ano começa, para mim, da pior das maneiras. Correndo o risco de exposição, tão inusitada quanto despropositada, num sítio como um belogue que se pretende cheio de trivialidades, escrevo estas linhas numa absoluta necessidade de partilha, que mais não é do que um exorcismo de demónios. Os meus, que atacaram da pior forma nestes últimos 3 dias.
Tenho 3 filhos.
Lindos, com a imodéstia a que tenho direito.
O mais pequenino, de 5 anos, resolveu pregar-me um susto daqueles, que originou dois dias de hospital com diagnóstico reservado. Que passou, hoje, a este: gripe do cerebelo, depois de tac's e exames atrás de exames, todos inconclusivos.
Mães e pais que por aqui pululam, se me lerem, ficam a saber que isto existe, mesmo. E cujos sintomas, do mais assustador, se tudo correr bem desaparecem. Entretanto, passam alguns dias em que o equilíbrio se vai, os vómitos são mais que muitos e a tristeza se instala de forma avassaladora (suspiro e prostração).
Passou. Parece.
Até ao próximo susto cuja dimensão só quem passa por isto da mater(pater)nidade alcança.
Ufa!!!
Tenho 3 filhos.
Lindos, com a imodéstia a que tenho direito.
O mais pequenino, de 5 anos, resolveu pregar-me um susto daqueles, que originou dois dias de hospital com diagnóstico reservado. Que passou, hoje, a este: gripe do cerebelo, depois de tac's e exames atrás de exames, todos inconclusivos.
Mães e pais que por aqui pululam, se me lerem, ficam a saber que isto existe, mesmo. E cujos sintomas, do mais assustador, se tudo correr bem desaparecem. Entretanto, passam alguns dias em que o equilíbrio se vai, os vómitos são mais que muitos e a tristeza se instala de forma avassaladora (suspiro e prostração).
Passou. Parece.
Até ao próximo susto cuja dimensão só quem passa por isto da mater(pater)nidade alcança.
Ufa!!!
segunda-feira, janeiro 03, 2005
A Educação ou a Saúde
Sempre me debati com esta dúvida, em país de merceeiros, em que as contas são feitas sacando do lápis, oblíquo e em equilíbrio instável, na orelha dum qualquer Sr. Manuel (se repararem, quase todos os merceeiros são Manuéis, ou é da zona onde vivo...).
Tanto me aparece como certa a prioridade saúde como, de repente, percebo que uma não chega lá sem a educação. É um dilema parecido com o do 'ovo e da galinha'.
São ambas importantíssimas, sem qualquer tipo de dúvida. Mas parece-me que a negligência a que têm sido votadas, nestas últimas legislaturas, tem sido directamente proporcional.
Sendassim:
voto, nas legislativas extemporâneas de 20 de Fevereiro p.f., em quem apresentar, para ambas, um programa de medidas concretas e exequíveis e, last but not least, quem me disser que se está a borrifar para os outros ministérios, empenhando tudo o que houver em aérios no nosso parco orçamento, nestas duas fontes de desenvolvimento sustentado dum país que, pobrezinho, investe na sustentação dum futuro melhor.
Mais tarde, agarre-se o resto. Quando estes dois sectores corresponderem.
Fico à espera de notícias...
Tanto me aparece como certa a prioridade saúde como, de repente, percebo que uma não chega lá sem a educação. É um dilema parecido com o do 'ovo e da galinha'.
São ambas importantíssimas, sem qualquer tipo de dúvida. Mas parece-me que a negligência a que têm sido votadas, nestas últimas legislaturas, tem sido directamente proporcional.
Sendassim:
voto, nas legislativas extemporâneas de 20 de Fevereiro p.f., em quem apresentar, para ambas, um programa de medidas concretas e exequíveis e, last but not least, quem me disser que se está a borrifar para os outros ministérios, empenhando tudo o que houver em aérios no nosso parco orçamento, nestas duas fontes de desenvolvimento sustentado dum país que, pobrezinho, investe na sustentação dum futuro melhor.
Mais tarde, agarre-se o resto. Quando estes dois sectores corresponderem.
Fico à espera de notícias...
E não chegará?
A exploração da notícia trágica já enjoa.
Estou solidária com as vítimas na Ásia e em todo o mundo, como estamos todos. Mas diz-me o bom-senso que 'enough is enough'. No zapping costumeiro da hora noticosa enjoei o excesso.
Haja tino e mude-se o disco.
Ora bolas...
Estou solidária com as vítimas na Ásia e em todo o mundo, como estamos todos. Mas diz-me o bom-senso que 'enough is enough'. No zapping costumeiro da hora noticosa enjoei o excesso.
Haja tino e mude-se o disco.
Ora bolas...
domingo, janeiro 02, 2005
Pensando bem...
Haverá poucos prazeres maiores do que ler um bom livro a degustar, em simultâneo, uma barra de chocolate de laranja crocante.
Obrigada a quem me deu ambos.
A minha relação com os livros é parecida com a que tenho com o chocolate. É ávida e meio desregrada.
Começo agora a aprender a saborear ambos, com delicadeza e sem pressa de acabar. Descobri que o prazer está nisso mesmo, no caminho que se percorre e não no 'fim-da-linha'.
Obrigada a quem me deu ambos.
A minha relação com os livros é parecida com a que tenho com o chocolate. É ávida e meio desregrada.
Começo agora a aprender a saborear ambos, com delicadeza e sem pressa de acabar. Descobri que o prazer está nisso mesmo, no caminho que se percorre e não no 'fim-da-linha'.
sábado, janeiro 01, 2005
A Conseguir em 2005:
(e já agora em 2006 e 7 e 8 e 9 e por aí fora...)
Ser uma pessoa forte sem deixar de ser sensível; ser arrojada com sensatez; conseguir multiplicar harmonias de mim para os outros e vice versa; exponenciar o amor 'universal' e dirigido.
Quero ser uma mulher 'inteira', mais evoluída e equilibrada.
Quero deixar de ter medo.
Corrigo: quero ter medo e conseguir vencê-lo.
E isto são generalidades que depois, em privado, vou aprofundar...
Ser uma pessoa forte sem deixar de ser sensível; ser arrojada com sensatez; conseguir multiplicar harmonias de mim para os outros e vice versa; exponenciar o amor 'universal' e dirigido.
Quero ser uma mulher 'inteira', mais evoluída e equilibrada.
Quero deixar de ter medo.
Corrigo: quero ter medo e conseguir vencê-lo.
E isto são generalidades que depois, em privado, vou aprofundar...
quinta-feira, dezembro 30, 2004
Os Belogues e Eu!
Tenho de vos confessar, sou 'belogodependente'. Espero com avidez o momento em que, no remanso do lar, depois de um dia de labuta chata, me dedico ao prazer da leitura. Percorro alguns blogs religiosamente, uns para me informar, outros para me rir e outros, ainda, pelo simples prazer que me dá a leitura de 'escritos' com rigor, aliados a um sentido de oportunidade fantástico. Substituem uma das minhas leituras favoritas, as crónicas. Acho mesmo que somos um país de cronistas/belogueiros.
Encontro coisas fantásticas, nos meus passeios pela blogoesfera.
A Miss Pearls, do xanelcinco, é exemplo disso. Descobri-a há pouco tempo e já não passo sem 'passar' por lá.
Agradeço o facto de alimentarem com condimento os meus momentos de laser, plantando em mim um sorriso, invariavelmente, dia após dia!
Nunca desapareçam. Ia ser tão aborrecido deixar de vos ter aí.
Marretas
Guarda-factos
Relógio Parado
Tasca da Cultura
The Old Man
Blogame Mucho
Pano do Pó
Sob a Estrela do Norte
Aviz
Abrupto
O Acidental
A zazie e a extinta Janela (shuif)
RandomPrecision (vão visitá-lo...dá cartas na acutilância da crítica)
Blogantes
O Mundo à Janela (parabéns Sara)
Os Degraus de Laura
Vareta funda
Entre outros, que não serão visita diária mas serão, esporadicamente, devorados com equivalente prazer.
Estamos no fim de mais um ano, no início de outro novinho em folha. Que o que se inicia seja tão bom ou melhor do que o que agora finda. Cheio de surpresas boas como as que tive, este ano, por aqui pelas ondas hertezianas (e noutras, que também me encheram de fé...)
Sejam muito felizes em 2005 e é uma ordem.
Beijos Muitos!
Di
Encontro coisas fantásticas, nos meus passeios pela blogoesfera.
A Miss Pearls, do xanelcinco, é exemplo disso. Descobri-a há pouco tempo e já não passo sem 'passar' por lá.
Agradeço o facto de alimentarem com condimento os meus momentos de laser, plantando em mim um sorriso, invariavelmente, dia após dia!
Nunca desapareçam. Ia ser tão aborrecido deixar de vos ter aí.
Marretas
Guarda-factos
Relógio Parado
Tasca da Cultura
The Old Man
Blogame Mucho
Pano do Pó
Sob a Estrela do Norte
Aviz
Abrupto
O Acidental
A zazie e a extinta Janela (shuif)
RandomPrecision (vão visitá-lo...dá cartas na acutilância da crítica)
Blogantes
O Mundo à Janela (parabéns Sara)
Os Degraus de Laura
Vareta funda
Entre outros, que não serão visita diária mas serão, esporadicamente, devorados com equivalente prazer.
Estamos no fim de mais um ano, no início de outro novinho em folha. Que o que se inicia seja tão bom ou melhor do que o que agora finda. Cheio de surpresas boas como as que tive, este ano, por aqui pelas ondas hertezianas (e noutras, que também me encheram de fé...)
Sejam muito felizes em 2005 e é uma ordem.
Beijos Muitos!
Di
quarta-feira, dezembro 29, 2004
Os Embaixadores também são FP, ora...
E, 'portantus', estão de férias. Não se lhes pode exigir horas extemporâneas (ninguém se lembraria de ter de interromper a época natalícia, só por causa dum tsunami ou isso), a não ser que pagassem muito bem as horas extraordinárias. Ah pois, que isto da escravatura até já acabou e nós, os portugueses arrogamo-nos da presunção da responsabilidade, senão da abolição 'tout'court', pelo menos do início do seu fim.
Pronto, Senhor Embaixador de Portugal na Tailândia, acabe lá as 'filhós' e o Bolo Rei com calma. Eles, os pacóvios dos portugueses ricaços nas Phi Phi (lesse pipi e não fifi, note-se), podem esperar. E, se não puderem, olhem...que apanhem um táxi. Oh isso!
Mainada!
(quanto ao título e à explicação do significado de FP, deixo ao V. critério...sim porque as siglas, tal como o Natal, são o que o Homem quiser)
Pronto, Senhor Embaixador de Portugal na Tailândia, acabe lá as 'filhós' e o Bolo Rei com calma. Eles, os pacóvios dos portugueses ricaços nas Phi Phi (lesse pipi e não fifi, note-se), podem esperar. E, se não puderem, olhem...que apanhem um táxi. Oh isso!
Mainada!
(quanto ao título e à explicação do significado de FP, deixo ao V. critério...sim porque as siglas, tal como o Natal, são o que o Homem quiser)
Intriga-me isto:
Como diabo vêm aqui parar visitantes através de blogs originários de locais tão longínquos quanto Viña del Mar (estância balnear nos arredores de Santiago...sim, esse, do Chile), de Baltimore, USA ou até, imagine-se, de España.
Coisa estranha, esta...
Coisa estranha, esta...
Exercício de Escapatória!
Às vezes ouço coisas (verdades) do além.
Convém-me pensar que são do lado de lá, para não lhes dar a importância devida.
Depois, num exercício de honestidade momentânea, admito a sua proveniência real. O meu íntimo, âmago, fundo, o que for, reconhece a sua pertinência e importância. Coisas que estão por resolver e cuja solução me atormenta.
Aí, não tenho outro remédio senão perceber que é lá, no íntimo, no âmago, no fundo, no que for, que reside a solução, também.
Que coisa estranha esta, de recusar a análise, sabendo eu tão bem que a avestruz tem um cérebro mais pequeno do que uma ervilha. O que será uma vantagem, por reduzir substancialmente as hipóteses de estados depressivos e consequentes colites ulcerosas ou até úlceras nervosas. Mas que a obriga àquela posição desconfortável de 'bunda' pró ar, sujeita a improprérios de quem a apanhe assim, virada para o 'infinito'.
Vendo bem as coisas, fiz bem em começar a terapia neuronal.
Daqui as tempos, os meus neurónios vão poder competir em qualquer concurso de beleza. Vão ver...pahs.
(até lá, tenho de perceber que um táxi é um táxi e que é pouco ameaçador da minha integridade física)
Convém-me pensar que são do lado de lá, para não lhes dar a importância devida.
Depois, num exercício de honestidade momentânea, admito a sua proveniência real. O meu íntimo, âmago, fundo, o que for, reconhece a sua pertinência e importância. Coisas que estão por resolver e cuja solução me atormenta.
Aí, não tenho outro remédio senão perceber que é lá, no íntimo, no âmago, no fundo, no que for, que reside a solução, também.
Que coisa estranha esta, de recusar a análise, sabendo eu tão bem que a avestruz tem um cérebro mais pequeno do que uma ervilha. O que será uma vantagem, por reduzir substancialmente as hipóteses de estados depressivos e consequentes colites ulcerosas ou até úlceras nervosas. Mas que a obriga àquela posição desconfortável de 'bunda' pró ar, sujeita a improprérios de quem a apanhe assim, virada para o 'infinito'.
Vendo bem as coisas, fiz bem em começar a terapia neuronal.
Daqui as tempos, os meus neurónios vão poder competir em qualquer concurso de beleza. Vão ver...pahs.
(até lá, tenho de perceber que um táxi é um táxi e que é pouco ameaçador da minha integridade física)
terça-feira, dezembro 28, 2004
Zi
Faz anos hoje.
Quero que saiba, hoje e sempre, o quanto é importante na minha vida. Irmã e não prima, como o destino quis que fosse. Ela sabe disto, mas nunca é demais afirmá-lo.
Zi, um beijo do tamanho do mundo.
Parabéns!
Quero que saiba, hoje e sempre, o quanto é importante na minha vida. Irmã e não prima, como o destino quis que fosse. Ela sabe disto, mas nunca é demais afirmá-lo.
Zi, um beijo do tamanho do mundo.
Parabéns!
segunda-feira, dezembro 27, 2004
Os Porques sem Circunflexo!
Porque a natureza é assim, lixada. Porque dá e tira. Porque às vezes se rebela.
De qualquer maneira, é avassaladora a destruição e assustadora a inépcia de todos nós perante os fenómenos naturais.
Aprendamos que somos nada e somos tudo.
E agora, partilho convosco uma receita de perú que me deu a minha amiga Alex, vulgo Aurora, que é 'avariada' dos miolos como eu e é por isso que eu a 'amozia'!
Gééééémea!
:)
RECEITA DE PERÚ
Por estar a aproximar-se o Natal aqui vai uma receita a propósito.
PERU COM WHISKEY
Ingredientes:
01 Garrafa de Whisky (do BOM, é claro )
01 Peru de aproximadamente 5Kg
Sal a gosto
Pimenta a gosto
350 Ml de azeite
500 Gr de bacon em fatias
Modo de preparar:
Envolver o peru no bacon, e tempera-lo com sal e pimenta.
Massajá-lo com azeite.
Pré aquecer o forno por aproximadamente 10 minutos.
Servir-se de uma dose (bem aviada) de Whisky enquanto espera..
Colocar o peru numa assadeira.
Sirva-se de mais umas duas doses de Whisky.
Axustar o terbostato na marca 3, e, debois de uns 20 binutos,
mudar
para
assassinar, digo assar a ave.
Derrubar uma dose de uichhhhquey.(pela goela abaixo., é claro).
Debois de beia hora, avrir a berda da borta e gontrolar a
asssadura do pato.
Begar a garrava de vuissssc e emborcar outra dose.
Depois de beia hora, cambalear até o vorno, abrir a porra da borta e enfiá-la no beru, digo virar a ave ao gondrário.
Queimar a mão ao vechar a porra da borta do vorno, e dizer um balavrão do caraio!
Tentar zentar na gadeira, servir-se de uoooootra dose boua de
uisssgue.
Cozer (?), gosturar (?), gozinhar (?), sei lá, fonixxxx, danto
fazz, o beru.
Deixar o filho da puta no vorno por umas 04 horas. Tentar retirar a berda do beru.
Mandar mais umas boas doses de vvuiiiiisscc para dentro (da goela,
claro).
Dendar dovamente dirar o sacana do beru do vorno, porque na
primeira dendadiva dãããõooo deeeeeuuuu.
Pegar o beru que gaiu, e, enxugar o filho da p... com o bano de lavar u jão e gologa-lo numa pandeja ou em qualquer outra borra, bois avinal, você nem gossssssssssta muito dezza bosta.
Bronto, já dddá!
PS.: Não vale vumitá no vrango, caraio.
(esta receita já me tinha sido dada pelo Pêndulo mas eu aí pensei que ele estivesse com os copos...e assim...lol...prontes)
:)
De qualquer maneira, é avassaladora a destruição e assustadora a inépcia de todos nós perante os fenómenos naturais.
Aprendamos que somos nada e somos tudo.
E agora, partilho convosco uma receita de perú que me deu a minha amiga Alex, vulgo Aurora, que é 'avariada' dos miolos como eu e é por isso que eu a 'amozia'!
Gééééémea!
:)
RECEITA DE PERÚ
Por estar a aproximar-se o Natal aqui vai uma receita a propósito.
PERU COM WHISKEY
Ingredientes:
01 Garrafa de Whisky (do BOM, é claro )
01 Peru de aproximadamente 5Kg
Sal a gosto
Pimenta a gosto
350 Ml de azeite
500 Gr de bacon em fatias
Modo de preparar:
Envolver o peru no bacon, e tempera-lo com sal e pimenta.
Massajá-lo com azeite.
Pré aquecer o forno por aproximadamente 10 minutos.
Servir-se de uma dose (bem aviada) de Whisky enquanto espera..
Colocar o peru numa assadeira.
Sirva-se de mais umas duas doses de Whisky.
Axustar o terbostato na marca 3, e, debois de uns 20 binutos,
mudar
para
assassinar, digo assar a ave.
Derrubar uma dose de uichhhhquey.(pela goela abaixo., é claro).
Debois de beia hora, avrir a berda da borta e gontrolar a
asssadura do pato.
Begar a garrava de vuissssc e emborcar outra dose.
Depois de beia hora, cambalear até o vorno, abrir a porra da borta e enfiá-la no beru, digo virar a ave ao gondrário.
Queimar a mão ao vechar a porra da borta do vorno, e dizer um balavrão do caraio!
Tentar zentar na gadeira, servir-se de uoooootra dose boua de
uisssgue.
Cozer (?), gosturar (?), gozinhar (?), sei lá, fonixxxx, danto
fazz, o beru.
Deixar o filho da puta no vorno por umas 04 horas. Tentar retirar a berda do beru.
Mandar mais umas boas doses de vvuiiiiisscc para dentro (da goela,
claro).
Dendar dovamente dirar o sacana do beru do vorno, porque na
primeira dendadiva dãããõooo deeeeeuuuu.
Pegar o beru que gaiu, e, enxugar o filho da p... com o bano de lavar u jão e gologa-lo numa pandeja ou em qualquer outra borra, bois avinal, você nem gossssssssssta muito dezza bosta.
Bronto, já dddá!
PS.: Não vale vumitá no vrango, caraio.
(esta receita já me tinha sido dada pelo Pêndulo mas eu aí pensei que ele estivesse com os copos...e assim...lol...prontes)
:)
domingo, dezembro 26, 2004
Coragem!
É precisa, para ver (ou querer ver) as cores verdadeiras, por detrás da palete infinita de tons que nos aparecem, inebriantes.
Muito cuidado e atenção. Olhar sem ver e escolher a cor sem tino não vale porque é enganador e até pernicioso, quando pretendemos que nos saia das mãos uma 'obra', senão de arte, pelo menos cheia de verdade.
Podemos escolher um colorido cheio de nuances. Podemos derrapar nos garridos, agarrar-nos aos tons pálidos, fugir dos berrantes. É sempre uma questão de escolha, a cor que se constrói. Que seja, preferiencialmente, uma escolha lúcida, ponderada, para que o 'quadro' pintado não saia bonito, mas vazio de conteúdo. Que seja uma amálgama de cores escolhidas a dedo, mas harmoniosas e com sentido. Que não choquem umas nas outras e antes que se completem.
Que, no fim, a soma das cores seja maior que a palete com que começámos. Que o resultado final nos transmita, mais do que uma linda tela, uma resenha duma história com princípio, meio e fim.
Que consiga, mais do que tudo, perpetuar um momento, um sentimento, um sentido.
Que quem a criou goste mais do resultado do que qualquer outro que o aprecie.
Que eu consiga um dia, pintar o que me vai na alma, sem esborratar tudo, no fim...
(é isto que eu vou aprendendo, devagar...)
trim trim...tocou o telefone e vou atender, porque sim...
:)
Muito cuidado e atenção. Olhar sem ver e escolher a cor sem tino não vale porque é enganador e até pernicioso, quando pretendemos que nos saia das mãos uma 'obra', senão de arte, pelo menos cheia de verdade.
Podemos escolher um colorido cheio de nuances. Podemos derrapar nos garridos, agarrar-nos aos tons pálidos, fugir dos berrantes. É sempre uma questão de escolha, a cor que se constrói. Que seja, preferiencialmente, uma escolha lúcida, ponderada, para que o 'quadro' pintado não saia bonito, mas vazio de conteúdo. Que seja uma amálgama de cores escolhidas a dedo, mas harmoniosas e com sentido. Que não choquem umas nas outras e antes que se completem.
Que, no fim, a soma das cores seja maior que a palete com que começámos. Que o resultado final nos transmita, mais do que uma linda tela, uma resenha duma história com princípio, meio e fim.
Que consiga, mais do que tudo, perpetuar um momento, um sentimento, um sentido.
Que quem a criou goste mais do resultado do que qualquer outro que o aprecie.
Que eu consiga um dia, pintar o que me vai na alma, sem esborratar tudo, no fim...
(é isto que eu vou aprendendo, devagar...)
trim trim...tocou o telefone e vou atender, porque sim...
:)
sexta-feira, dezembro 24, 2004
O meu Perú é uma Perua!
Descobri isso porque, que eu saiba, um peru não vem com ovos lá dentro. Ah pois.
E gaja que é gaja (seja perua ou galinha), não vai para a mesa da consoada sem um cinto de ligas vermelho. Foi o que lhe arranjei.
Para além de comestível vai muito mais apresentável.
Vivó Natal.
E gaja que é gaja (seja perua ou galinha), não vai para a mesa da consoada sem um cinto de ligas vermelho. Foi o que lhe arranjei.
Para além de comestível vai muito mais apresentável.
Vivó Natal.
quinta-feira, dezembro 23, 2004
Prestar Atenção!
Eu sou uma distraída atenta. Até pode parecer paradoxal mas não é...sou selectiva na distracção. E costumo prestar atenção a pormenores que escapam à maioria.
Exemplo: não sei como se chama a pessoa que acabaram de me apresentar, mas sei, de certezinha, a côr dos olhos e se rói as unhas. Sei se vai mais de uma vez por mês ao cabeleireiro ou ao barbeiro. Pelo cheiro, distingo a personalidade, forte ou moldável.
De resto, acho que é nos detalhes que encontramos a verdade das coisas. No ponto mais pequenino duma tela onde, rascunhado, se encontra o autor, pormenor fora da arte mas que regista a criatividade, com uma assinatura.
É na escolha dos ingredientes certos que reside o segredo da receita.
Deliciem-se neste Natal com Queijo do Céu, Rabanadas, Fatias Douradas, Broas de Mel, Bolo Rei, e isso tudo...
E estejam atentos...prestem atenção aos pormenores, por menores que vos pareçam.
Feliz Natal!
Di
Exemplo: não sei como se chama a pessoa que acabaram de me apresentar, mas sei, de certezinha, a côr dos olhos e se rói as unhas. Sei se vai mais de uma vez por mês ao cabeleireiro ou ao barbeiro. Pelo cheiro, distingo a personalidade, forte ou moldável.
De resto, acho que é nos detalhes que encontramos a verdade das coisas. No ponto mais pequenino duma tela onde, rascunhado, se encontra o autor, pormenor fora da arte mas que regista a criatividade, com uma assinatura.
É na escolha dos ingredientes certos que reside o segredo da receita.
Deliciem-se neste Natal com Queijo do Céu, Rabanadas, Fatias Douradas, Broas de Mel, Bolo Rei, e isso tudo...
E estejam atentos...prestem atenção aos pormenores, por menores que vos pareçam.
Feliz Natal!
Di
quarta-feira, dezembro 22, 2004
40º Natal sem contar com um dentro do útero materno...
Pus-me a pensar e acho que tenho, não 40 anos mas 41. Pelas minhas contas, terei sido concebida lá para Outubro de 1963. Existi nesse natal, embrionária e quentinha. Desejada acho que fui, embora extemporânea tendo em conta que tenho um irmão com menos de 13 meses de difererença (é...aquela história tão sixtys de que, amamentando, não se engravidava).
De qualquer maneira, hoje dia 22 de Dezembro, afirmo com segurança que será um dos melhores natais de sempre. Estou feliz, serena e em paz.
:)
De qualquer maneira, hoje dia 22 de Dezembro, afirmo com segurança que será um dos melhores natais de sempre. Estou feliz, serena e em paz.
:)
terça-feira, dezembro 21, 2004
A propósito de nada!
..., declaro sob minha honra que, a partir deste momento, vou passar a prestar mais atenção aos pormenores das coisas corriqueiras e (aparentemente) destituidas de interesse. É que se descobre cada coisa a observar os transeuntes, as montras duma loja chinesa, ou mesmo os compradores de bolo-rei.
Atentos ao movimento duma qualquer pastelaria, pode fazer-se a resenha do momento que vivemos e a solidão que nos acompanha.
Hoje vi à venda mini bolo-rei. E vi um senhor encomendar um, às fatias. Lembrei-me que, mesmo assim, em dose única, aquela pessoa rejeitou a solidão, ao solicitar que o 'bocadinho' fosse partilhável, em partes iguais. O segredo está em multiplicar, em vez de dividir...sábio, aquele velhote!
Feliz quem sabe!
Eu vou aprendendo...
Atentos ao movimento duma qualquer pastelaria, pode fazer-se a resenha do momento que vivemos e a solidão que nos acompanha.
Hoje vi à venda mini bolo-rei. E vi um senhor encomendar um, às fatias. Lembrei-me que, mesmo assim, em dose única, aquela pessoa rejeitou a solidão, ao solicitar que o 'bocadinho' fosse partilhável, em partes iguais. O segredo está em multiplicar, em vez de dividir...sábio, aquele velhote!
Feliz quem sabe!
Eu vou aprendendo...
segunda-feira, dezembro 20, 2004
Circunstâncias Felizes!
Há coisas do arco da velha. Haja velha, e arco.
Um dia achei que tinha chegado o fim. Há uns 4 anos atrás, sentada no sofá, da minha casa. Era (será ainda mas já não minha) uma casa soalheira e ampla, ali aos Anjos, perto da Embaixada de Itália.
Antes de prosseguir o assunto que me levou a abrir este post, confesso aqui, publicamente, que uma vez arranquei o retrovisor do VW Golf da 'ministra' italiana (para quem não domina a língua de César, 'ministra'=embaixadora), numa manobra pouco hábil ao volante do meu pópó. Como pessoa honesta que sou, perdi uma manhã inteira na Embaixada a explicar isso, a uma cambada de italianos (por acaso lindos de morrer), que não percebiam patavina do que lhes dizia.
Essa casa é mágica e doeu-me muito vendê-la.
Um dia, acho que por excesso de amor à dita, fiquei impossibilitada de sair dela. Nem por nada transpunha a porta, que me separava do resto do mundo. Deixei de conseguir trabalhar, de ir às compras, de passear, enfim, reduzi-me aos 130 m2 de área útil, excluindo um jardim lindo de calçada portuguesa, com um frondoso limoeiro que me dava a sombra e que me acolhia quando precisava de luz natural.
Podia ser uma situação romântica, mas não. O diagnóstico adiantado foi tudo menos doce: síndrome de pânico.
Tratável, disse o psi. Acreditei.
Já lá vão 4 anos, consegui sair e voltar a trabalhar. Consegui até vender essa casa e mudar-me para um bairro melhor. O síndrome, esse malandro, persistiu até hoje, mais ou menos camuflado.
A parte boa: acredito que é agora que o mando pastar...ó se mando!
Vão ver, pahs!
Deve ser por estar feliz...
:)
Um dia achei que tinha chegado o fim. Há uns 4 anos atrás, sentada no sofá, da minha casa. Era (será ainda mas já não minha) uma casa soalheira e ampla, ali aos Anjos, perto da Embaixada de Itália.
Antes de prosseguir o assunto que me levou a abrir este post, confesso aqui, publicamente, que uma vez arranquei o retrovisor do VW Golf da 'ministra' italiana (para quem não domina a língua de César, 'ministra'=embaixadora), numa manobra pouco hábil ao volante do meu pópó. Como pessoa honesta que sou, perdi uma manhã inteira na Embaixada a explicar isso, a uma cambada de italianos (por acaso lindos de morrer), que não percebiam patavina do que lhes dizia.
Essa casa é mágica e doeu-me muito vendê-la.
Um dia, acho que por excesso de amor à dita, fiquei impossibilitada de sair dela. Nem por nada transpunha a porta, que me separava do resto do mundo. Deixei de conseguir trabalhar, de ir às compras, de passear, enfim, reduzi-me aos 130 m2 de área útil, excluindo um jardim lindo de calçada portuguesa, com um frondoso limoeiro que me dava a sombra e que me acolhia quando precisava de luz natural.
Podia ser uma situação romântica, mas não. O diagnóstico adiantado foi tudo menos doce: síndrome de pânico.
Tratável, disse o psi. Acreditei.
Já lá vão 4 anos, consegui sair e voltar a trabalhar. Consegui até vender essa casa e mudar-me para um bairro melhor. O síndrome, esse malandro, persistiu até hoje, mais ou menos camuflado.
A parte boa: acredito que é agora que o mando pastar...ó se mando!
Vão ver, pahs!
Deve ser por estar feliz...
:)
domingo, dezembro 19, 2004
E se, de repente...
O seu PC lhe oferecer flores? Isso é SPAM...
(actualização de um jingle publicitário, muito em voga há uns anos atrás...)
Plim!
(actualização de um jingle publicitário, muito em voga há uns anos atrás...)
Plim!
Apelo Sério!
Sub-título: Politiquices!
Falar de política é aborrecidíssimo.
Com o aproximar das eleições o tema é recorrente mas nem por isso excitante.
A pergunta: em quem vais votar (reparem que é questionado 'quem' e não 'que partido'), deixa-me sempre num misto de perplexidade e irritação, talvez porque, em rigor, não faça a mais pequena ideia da resposta...e não votar, ou votar nulo/branco, não são hipóteses a considerar.
Sendo assim, faço um apelo: podiam ajudar-me fazendo aqui uma 'mini-campanha eleitoral personalizada', que me ajudasse a decidir.
Antecipadamente agradecida,
Di
Falar de política é aborrecidíssimo.
Com o aproximar das eleições o tema é recorrente mas nem por isso excitante.
A pergunta: em quem vais votar (reparem que é questionado 'quem' e não 'que partido'), deixa-me sempre num misto de perplexidade e irritação, talvez porque, em rigor, não faça a mais pequena ideia da resposta...e não votar, ou votar nulo/branco, não são hipóteses a considerar.
Sendo assim, faço um apelo: podiam ajudar-me fazendo aqui uma 'mini-campanha eleitoral personalizada', que me ajudasse a decidir.
Antecipadamente agradecida,
Di
sábado, dezembro 18, 2004
O Sol de Inverno!
É estranho, o sol de inverno. Está lá mas não aquece, ou aquece pouco.
Estabeleço muitas vezes paralelismos, que têm tanto de disparatado como de surpreendente.
O sol de Inverno lembra-me o meu périplo por terras nórdicas e os bolos das pastelarias. Nunca são arrumados, como cá, a 'monte'. Estão acondicionados com arte, suculentos à vista, cheios de cor. Depois, tentação...pede-se um, trinca-se e bolas. Bolos sem açucar são como amor sem mimo.
Percebi que o sol de Inverno não tem a força que se esperaria dele e é quase fraudulento. Devia ser multado, cada vez que aparece no céu, cheio de luz, mas sem calor. É enganador, este sol, tal como os bolos suecos cheios de cor mas sem mimo, engano do paladar que não merece desilusão assim...
Quero o Verão de volta, e já...
(mais a mais vem aí o Natal e isso chateia-me...)
Estabeleço muitas vezes paralelismos, que têm tanto de disparatado como de surpreendente.
O sol de Inverno lembra-me o meu périplo por terras nórdicas e os bolos das pastelarias. Nunca são arrumados, como cá, a 'monte'. Estão acondicionados com arte, suculentos à vista, cheios de cor. Depois, tentação...pede-se um, trinca-se e bolas. Bolos sem açucar são como amor sem mimo.
Percebi que o sol de Inverno não tem a força que se esperaria dele e é quase fraudulento. Devia ser multado, cada vez que aparece no céu, cheio de luz, mas sem calor. É enganador, este sol, tal como os bolos suecos cheios de cor mas sem mimo, engano do paladar que não merece desilusão assim...
Quero o Verão de volta, e já...
(mais a mais vem aí o Natal e isso chateia-me...)
A Espada Era a Lei!
Pois, hoje é que foi...
Almofadei o chão e tudo, não vá cair redonda (sugestão dum leitor preocupado com a 'blogueira'), quando descobrir que não são 3, mas praí 10, os leitores deste humilde cantinho blogoesférico.
Tungas!
Almofadei o chão e tudo, não vá cair redonda (sugestão dum leitor preocupado com a 'blogueira'), quando descobrir que não são 3, mas praí 10, os leitores deste humilde cantinho blogoesférico.
Tungas!
quarta-feira, dezembro 15, 2004
Não deixa de ser curioso, isto...
Estive uma semana sem internet e sem telefone, ou vice-versa. A PT, no seu melhor, demorou todo esse tempo a tentar unir os dois cabos que me privavam do acesso às telecomunicações. Eu vi, juro, o emaranhado de fios que me separaram do serviço durante 7 longos dias, enquanto os operários se contorciam em dúvidas sobre qual juntar a qual. Caricato.
Depois, restabelecido o serviço, venho aqui a 'casa' na tentativa de actualizar a escrita e pimba: blog totalmente desformatado. Impossível escrever, depois duma demora inusitada a abrir o estaminé (ainda me ocorreu que tivesse trocado a 'chave') .
Bom, pensei em desistir, mais uma vez. Relembro que a minha anterior aventura 'bloguística' acabou assim, frustrada numa qualquer 'mal-function' ainda hoje ininteligível.
Mas ná...hoje, miraculosamente, para além da página abrir rapidamente, está tudinho nos conformes. Só para me contrariar porque, no fundo, descansava-me a desinspiração o facto de não conseguir escrever por responsabilidade imputável ao Sr. Bolgger, esse malandro. Hoje não havia desculpa e debito estas linhas, desconexas e ausentes de interesse, para além do relato factual da justificação da ausência.
Olhem, menos mal, pelo menos tema não me faltou. Amanhã é que é pior...
Bem hajam pela paciência, ó 3 leitores assíduos :)
Depois, restabelecido o serviço, venho aqui a 'casa' na tentativa de actualizar a escrita e pimba: blog totalmente desformatado. Impossível escrever, depois duma demora inusitada a abrir o estaminé (ainda me ocorreu que tivesse trocado a 'chave') .
Bom, pensei em desistir, mais uma vez. Relembro que a minha anterior aventura 'bloguística' acabou assim, frustrada numa qualquer 'mal-function' ainda hoje ininteligível.
Mas ná...hoje, miraculosamente, para além da página abrir rapidamente, está tudinho nos conformes. Só para me contrariar porque, no fundo, descansava-me a desinspiração o facto de não conseguir escrever por responsabilidade imputável ao Sr. Bolgger, esse malandro. Hoje não havia desculpa e debito estas linhas, desconexas e ausentes de interesse, para além do relato factual da justificação da ausência.
Olhem, menos mal, pelo menos tema não me faltou. Amanhã é que é pior...
Bem hajam pela paciência, ó 3 leitores assíduos :)
domingo, dezembro 05, 2004
Comoção e a Vergonha!
Sempre me perguntei porque terei vergonha de me comover.
Fui assim desde criança.
Via um filme e tinha vontade de chorar mas comovia-me em absoluto disfarce. Nunca me viram uma lágrima porque as entalava na garganta e não lhes permitia exposição.
Aprendi canto gregoriano durante uns anos e às vezes cantávamos em público. Era solista. A minha professora Helena vaticinava-me um futuro brilhante, nisto do canto. Mas, em dia de espectáculo, era só olhar para a audiência e ver a minha mãe lá, comovida com o meu dom, para querer fugir dali a sete pés.
É um caso para levar ao meu futuro terapeuta, que me explicará porque raio não consigo comoções públicas. Nem sequer suportar as dos outros, desde que relacionadas comigo...
Coisas...
Fui assim desde criança.
Via um filme e tinha vontade de chorar mas comovia-me em absoluto disfarce. Nunca me viram uma lágrima porque as entalava na garganta e não lhes permitia exposição.
Aprendi canto gregoriano durante uns anos e às vezes cantávamos em público. Era solista. A minha professora Helena vaticinava-me um futuro brilhante, nisto do canto. Mas, em dia de espectáculo, era só olhar para a audiência e ver a minha mãe lá, comovida com o meu dom, para querer fugir dali a sete pés.
É um caso para levar ao meu futuro terapeuta, que me explicará porque raio não consigo comoções públicas. Nem sequer suportar as dos outros, desde que relacionadas comigo...
Coisas...
sábado, dezembro 04, 2004
Create...
Ordem expressa aqui do Sr. Belogue, quando abro esta coisa.
Umas vezes mando-o 'pastar' e recuso o cumprimento. Outras, compelida por um sentimento de obediência cega, sigo as instruções. E publico.
Resenha de 2,5 dias em Terras do Sempre:
Noite escura, mar revolto. Penumbra sobre um oceano cinzento, de ondas sincronizadas furando o nevoeiro. Farol alerta, estrela do norte e paz interior. Felicidade por estar perante um espectáculo da natureza, nunca igual e sempre fascinante.
Dormir com o som das ondas entrando pela fresta, deixada propositadamente para que não se perca nem um segundo de sintonia com a maresia .
Menina do Mar, fui eu, aquelas noites.
Depois, percepção de um futuro, risonho. É possível ser feliz, tirando partido de momentos como estes, dados de mão beijada a quem estiver com atenção. Não é preciso nada a não ser os 5 sentidos mais um, o tal 6º, que faz a resenha dos outros e acrescenta a mais valia, a diferença.
Venho renovada, cheia de vida, na certeza de que, mais dia menos dia, vou ser absolutamente feliz, nos intervalos da distracção a que o quotidiano me obriga.
Música de fundo: In My Secret Live - Leonard Cohen
Umas vezes mando-o 'pastar' e recuso o cumprimento. Outras, compelida por um sentimento de obediência cega, sigo as instruções. E publico.
Resenha de 2,5 dias em Terras do Sempre:
Noite escura, mar revolto. Penumbra sobre um oceano cinzento, de ondas sincronizadas furando o nevoeiro. Farol alerta, estrela do norte e paz interior. Felicidade por estar perante um espectáculo da natureza, nunca igual e sempre fascinante.
Dormir com o som das ondas entrando pela fresta, deixada propositadamente para que não se perca nem um segundo de sintonia com a maresia .
Menina do Mar, fui eu, aquelas noites.
Depois, percepção de um futuro, risonho. É possível ser feliz, tirando partido de momentos como estes, dados de mão beijada a quem estiver com atenção. Não é preciso nada a não ser os 5 sentidos mais um, o tal 6º, que faz a resenha dos outros e acrescenta a mais valia, a diferença.
Venho renovada, cheia de vida, na certeza de que, mais dia menos dia, vou ser absolutamente feliz, nos intervalos da distracção a que o quotidiano me obriga.
Música de fundo: In My Secret Live - Leonard Cohen
quarta-feira, dezembro 01, 2004
Sexta-feira Volto!
Até lá, fiquem bem e não se esqueçam:
ólueis luquéte debráite sáidov laive!
Bye nicks! E não façam nada que vos maçe (dada a falta de perspicácia de alguns leitores, relembro que o 'ç' é um exercício humorístico e não um erro de palmatória) e façam tudo o que vos der prazer...
Ámen!
ólueis luquéte debráite sáidov laive!
Bye nicks! E não façam nada que vos maçe (dada a falta de perspicácia de alguns leitores, relembro que o 'ç' é um exercício humorístico e não um erro de palmatória) e façam tudo o que vos der prazer...
Ámen!
terça-feira, novembro 30, 2004
Catrapum!
O governo 'trambolhou'.
Grande alívio, o meu. Posso continuar, serenamente, na esperança da social-democracia, não esta, mas a sumarenta!
Eu tenho fé...ó se tenho!
Wheeeeeeeeeeeee...
Grande alívio, o meu. Posso continuar, serenamente, na esperança da social-democracia, não esta, mas a sumarenta!
Eu tenho fé...ó se tenho!
Wheeeeeeeeeeeee...
segunda-feira, novembro 29, 2004
A Causa das Causas...
...é ininteligível. Porque será que uma me apela ao coração mais do que outra?
Desde pequena que acontece comigo algo que não explico pela lógica. Entre consolar uma criança e abraçar um(a) velho(a) opto sistematicamente pelo(a) segundo(a).
Conheci os meus 4 avós e tive-os comigo até ao final da adolescência. Foram pessoas extraordinárias, os meus avós. Todos morreram serenos e com uma idade provecta (entre os 87 e os 94), no seu perfeito juízo, e num repente, como quero partir, também.
O que me fará não aguentar as lágrimas dum velho? D'onde virá esta dor incomensurável de sentir a solidão dele como minha? Não faço a menor ideia.
Sei uma coisa. As crianças têm, até pela sedução implícita que a idade tenra lhes dá, a simpatia expontânea do comum dos mortais. Já o velho causa, hoje em dia, uma repugnância de 'espelho do futuro' que se recusa, de forma autómata. Eu não recuso e admiro. Eu quero segurar todos os velhinhos do mundo no meu colo e dizer-lhes que os admiro, que sei que até o analfabeto tem um mundo de sabedoria que quero conhecer e que, dependesse de mim, seria obrigatório toda a gente ouvi-los meia-hora diária, a falar do que viveram e do que aprenderam.
Devia haver uma lei, que obrigasse os sobranceiros, adeptos da juventude eterna, a prestar atenção àquilo que é o seu futuro, se tiverem a sorte de lá chegar.
Por mim, todos os 'lares da 3ª, 4ª, 5ª e etc idades, deviam ser hotéis de luxo, de 6 estrelas, mínimo...
Aprendam depressa a ouvir a voz do passado. A do futuro ouve-se em automático, aqueloutra tem de se sintonizar...com atenção!
Plong...
Desde pequena que acontece comigo algo que não explico pela lógica. Entre consolar uma criança e abraçar um(a) velho(a) opto sistematicamente pelo(a) segundo(a).
Conheci os meus 4 avós e tive-os comigo até ao final da adolescência. Foram pessoas extraordinárias, os meus avós. Todos morreram serenos e com uma idade provecta (entre os 87 e os 94), no seu perfeito juízo, e num repente, como quero partir, também.
O que me fará não aguentar as lágrimas dum velho? D'onde virá esta dor incomensurável de sentir a solidão dele como minha? Não faço a menor ideia.
Sei uma coisa. As crianças têm, até pela sedução implícita que a idade tenra lhes dá, a simpatia expontânea do comum dos mortais. Já o velho causa, hoje em dia, uma repugnância de 'espelho do futuro' que se recusa, de forma autómata. Eu não recuso e admiro. Eu quero segurar todos os velhinhos do mundo no meu colo e dizer-lhes que os admiro, que sei que até o analfabeto tem um mundo de sabedoria que quero conhecer e que, dependesse de mim, seria obrigatório toda a gente ouvi-los meia-hora diária, a falar do que viveram e do que aprenderam.
Devia haver uma lei, que obrigasse os sobranceiros, adeptos da juventude eterna, a prestar atenção àquilo que é o seu futuro, se tiverem a sorte de lá chegar.
Por mim, todos os 'lares da 3ª, 4ª, 5ª e etc idades, deviam ser hotéis de luxo, de 6 estrelas, mínimo...
Aprendam depressa a ouvir a voz do passado. A do futuro ouve-se em automático, aqueloutra tem de se sintonizar...com atenção!
Plong...
domingo, novembro 28, 2004
Para Todos os Distraídos!
Informo que este relógio do 'belogue' é cumá dona dele: avariado.
Aliás, afirmo a pés juntos que são, precisamente, 21h e 58'.
Aliás, afirmo a pés juntos que são, precisamente, 21h e 58'.
sábado, novembro 27, 2004
quinta-feira, novembro 25, 2004
A Ausência
Primeiro, fui jantar fora e demorei-me.
Segundo, fui ao Pavilhão Atlântico receber uma pessoa...ah pois, eu e mais 17.000 caramelos de bom gosto:
A Anastasia é uma alma nobre. Talvez por ter cruzado os caminhos da provação ou talvez já o fosse antes disso. A música 'heavy on my heart' é a plenitude disso mesmo e ela cantou-a magistralmente, cheia da alma que transborda.
Eu tenho uma teoria: quem nasce com o dom que ela tem, de vibrar as cordas vocais e sair harmonia potente, tem obrigação de o partilhar. Sonhei cantar assim.
O espetáculo foi todo pensado para um ambiente 'cosy', mesmo no meio de 17.000 pessoas em extâse. Ela conseguiu a biunivocidade (acho que inventei esta palavra...desculpem os purista da língua), a maravilhosa diálise 'artista/publicuzinho' de que falava o saudoso Tony Silva.
Não parecia artista a debitar décibeis (embora os debitasse magistralmente), mas sim um de nós que, sobressaindo, se miscigenava conosco.
Aprendam, potenciais artistas, é assim que se chega lá.
Eu por mim, se já era fã, estou a seus pés.
Foi um momento memorável, ontem, no Atlântico.
Segundo, fui ao Pavilhão Atlântico receber uma pessoa...ah pois, eu e mais 17.000 caramelos de bom gosto:
A Anastasia é uma alma nobre. Talvez por ter cruzado os caminhos da provação ou talvez já o fosse antes disso. A música 'heavy on my heart' é a plenitude disso mesmo e ela cantou-a magistralmente, cheia da alma que transborda.
Eu tenho uma teoria: quem nasce com o dom que ela tem, de vibrar as cordas vocais e sair harmonia potente, tem obrigação de o partilhar. Sonhei cantar assim.
O espetáculo foi todo pensado para um ambiente 'cosy', mesmo no meio de 17.000 pessoas em extâse. Ela conseguiu a biunivocidade (acho que inventei esta palavra...desculpem os purista da língua), a maravilhosa diálise 'artista/publicuzinho' de que falava o saudoso Tony Silva.
Não parecia artista a debitar décibeis (embora os debitasse magistralmente), mas sim um de nós que, sobressaindo, se miscigenava conosco.
Aprendam, potenciais artistas, é assim que se chega lá.
Eu por mim, se já era fã, estou a seus pés.
Foi um momento memorável, ontem, no Atlântico.
segunda-feira, novembro 22, 2004
As Coisas Que Eu Ainda Não Sei!
Tantas. Tudo por aprender e tão pouco tempo de sobra.
Tenho esta convicção, desde novinha, que vou só viver meia vida. Que estou quase do lado de lá, mas sem angústia porque é qualquer coisa que há muito interiorizei. Não é fantasma e até me desperta alguma curiosidade, quase ânsia.
Teimo em achar que essa fatalidade (sem qualquer sentido pejorativo), não é porta fechada, mas porta aberta.
Uma coisa vos prometo: se for possível regressar para contar, regresso. E 'posto' aqui, no semifrio, logo que me seja possível materializar e ganhar corpo (?) que consiga matéria de pressão sobre as teclas...prometido!
Entretanto, vão-me aturando nesta forma pouco original, de 'ser humano', ou quase.
Ah...e um beijo...e isso!
(preciso só de mais 10 anitos)
Tenho esta convicção, desde novinha, que vou só viver meia vida. Que estou quase do lado de lá, mas sem angústia porque é qualquer coisa que há muito interiorizei. Não é fantasma e até me desperta alguma curiosidade, quase ânsia.
Teimo em achar que essa fatalidade (sem qualquer sentido pejorativo), não é porta fechada, mas porta aberta.
Uma coisa vos prometo: se for possível regressar para contar, regresso. E 'posto' aqui, no semifrio, logo que me seja possível materializar e ganhar corpo (?) que consiga matéria de pressão sobre as teclas...prometido!
Entretanto, vão-me aturando nesta forma pouco original, de 'ser humano', ou quase.
Ah...e um beijo...e isso!
(preciso só de mais 10 anitos)
domingo, novembro 21, 2004
O Google
Mudou as nossas vidas. Tudo o que procuramos está no google. E, se não está, não existe.
O google consegue encontrar-me as raízes e eu nem sonhava. Eu sou 'encontrável'. Não eu 'nick', mas eu 'eu'. Quem diria?! É um facto, eu apareço na rede mundial, universal e até, quem sabe, interplanetária, o que deve querer dizer que existo mesmo.
Estou mais descansada...fónix!
O google consegue encontrar-me as raízes e eu nem sonhava. Eu sou 'encontrável'. Não eu 'nick', mas eu 'eu'. Quem diria?! É um facto, eu apareço na rede mundial, universal e até, quem sabe, interplanetária, o que deve querer dizer que existo mesmo.
Estou mais descansada...fónix!
sexta-feira, novembro 19, 2004
Urso Maior
De repente é isto. Tema recorrente, sei.
Significado do título ou tradução da subliminar: 'o meu urso é maior que o teu'
Como ele é maior que uma qualquer constelaçãozita (pffff), tem de encontrar uma Ursa que não seja Menor. A ver se consegue :)
Significado do título ou tradução da subliminar: 'o meu urso é maior que o teu'
Como ele é maior que uma qualquer constelaçãozita (pffff), tem de encontrar uma Ursa que não seja Menor. A ver se consegue :)
Ketchup
Acabei de ter ideias perversas com o dito. Shame on me, que, à breve alusão de alguém (pois, tu mesmo) ao famoso molho de tomate adocicado e consistente, me fez deslocar à cozinha, abrir a porta do frigorífico, e fitar um frasco cheio de prazer transbordante mas ausente...é que eu estou maizómenos de dieta!
:)
(isto foi um poste provocatório e dirigido, e aproveito e peço desculpa ao resto da minha vasta audiência...lol)
:)
(isto foi um poste provocatório e dirigido, e aproveito e peço desculpa ao resto da minha vasta audiência...lol)
Karaoke
É reprodução em série de destruição de originais. Não gosto nada do conceito embora adore cantar. Canto no recato, though, sem partilhar fífias desabridas e perturbadoras da harmonia conseguida por quem se lembrou de inventar um tema e nele depositou a fé do sucesso.
Os bares de karaoke deviam ser poucos, reduzidos a sub-caves à prova de som e com reserva de direito de admissão.
Eu não sou democrática quando se trata de talento e bom-gosto . Ou há ou phodace...
(o vernáculo suaviza-se recorrendo a portugues antigo...dá-lhe um ar 'fino')
Os bares de karaoke deviam ser poucos, reduzidos a sub-caves à prova de som e com reserva de direito de admissão.
Eu não sou democrática quando se trata de talento e bom-gosto . Ou há ou phodace...
(o vernáculo suaviza-se recorrendo a portugues antigo...dá-lhe um ar 'fino')
quinta-feira, novembro 18, 2004
Sweet Madness
Às vezes, assim do nada, saímos da rotunda onde permaneciamos às voltas, ininterruptas, formando valas de 3 andares. Acontece...
Será raro, mas há coisas assim, guindastes daqueles que podem esse milagre.
Pimba, saí da rotunda e encontrei um caminho. A ver se acertei :)
Será raro, mas há coisas assim, guindastes daqueles que podem esse milagre.
Pimba, saí da rotunda e encontrei um caminho. A ver se acertei :)
Fábula
Era uma vez um urso e uma galinha que, contra todas as probablidades impostas pela natureza, se tornaram amantes. E amigos. Aliás, resolveram mesmo partilhar o mesmo tecto. A galinha mudou-se para a caverna do urso. Dividiam tudo, excepto as iguarias que escolhiam para as refeições, assunto tabu, regra tacitamente aceite pelos dois.
Na hora de as preparar instalava-se um clima estranho, de silêncio, em que ambos se esforçavam para disfarçar o mau estar resultante da impossibilidade de se perceberem nos gostos gastronómicos.
Às vezes acontecia, até, que o urso almoçava ou jantava outra galinha, mas tinha a preocupação na escolha duma o mais diferente possível da sua amiga (e certificava-se sempre da ausência de laços familiares do 'repasto' com a dita).
Já a galinha degustava iguarias que criavam no urso as maiores perplexidades.
Logo que terminavam a refeição, a sintonia reinstalava-se, para seu grande alívio.
Em tudo o resto se entendiam...
Não sei se foram felizes para sempre, nem acho sequer que esse facto releve. Só retenho o quão maravilhoso é uma galinha e um urso conseguirem contrariar as regras da cadeia alimentar...
Na hora de as preparar instalava-se um clima estranho, de silêncio, em que ambos se esforçavam para disfarçar o mau estar resultante da impossibilidade de se perceberem nos gostos gastronómicos.
Às vezes acontecia, até, que o urso almoçava ou jantava outra galinha, mas tinha a preocupação na escolha duma o mais diferente possível da sua amiga (e certificava-se sempre da ausência de laços familiares do 'repasto' com a dita).
Já a galinha degustava iguarias que criavam no urso as maiores perplexidades.
Logo que terminavam a refeição, a sintonia reinstalava-se, para seu grande alívio.
Em tudo o resto se entendiam...
Não sei se foram felizes para sempre, nem acho sequer que esse facto releve. Só retenho o quão maravilhoso é uma galinha e um urso conseguirem contrariar as regras da cadeia alimentar...
terça-feira, novembro 16, 2004
Perto dos Calcanhares
Será isso que é isso que se quer dizer, quando se fala no fundo bom das pessoas?
Eu, perto dos calcanhares tenho o tornozelo. Não é um mau tornozelo, de facto, mas podia ser melhor. Podia encerrar mistérios, mas é só um tornozelo. Podia criar perplexidades, mas não cria.
Acho que o meu 'fundo' reside noutro qualquer sítio do meu corpo. Ou até fora dele. É que ele é um bom fundo, disso tenho a certeza, ao contrário do que me escapa no tornozelo.
Eu choro e rio, todos os dias. E vocês?
Uma tentativa de poema, porque sim:
Se fosse águia,
Se fosse,
Não comia o rato nem provava o sapo
Morria à fome sem provar
O que me parece doer
Quem os meus olhos turvar
Escapará de mim ileso
Quais desígnios de prazer...
Sem ter!
Toing...
Eu, perto dos calcanhares tenho o tornozelo. Não é um mau tornozelo, de facto, mas podia ser melhor. Podia encerrar mistérios, mas é só um tornozelo. Podia criar perplexidades, mas não cria.
Acho que o meu 'fundo' reside noutro qualquer sítio do meu corpo. Ou até fora dele. É que ele é um bom fundo, disso tenho a certeza, ao contrário do que me escapa no tornozelo.
Eu choro e rio, todos os dias. E vocês?
Uma tentativa de poema, porque sim:
Se fosse águia,
Se fosse,
Não comia o rato nem provava o sapo
Morria à fome sem provar
O que me parece doer
Quem os meus olhos turvar
Escapará de mim ileso
Quais desígnios de prazer...
Sem ter!
Toing...
segunda-feira, novembro 15, 2004
Acreditar
Chiça...começo a cansar-me disto!
Quando for grande a azelhice, que acredito é inversamente proporcional à minha idade, vai desaparecer. Sou uma pessoa de fé.
Ia eu escrever, antes do acidente, que acreditar é uma (?...não sei qualificar) coisa (hummm...ná), atitude (o melhor que se arranja) que me cria uma sensação de segurança. Acho mesmo que acredito nisso.
Acredito que a melhor solução é mesmo acreditar porque isso é, sem dúvida, metade do caminho.
Acredito, também, que será razoável pensar duas vezes antes de voltar a postar ausências de conteúdo.
Perdão e fui...
Quando for grande a azelhice, que acredito é inversamente proporcional à minha idade, vai desaparecer. Sou uma pessoa de fé.
Ia eu escrever, antes do acidente, que acreditar é uma (?...não sei qualificar) coisa (hummm...ná), atitude (o melhor que se arranja) que me cria uma sensação de segurança. Acho mesmo que acredito nisso.
Acredito que a melhor solução é mesmo acreditar porque isso é, sem dúvida, metade do caminho.
Acredito, também, que será razoável pensar duas vezes antes de voltar a postar ausências de conteúdo.
Perdão e fui...
domingo, novembro 14, 2004
Paz
Quando se encontra, é uma sensação estranha. Paradoxal.
Fica-se com a certeza de que, saboreando-a, não apetece perdê-la.
Começa aí, no entanto, a sentir-se essa mesma perda. A partir desse preciso momento, em que se encontra. É estranhíssimo. Quase como que perceber que a felicidade é uma fatalidade. Que com ela chega a noção clara de que antes, quando essa paz não exisitia, havia a serenidade de que ela chegaria...e agora, de repente, o medo que ela desapareça.
Mas isto são, tão só, ideias soltas num domingo que foi solarengo, e que agora acabou.
Plim.
Fica-se com a certeza de que, saboreando-a, não apetece perdê-la.
Começa aí, no entanto, a sentir-se essa mesma perda. A partir desse preciso momento, em que se encontra. É estranhíssimo. Quase como que perceber que a felicidade é uma fatalidade. Que com ela chega a noção clara de que antes, quando essa paz não exisitia, havia a serenidade de que ela chegaria...e agora, de repente, o medo que ela desapareça.
Mas isto são, tão só, ideias soltas num domingo que foi solarengo, e que agora acabou.
Plim.
sexta-feira, novembro 12, 2004
Queria Ser Um Caramelo ou Dois
Queria deixar um sabor doce por onde passasse. Queria que nunca me sentissem o fel. Queria que percebessem que sou muito mais do que se vê. Do que se toca. Do que se tem.
Eu e os meus fantasmas agradecemos à partida!
Ah, ouvi dizer que está a haver um congresso partidário, sabor a laranja. É assim? E que interesse terá? Bom, por acaso, até tem...pode custar-me a avença, a consultadoria, a exploração de mim a que chamam, pomposamente, aquisição de serviços.
O que me vale é esta força, hercúlea, que sempre me salvou.
:) um sorriso...
Eu e os meus fantasmas agradecemos à partida!
Ah, ouvi dizer que está a haver um congresso partidário, sabor a laranja. É assim? E que interesse terá? Bom, por acaso, até tem...pode custar-me a avença, a consultadoria, a exploração de mim a que chamam, pomposamente, aquisição de serviços.
O que me vale é esta força, hercúlea, que sempre me salvou.
:) um sorriso...
quinta-feira, novembro 11, 2004
5 Minutos!
Resolvi fazer uma experiência. Ao vivo e em directo porque eu sou corajosa. Ah pois sou.
Dou-me 5' para escrever o que me passar pela tola, sem filtro e no rules. Quando acabar o tempo, páro de escrever. Faça ou não sentido o que fica registado.
3, 2, 1...cá vai:
Gosto de smarties. Não sei se alguma vez o afirmei aqui. Sou, aliás, vergonhosamente gulosa desses pequenos 'drops' de cor, com chocolate lá dentro. Nunca os mastigo...deixo-os derreter na boca, até partirem.
Associada aos smarties vem uma confissão: eu sou uma péssima mãe; compro smarties e escondo-os; em locais pouco acessíveis a pessoas de metrimeio; quando essas pesoas se deitam, lá prás 21.30, é a hora do ataque (sei, uma vergonha).
Às vezes tenho sentimentos de culpa, mas até isso é raro, o que torna a coisa ainda pior. Mas que diabo, o que os olhos não vêem o coração não sente, lá diz o povo na sua imensa sabedoria. Só no dia em que descobrirem, os seres de metrimeio, podem cobrar-me isso e, se depender de mim
(acabaram os 5'...e ficamos assim)
Dou-me 5' para escrever o que me passar pela tola, sem filtro e no rules. Quando acabar o tempo, páro de escrever. Faça ou não sentido o que fica registado.
3, 2, 1...cá vai:
Gosto de smarties. Não sei se alguma vez o afirmei aqui. Sou, aliás, vergonhosamente gulosa desses pequenos 'drops' de cor, com chocolate lá dentro. Nunca os mastigo...deixo-os derreter na boca, até partirem.
Associada aos smarties vem uma confissão: eu sou uma péssima mãe; compro smarties e escondo-os; em locais pouco acessíveis a pessoas de metrimeio; quando essas pesoas se deitam, lá prás 21.30, é a hora do ataque (sei, uma vergonha).
Às vezes tenho sentimentos de culpa, mas até isso é raro, o que torna a coisa ainda pior. Mas que diabo, o que os olhos não vêem o coração não sente, lá diz o povo na sua imensa sabedoria. Só no dia em que descobrirem, os seres de metrimeio, podem cobrar-me isso e, se depender de mim
(acabaram os 5'...e ficamos assim)
quarta-feira, novembro 10, 2004
Jornalismo e Jornalistas
Nem sempre os segundos fazem o primeiro.
Hoje, ao ver o editorial dos jornais televisivos, tive vontade de gritar isto bem alto. Vejo muito pouca televisão mas, normalmente, espreito os noticiários, num zapping desenfreado à procura da notícia.
É, nem sempre encontro mais do que um arrazoado de reportagens sem qualquer interesse jornalístico. Podia esse arrazoado estar neste blog, ou noutro qualquer tão despretencioso quanto o meu. Assuntos da vidinha em vez de notícias. E mal escritos. E mal falados, ainda por cima.
Houve tempos em que quis ser jornalista. Segui Direito um pouco por isso, sabendo que esse curso não me impediria de, um dia se me apetecesse e alguém me quisesse ler, seguir por aí. Como tão bem sabemos, a licenciatura em comunicação-social é coisa relativamente recente e a média exigida um disparate.
Não aconteceu a escrita em escaparate...acabei por nunca escrever mais do que cartas inspiradas, privadas, dirigidas a 'pen-friends' residentes pralá das serras e dos oceanos.
O cúmulo hoje, e que me faz escrever estas linhas desencantadas, foi a pertinência jornalística (?) de, após a confirmação da morte de Arafat (finalmente...não me lembro de morte mais anunciada), resolverem que seria notícia ir saber como destilaram o seu ódio os colonos judeus ortodoxos, dum qualquer bairro em Jerusalém.
Sabem? Não tem interesse, vão por mim...mais, destila soda cáustica, para não dizer outra coisa...
Eu cá estou desencantada...amanhã passa, though!
Plim!
Hoje, ao ver o editorial dos jornais televisivos, tive vontade de gritar isto bem alto. Vejo muito pouca televisão mas, normalmente, espreito os noticiários, num zapping desenfreado à procura da notícia.
É, nem sempre encontro mais do que um arrazoado de reportagens sem qualquer interesse jornalístico. Podia esse arrazoado estar neste blog, ou noutro qualquer tão despretencioso quanto o meu. Assuntos da vidinha em vez de notícias. E mal escritos. E mal falados, ainda por cima.
Houve tempos em que quis ser jornalista. Segui Direito um pouco por isso, sabendo que esse curso não me impediria de, um dia se me apetecesse e alguém me quisesse ler, seguir por aí. Como tão bem sabemos, a licenciatura em comunicação-social é coisa relativamente recente e a média exigida um disparate.
Não aconteceu a escrita em escaparate...acabei por nunca escrever mais do que cartas inspiradas, privadas, dirigidas a 'pen-friends' residentes pralá das serras e dos oceanos.
O cúmulo hoje, e que me faz escrever estas linhas desencantadas, foi a pertinência jornalística (?) de, após a confirmação da morte de Arafat (finalmente...não me lembro de morte mais anunciada), resolverem que seria notícia ir saber como destilaram o seu ódio os colonos judeus ortodoxos, dum qualquer bairro em Jerusalém.
Sabem? Não tem interesse, vão por mim...mais, destila soda cáustica, para não dizer outra coisa...
Eu cá estou desencantada...amanhã passa, though!
Plim!
terça-feira, novembro 09, 2004
O Tempo e a Sincronia!
Estão directamente relacionados. Um é condição do outro. Curiosamente, chego à conclusão que devem ser brincalhões...um e o outro e um com o outro. O tempo teima em não ser sincrónico e a sincronia desafia o tempo.
Às vezes acho que tudo isto, que aqui se passa, não passa duma grande ironia. Lembro-me que abraço sempre as causas certas nas alturas erradas e que passo pelos acontecimentos relevantes da minha vida sem dar conta. Só mais tarde, muito mais tarde. Lá está a dessincronia, a malandra, a trocar-me as voltas.
Hoje, comentava com um amigo meu que fui cavaquista até no dia do bloqueio da ponte. E, curiosamente, continuo cavaquista. Dessincronia, tendo em atenção que já não há cavaquismo vigente nem sequer se vislumbra que volte.
Eu queria ser sincronizada e que o tempo fosse meu aliado. Não me parece que consiga...
Apre!
Às vezes acho que tudo isto, que aqui se passa, não passa duma grande ironia. Lembro-me que abraço sempre as causas certas nas alturas erradas e que passo pelos acontecimentos relevantes da minha vida sem dar conta. Só mais tarde, muito mais tarde. Lá está a dessincronia, a malandra, a trocar-me as voltas.
Hoje, comentava com um amigo meu que fui cavaquista até no dia do bloqueio da ponte. E, curiosamente, continuo cavaquista. Dessincronia, tendo em atenção que já não há cavaquismo vigente nem sequer se vislumbra que volte.
Eu queria ser sincronizada e que o tempo fosse meu aliado. Não me parece que consiga...
Apre!
segunda-feira, novembro 08, 2004
Normalidade!
Eu gosto do Luis Delgado mas eu não sou normal, dizem.
Eu gosto de lê-lo e ouvi-lo. Eu até acho o homem um charme.
De qualquer maneira, acho que estamos atolados num pântano tal de mediocridade que isso só pode influenciar a coisa.
E tenho uma tendência nítida para gostar de militância extrema, tipo Álvaro Cunhal e a sua cassete (não sei, fiquei na dúvida quanto ao nº de 't's).
Fosse eu esquerdalha e era da JCP (ok, ok, quem não me conhece que me compre) (Jota, pois...).
Isto tudo para que me percebam. Não sou normal? E depois? Pode-se?
Obrigada...
(hum...confesso que a ideia dum suplemento no DN ou no JN, da revista sub-6 me agradaria sobremaneira...)
Que lata que eu tenho...
Eu gosto de lê-lo e ouvi-lo. Eu até acho o homem um charme.
De qualquer maneira, acho que estamos atolados num pântano tal de mediocridade que isso só pode influenciar a coisa.
E tenho uma tendência nítida para gostar de militância extrema, tipo Álvaro Cunhal e a sua cassete (não sei, fiquei na dúvida quanto ao nº de 't's).
Fosse eu esquerdalha e era da JCP (ok, ok, quem não me conhece que me compre) (Jota, pois...).
Isto tudo para que me percebam. Não sou normal? E depois? Pode-se?
Obrigada...
(hum...confesso que a ideia dum suplemento no DN ou no JN, da revista sub-6 me agradaria sobremaneira...)
Que lata que eu tenho...
sábado, novembro 06, 2004
Patrocínio, Procura-se!
Não é o filho da D. Hermengarda.
É pilim, mesmo. E explico.
Há anos que me persegue uma ideia que tem tanto de estapafúrdia como de inexequível.
Pelo menos assim pensava, até há umas semanas atrás quando, em conversa com um amigo meu, jornalista de profissão, ele resolve achar que a dita até nem era parva de todo.
Bom, o comentário dele, se formos a ver, não foi de alento direccionado, porque só disse: oh pah, hoje em dia qualquer coisa vende.
É, confesso, foi mais assim.
De qualquer maneira, achei que, de entre as três pessoas que me lêem, poderia surgir um mecenas.
É que a ideia é uma boa ideia, ora vejam: quero publicar uma revista, exclusivamente feita por crianças até um máximo de 6 anos. Ou seja, é condição o facto de não saberem escrever uma linha (as sobredotadas estão fora, portanto).
Como a faria? Fácil. Procuro meninos e meninas que se notabilizem por serem irrequietos, inconvenientes q.b. (serve aquele irmão que sistematicamente ensina palavrões aos outros), interventivos e, se forem perguntadeiros, melhor.
Depois, muno-me de um gravador e, à vez, peço-lhes para escolherem um tema. A seguir, desbobinam para dentro da cassete tudo o que lhes ocorrer sobre o dito tema. Sem filto e 'no rules'. Não haverá qualquer tipo de censura. Tudo gravadinho, cada depoimento é passado, na íntegra para o papel, acompanhado ou não por ilustrações dos criadores, assim haja jeito. Uma foto serve de assintaura e admite-se que alguns escrevinhem umas letras por baixo ou apostem a sua impressão digital, em cor a escolher.
A revista seria vendida com a cassete aúdio como brinde.
Oh pah, pode ser uma ideia estapafúrdia, mas que eu adorava empreendê-la, adorava!
Anyone interested?
É pilim, mesmo. E explico.
Há anos que me persegue uma ideia que tem tanto de estapafúrdia como de inexequível.
Pelo menos assim pensava, até há umas semanas atrás quando, em conversa com um amigo meu, jornalista de profissão, ele resolve achar que a dita até nem era parva de todo.
Bom, o comentário dele, se formos a ver, não foi de alento direccionado, porque só disse: oh pah, hoje em dia qualquer coisa vende.
É, confesso, foi mais assim.
De qualquer maneira, achei que, de entre as três pessoas que me lêem, poderia surgir um mecenas.
É que a ideia é uma boa ideia, ora vejam: quero publicar uma revista, exclusivamente feita por crianças até um máximo de 6 anos. Ou seja, é condição o facto de não saberem escrever uma linha (as sobredotadas estão fora, portanto).
Como a faria? Fácil. Procuro meninos e meninas que se notabilizem por serem irrequietos, inconvenientes q.b. (serve aquele irmão que sistematicamente ensina palavrões aos outros), interventivos e, se forem perguntadeiros, melhor.
Depois, muno-me de um gravador e, à vez, peço-lhes para escolherem um tema. A seguir, desbobinam para dentro da cassete tudo o que lhes ocorrer sobre o dito tema. Sem filto e 'no rules'. Não haverá qualquer tipo de censura. Tudo gravadinho, cada depoimento é passado, na íntegra para o papel, acompanhado ou não por ilustrações dos criadores, assim haja jeito. Uma foto serve de assintaura e admite-se que alguns escrevinhem umas letras por baixo ou apostem a sua impressão digital, em cor a escolher.
A revista seria vendida com a cassete aúdio como brinde.
Oh pah, pode ser uma ideia estapafúrdia, mas que eu adorava empreendê-la, adorava!
Anyone interested?
sexta-feira, novembro 05, 2004
'Nodja'
Quem tenha um filho de 16 anos ouve isto amiúde (ora aqui está uma palavra de 'cota').
Hoje, ouvi-a mais amiúde que o costume, ou seja, de 5 em 5 minutos. Tudo porque tive o atrevimento de achar que ir ao 'Garage' (quem tem um filho de 16 anos também não precisa, no caso, de tradução simultânea) até às 6h da manhã, seria um disparate.
Custa dizer não. Pois custa. Mas por muitos 'nodja's que largue, não cederei. Resta saber se com isto o protejo seja do que for...vale a tentativa.
(o que o caramelo não sabe é que, se tivesse negociado, até às 3h ainda ia)
Sinto-me uma mãe de adolescente em pânico e sem manual de instruções.
Ai eu.
Hoje, ouvi-a mais amiúde que o costume, ou seja, de 5 em 5 minutos. Tudo porque tive o atrevimento de achar que ir ao 'Garage' (quem tem um filho de 16 anos também não precisa, no caso, de tradução simultânea) até às 6h da manhã, seria um disparate.
Custa dizer não. Pois custa. Mas por muitos 'nodja's que largue, não cederei. Resta saber se com isto o protejo seja do que for...vale a tentativa.
(o que o caramelo não sabe é que, se tivesse negociado, até às 3h ainda ia)
Sinto-me uma mãe de adolescente em pânico e sem manual de instruções.
Ai eu.
quinta-feira, novembro 04, 2004
Morte Anunciada
A história do fim anunciado de Arafat faz-me pensar nestas coisas das notícias, dos abutres e da casualidade.
E explico: Arafat há muito que estará doente e perto do fim. Sofre de Parkinson, que é uma doença altamente castradora e condicionante duma posição de destaque (veja-se o caso do Papa João Paulo II). Agora, terá leucemia, ou coisa assim. Agora, terá sido envenenado para acelerar o processo da passagem pró lado de lá.
Sabem o que eu acho? Acho que as pessoas vivem e depois morrem. A notícia de menor interesse, no meu mundo perfeito, seria a da morte. Morreu? Seja...que vá em paz.
Hoje, ao seguir as notícias, tive a noção plena de que estamos a anos luz da dita (luz). O interesse na morte sublima-se 'per si'.
A morte é o fim, percebem? A vida, o princípio, mesmo na véspera da partida. Quando se acaba, acaba. Os abutres darão conta, no momento em que a casualidade (mesmo previsível), nos agarra na curva da estrada.
Se eu fosse notável, gostava de ser notícia em vida. Na morte, pedia sossego...
E explico: Arafat há muito que estará doente e perto do fim. Sofre de Parkinson, que é uma doença altamente castradora e condicionante duma posição de destaque (veja-se o caso do Papa João Paulo II). Agora, terá leucemia, ou coisa assim. Agora, terá sido envenenado para acelerar o processo da passagem pró lado de lá.
Sabem o que eu acho? Acho que as pessoas vivem e depois morrem. A notícia de menor interesse, no meu mundo perfeito, seria a da morte. Morreu? Seja...que vá em paz.
Hoje, ao seguir as notícias, tive a noção plena de que estamos a anos luz da dita (luz). O interesse na morte sublima-se 'per si'.
A morte é o fim, percebem? A vida, o princípio, mesmo na véspera da partida. Quando se acaba, acaba. Os abutres darão conta, no momento em que a casualidade (mesmo previsível), nos agarra na curva da estrada.
Se eu fosse notável, gostava de ser notícia em vida. Na morte, pedia sossego...
Serenar
Ao som de Bruce Springteen é possível. Basta ter os assuntos resolvidos e escolher a música certa: Secret Gardens.
Haja quem perceba que eles existem e que isso não é, necessariamente, mau!
Ai o Bush ganhou? Ai que coisa...anda tudo distraído com o terrorismo e depois olha, fazem destas. Re-elegem-no. Pffffffffffff!
Tiro as botas e vou dormir serena, though...os EUA estão suficientemente longe para não me ameaçarem o sono!
(o Bruce é americano, não é...olha, às tantas não está longe, a América)
Haja quem perceba que eles existem e que isso não é, necessariamente, mau!
Ai o Bush ganhou? Ai que coisa...anda tudo distraído com o terrorismo e depois olha, fazem destas. Re-elegem-no. Pffffffffffff!
Tiro as botas e vou dormir serena, though...os EUA estão suficientemente longe para não me ameaçarem o sono!
(o Bruce é americano, não é...olha, às tantas não está longe, a América)
terça-feira, novembro 02, 2004
Momento Alto!
Subi pra cima dum banco! :D
(pronto, admito, piadola fraquita...)
O verdadeiro momento alto foi este: o Animal dos Marretas (vénia) linkou-me (boneco corado)!
Podia ser que não me ralasse. Mas ralo. Para além de adorar o raio do belogue dos gajos, dos próprios dos gajos também não desgosto (lol).
Agora, devo uma explicação a todos os que acham que sou uma info-excluída: sou mesmo!
Mas sabem que mais? Se não me distingo pelo humor na escrita, pela sagacidade dos conteúdos, pela fluência da escrita, distingue-me o facto de ser a única infocoiso que não pretende deixar de o ser.
Ou seja, e para resumir: não vou ter links dos amigos; não vou postar fotos; não vou acrescentar 'bonecrada'...nem nada dessas coisas normais!
Para ser sincera, acho esta ideia uma boa ideia e, como sou preguiçosa, convém-me !
De qualquer maneira, vós 'estáindes' sempre presentes nos meus 'postes' ! 'Estáindes' sim...
Vós 'fazendes' parte dos raros momentos do dia em que o meu riso se solta...
Beiijos em 'vozes' pahs.
Saravá!
(pronto, admito, piadola fraquita...)
O verdadeiro momento alto foi este: o Animal dos Marretas (vénia) linkou-me (boneco corado)!
Podia ser que não me ralasse. Mas ralo. Para além de adorar o raio do belogue dos gajos, dos próprios dos gajos também não desgosto (lol).
Agora, devo uma explicação a todos os que acham que sou uma info-excluída: sou mesmo!
Mas sabem que mais? Se não me distingo pelo humor na escrita, pela sagacidade dos conteúdos, pela fluência da escrita, distingue-me o facto de ser a única infocoiso que não pretende deixar de o ser.
Ou seja, e para resumir: não vou ter links dos amigos; não vou postar fotos; não vou acrescentar 'bonecrada'...nem nada dessas coisas normais!
Para ser sincera, acho esta ideia uma boa ideia e, como sou preguiçosa, convém-me !
De qualquer maneira, vós 'estáindes' sempre presentes nos meus 'postes' ! 'Estáindes' sim...
Vós 'fazendes' parte dos raros momentos do dia em que o meu riso se solta...
Beiijos em 'vozes' pahs.
Saravá!
Pequeno Apontamento de somenos Importância
Nunca mais tiro a armadura...nem para tomar banho.
E prometo, pronto...
E prometo, pronto...
segunda-feira, novembro 01, 2004
Perspicácia!
Eu tenho disso a rodos, perdoem-me a imodéstia.
Se me serve para alguma coisa? Não descobri ainda...ou melhor, descobri que às vezes é um empecilho.
De qualquer maneira, é giro ver para além do óbvio. É fantástico apanhar ideias no ar. É maravilhoso ver entre o preto e o branco.
Quanto àqueles que, como eu, rejubilam com a diversidade de côres, por muito que por vezes isso seja o vislumbre da desilusão, não queiram paletes monocromáticas...nada mais redutor!
E agora, vão à vossa vida, sempre com juízo...mas pouco!
Se me serve para alguma coisa? Não descobri ainda...ou melhor, descobri que às vezes é um empecilho.
De qualquer maneira, é giro ver para além do óbvio. É fantástico apanhar ideias no ar. É maravilhoso ver entre o preto e o branco.
Quanto àqueles que, como eu, rejubilam com a diversidade de côres, por muito que por vezes isso seja o vislumbre da desilusão, não queiram paletes monocromáticas...nada mais redutor!
E agora, vão à vossa vida, sempre com juízo...mas pouco!
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