terça-feira, janeiro 28, 2014

No No No No Nooooo

Isto é (WTF)?!?!


Bom, há campanhas más. Dado adquirido.
Depois há campanhas para lá disso, assim para o péssimo.
Acabei de ver na FOX a coisa mais abjecta para angariar dadores de sangue: levam de troco produtos relacionados com "The Fu****** Walking Dead"???
Para fãs da série é dar sangue e recebem um poster dum walker a comer alguém (e, para aqueles com mente sexualmente muito activa, não é "esse" comer)?...
Pior dos piores, portanto péssimo...é patrocinado pelo Instituto Português do Sangue!
Pessoas, ensandecesteis?

Eia, a sério!

sábado, janeiro 11, 2014

New Star(T)

A minha vida recomeça, curiosamente e por mera coincidência (não acredito nada no primeiro de Janeiro), neste início de 2014.
Espero estar bem de saúde para esta aventura.
Suplico a Deus que me tenha dado todas as pistas certas, é verdade. A Deus.
É muito bom ter Fé, gostava mesmo que todos fôssemos com Ela abençoados mas não é assim.
Quem tem Fé vive melhor, num conforto que só quem A tem sabe.
Rezar, por exemplo, vale muitos euros num psicólogo, psiquiatra, whatever.
Eu rezo desde sempre, umas vezes com mais convicção do que outras, é certo, mas sempre certa de que enquanto o faço estou mais perto daquilo que peço.
E não suplico, só peço.
Fazendo-o, tenho como certo que os desígnios escritos serão atendidos, precisamente porque estão escritos para meu sossego.
Gosto muito de ter Fé e agradeço-o todos os dias.
Começo este ano com muitas mudanças boas na minha vida. Sim, Boas! Poderia "chorrilhar" um rol de queixas mas prefiro o que resulta das "janelas abertas, quando se fecha uma porta".
Por exemplo, vou mudar a minha vida. Se para melhor só Deus sabe, o Tal em que confio a minha caminhada.
Gosto de me sentir assim, em rotação, em permanente desafio, saindo da minha "zona de conforto".
Casa nova, trabalho novo (a ver se me safo numa coisa que nunca fiz e em que o teste será decisivo por outras tantas razões), e orgulhosamente acompanhada por mim.
É muito importante ter chegado à conclusão do que me faz feliz: depois de anos a viver comigo, é comigo que gosto de estar.
E, SE algum dia me passar pela cabeça dividir a minha vida com alguém, será, sem dúvida lá para os 90 anos (nunca lá chegarei, obviously), à porta dum LAR estupendo que nunca existirá, e poderei partir de mão dada com o companheiro de meses.

Nota: NADA neste poste é dramático, senão FELIZ!

terça-feira, janeiro 07, 2014

Se?

Se eu me ri, em círculo de amigos, da famosa frase do marisco/tremoço?
Ri!
Se me ri de uma ou outra "estória" sobre, verdadeira ou não?
Ri!...
A diferença é que eu sou a Graça Ninguém e aquilo a que me refiro foi "rido" na intimidade em amena cavaqueira.

Mais de resto, sobrancerias bacocas, triste figuras, faz quem jocosamente menoriza alguém em público, PARA o público.

Nem sequer tenho pena, porque essas têm, necessariamente, as galinhas.
E o tal, nunca sequer chegará a Galaró...

sábado, janeiro 04, 2014

Irritada...Íssima!

É. Sobremaneira irritada.
Sou "fona" do "How I met your mother", ou em tuguês "Foi Assim que Aconteceu". Vai daí, e porque queria guardar para a posteridade (que p'ra mim é coisa de uma dúzia d'anos, vá), gravei a suposta última temporada, anunciada vezes sem fim na Fox (o canal raposeiro, ó céus, cai-lhe o nome como uma luva).
Bom, ia escrevendo eu que gravei. E que guardei até ontem para uma noite de maratona televisiva a ver o suposto fim da série.
Grande, enorme ...desilusão.
Afinal nada, népias, null, kaput, niente.
Aquilo, além de não ser final nenhum, deixou-me às aranhas, "tótil".
Não acabou, nada de The End, azarico.
Queria mesmo saber porque raio nos ludribiam assim, nas nossas legítimas expectativas. Se esperam ganhar/fidelizar espectadores com estes perturbadores momentos de irritação, ó pás, desenganem-se.
Estou zangada cumó caraças e, imagine-se, até estou a ver o TLC (que, como sabemos, afecta o coração e, às vezes, até os rins).
Zangada, sobra-me ver o American Pie 432 (sem nunca ter visto o primeiro), porque, sabe-se lá, está na lista das Gravações.
Pessoa Sofre, ó SE!

(não desejo Bom Ano a ninguém, porque é dos "Dias" que devemos tratar...e só. Vai daí!)

segunda-feira, dezembro 30, 2013

É Hoje, Pois É


Que rebento a escala do "politicamente correcto" e rala-me pouquíssimo fazê-lo.

Vi há pouco (sem intenção, que eu nunca intendo ver/ouvir tal "pessoa humana"), Mário Nogueira a exigir a demissão do ministro da educação (as minúsculas impõem-se), baseando-se numa providência cautelar que passou num tribunal administrativo a favor da suspensão do "exame docente" (e decente, acrescento), a décima de nove chumabadas (ena pá, insiste, insiste, é o lema).
Tenho pena dos professores que, apesar de tudo, decidiram fazê-la e reconheço-lhes um grande mérito: não têm nada a temer.

Depois, o lixo que povoa Lisboa. Há pouco encontrei um cão abandonado (porcos dos humanos, quem é que faz uma coisa destas...enfim), a comer bocados dum saco de plástico, tentando chegar a uma lata de atum e, com isso, a destruir o dito saco e a espalhar todo o seu conteúdo na estrada. Sabem, pessoas que, estratégicamente, escolhem não trabalhar num serviço essencial, de saúde pública como a recolha do lixo, que isto não está bem. É como os dadores de sangue fazerem greve nesta altura, por exemplo, quando mais precisos são.
Dois cantoneiros conversavam, na Baixa lisboeta e deu para ouvir que ambos não queriam esta greve e explicavam que tantos dias seguidos sem vencimento era impensável, tal o rombo no orçamento mensal. Eram só dois, mas como os entendo.
Entretanto, o cão fez-me pensar.

Agora, talvez o pior dos meus pensamentos (definitivamente o pior e talvez inominável, mas pronto. Schumacher está às portas da morte, consequência dum acidente, enquanto esquiava na bela Áustria, onde parece estabeleceu residência. Divertia-se e correu mal. Ninguém está livre disso, de quase morrer a divertir-se.
Aquilo que me ocorreu (péssimo), o Grande Prémio de Formula 1 em que Ayrton Senna perdeu a vida. Vi-o em directo, sim. E chocou-me muito que a prova não tivesse sido interrompida e que (mais ainda), Schumacher tenha continuado rumo à victória e, no fim, não tenha guardado para si o sorriso com que nos brindou, de glória vã.

Que Deus lhe dê a mão, e que o traga são e salvo à vida que o meu querido brasileiro não consegui agarrar.
E isto é sincero, ou não fosse eu uma desbocada, para o bem e para...o resto!

sábado, dezembro 21, 2013

Pondo as Coisas em Perspectiva


Bom, um preliminar impõe-se. Sempre fui alérgica a "feminismos" por achar que o facto de aderir, ou até simpatizar, com tais movimentos me diminuía à partida. Optando por defender "causas de mulheres" dava ênfase aquilo que mais abomino: a discriminação pelo género.
Como sempre fui tratada em pé de igualdade com o sexo masculino, seja em contexto profissional como pessoal, nunca me foi apelativa esta "causa" que sempre achei disparatada no nosso país.
Pois bem, depois do intróito que se impunha, cumpre-me "dar a mão à palmatória", e faço-o depois de visionar uma reportagem sobre as mulheres (e os seus "não" direitos) na Arábia Saudita.
Tocou-me no ponto fraco, admiti-o sem pejo: a condução de veículos motorizados.
Pois que parece que por lá mulher não conduz porque é MULHER!
A sério? Século XXI?
Precisam dum tutor (com pilinha) para fazer coisas tão audazes quanto guiar, sair de casa sózinhas, falar (SIM, FALAR) com alguém que não seja família (e aqui o conceito "família" resume-se, básicamente, a aparentados do marido) e aberrações quejandas.

Hoje estou imbuída dum espírito tão feminista que até dói (aos "gaijos")

quarta-feira, dezembro 11, 2013

Publicidade Nataleira

Se no resto do ano a dita é uma chatice, na época natalícia é simplesmente INSUPORTÁVEL.
Senhores publicitários e pessoas que controlam os anúncios televisivos (já nem falo na Rádio, deixo essa para os ouvintes convictos, que eu só sintonizo à hora de preparar refeições), vós sois responsáveis por eu odiar perfumes, por eu há anos não conseguir ver um "Ferrero Rocher" sem desatar a rir (e não, não acho que a publicidade seja bem conseguida e rio-me exactamente pelo motivo contrário), a Shakira é uma cantora(?) não é? Bom, parece que agora também se perfuma com ela própria e deve ser uma coisa assim "cavalar". "J'adore Dior"? Sério? As minhas avós por acaso gostavam de "Eau de Rochas", é uma coisa parecida, certo? E não, não não não.

Este Natal, como há vários atrás, não vou comprar perfumes, ou chocolates, ou seja o que fôr tirem daí a idéia.
Com os "comerciais" que circulam por aí não compro NADA!
Melhor dizendo, compro o livro que estou a ler porque gosto.

Era só.
Um grande belhéque para as campanhas, assim GRANDE!

sábado, dezembro 07, 2013

Posta Muito Intelectual

Nota: como escrever um texto e conseguir parecer uma pessoa de pensamento elaborado

Infere-se da personalidade de quem escreve (ou refere sob forma de oralidade) "Eu, pessoalmente..." uma dissociação interior relativa.

sexta-feira, dezembro 06, 2013

Porque Raio Me Chamo Semifrio

Porque sou o paradoxo personificado
Enfim, o midlle of nowhere
Sendo de algures

Porque posso ser semi-fria sem ser
Como semi-quente por querer
Mas eu escolho

O Tempo
A Hora
O Momento

Sou eu sempre
Mas aos bocadinhos
À vez

sábado, novembro 30, 2013

Há Qualquer Coisa


Que me diz, sussurrando, que sim
Que há espaço para ti, aqui
Pode ser pequenino o espaço, até claustrofófico
Mas existe
E espera-te

(hoje foi o último dia do 11)

Post Scriptum (atrasadíssimo): Estava a falar da Árvore de Natal.

sábado, outubro 19, 2013

Eia! A Sério...

Porque será que, quando toca à verdadeira solidariedade civil (da dita sociedade), é cada um por si e tudo se torna num "salve-se quem puder"?
Porque raio, quando confrontados com a REAL situação do país (estamos sob resgate, lembram-se), cada um só pensa em assegurar as fronteiras da "sua hortinha". Solidariedade é uma coisa linda, desde que não mexam no "meu quintal".
Barda"coiso".
É um facto que todos gostaríamos de manter privilégios (como ter rendimentos certinhos, de preferência acima dos 2.000€/mês), mas é também um facto que, em tempos de penúria, "o mal tem de se dividir pelas aldeias".
Que o digam os que já nada têm.
Bolas!

quinta-feira, setembro 26, 2013

"Intimissimi"

Intervalo numa série da Fox.
Anúncio a um maravilhoso enganador de mamas.
Compre, compre: soutien que lhe dá um nº acima(?) e sem aros(?)
Pergunta: para que raio quer uma mulher um suporte "mamal" que distrai o(a) destinatário(a), que o(a) leva ao engodo?
E não me venham com a bela história de que, sem aros, a NOSSA aura fica bem mais nos tons que se desejam.
Quem usa estes truques, não os usando em benefício do próprio ego (obviamente), mas sim para chamar atenções alheias, que espécie de atenções procura?

Apoquentada, juro!

Rodapé: Falatava um "mi" no Intimissi. Pois, whatever!

terça-feira, setembro 03, 2013

Farta, Fartinha, Fartoza!

Farta:
E não é pelo lado bom do enfartamento generoso, aquele que fica, por exemplo, depois de um delicioso repasto.
Estou fartinha da TV portuguesa.
Da falta de qualidade, dos programas apresentados, da isenção noticiosa enfim, de tudo.
Acreditem ou não, há meses que não sintonizo nenhum dos x canais daqui do burgo.
Acontece que o mais velho costuma passear por lá e, derivado a esse facto, sou por vezes obrigada a televionar algo que, por incrível que pareça, lhe cativa o olho. Respeito o seu espaço e acedo à partilha do único aparelho cá de casa.
Aconteceu há pouco assistir à abertura dum telejornal em que a notícia era: este ano já ardeu uma área correspondente a 7 cidades de Lisboa...ahhhhhhhhhh, orgástico!
Quase tive pena do apresentador que, pouco depois, falava dos direitos adquiridos dos funcionários públicos, representados pelo Tribunal Constitucional, nomeadamente o "direito de confiança".
Rapidamente me pus a pensar nos meus direitos, que são quais, afinal?
A maioria da minha vida contributiva foi dedicada ao sector público, sempre com (ou sem) vínculo precário, por necessidade de preencher horas de trabalho daqueles que, vinculados, haviam de ter de fazer o que eu fazia.
Esta verdade insofismável foi vivida na primeira pessoa portanto, ai de quem se atreva a desmentir-me
O meu dia a dia normal sempre ultrapassou as 7h de que eles se arrogavam. Cheguei muitas vezes a casa sem tempo para o beijo nocturno nos meus três rapazes. Trabalhei no duro, não para assegurar qualquer posto mas sim por brio profissional. Sabia que das minhas análises céleres a pedidos de pagamento por parte de entidades que recorriam aos Fundos Europeus dependiam, de facto, muitos postos de trabalho privado.
E eu, privada no público, cumpria.
Estou desempregada do público, enquanto privada, vai em dois anos.
Tenho no lombo 24 anos de serviço a instituições que me pediram aquilo que lhes dei, mais o tal do brio.
Sobra-me nada.
Houve fogos por cá, que houve.
Se são mais do que no ano passado, são.
Se o TC acha inconstitucional a mobilidade, que ache.
Só não me conformo com esse tal "princípio da Confiança".
É porque sempre confiaram em mim mas, no fim, fui só uma privada desprovida de confiança.

E não sei porquê.

sábado, agosto 31, 2013

O Do Meio É dado Ao Pânico

Diz que os EUA atacaram a Síria, que começou a 3ª Guerra há p'raí 10', meu Deus mãe, vai tudo pelos ares, que tem pena de nos irmos todos pró galheiro tão cedo.
Não sei de nada, estava aqui quietinha e agora vou ver a Fox.
Rebentaram com a sensatez? Dane-se, só se vive uma vez.
E, se estiver mesmo a acontecer o que ele me diz, que morramos felizes.
Eu vou-me feliz, se tiver de ser agora!

(Egoísta? Egoista!)

domingo, agosto 25, 2013

25 de Agosto de 1988

Há 25 anos parti de Lisboa de avião, grávida de precisamente 7 meses, num misto de emoções muito forte.
Ardia o Chiado e, lá de cima, o estectáculo era impressonante. Sabia que no meio daquele caos estava a minha mãe, assistente social na Câmara de Lisboa, entretamto chamada pelo piquete para estar presente.
Deixou-me no aeroporto e seguiu para o cenário de guerra.

Lá em cima, muito em cima, em cima demais para o que eu queria, chorava.
Deixava para trás a família, partia para terras longínquas onde sabia esperar-me a falta óbvia de empatia por tudo o que acontecia na minha cidade.
Enganei-me.
Já em casa, de TV ligada, era o assunto do dia também.
Em Estocolmo falava-se de Lisboa, da tragédia, de mim enfim.

Foi talvez dos dias mais difíceis da mimha vida, aquele em que voei com o meu primogénito périnatal, sabendo que o regresso tardaria e que Lisboa não seria mais a mesma.


sábado, agosto 24, 2013

Os Fogos, A Morte e os Gelados

Parece não fazer sentido este título, mas faz.

Os fogos lembram-me sempre um filho duma pessoa bastante próxima, de quem gostava muito. Incendiário, doente mental e alcoólico. Pegava fogos porque gostava de ver aquelas cores do lume, das labaredas, do xinfrim associado, dos cheiros a terra queimada, de tudo.
Não percebia, porque não podia, que aquilo era um inferno para quem lutava sempre para apagar o que ele queria ver propagado.
Não percebia o que era um Bombeiro nem porque diabo era aquele o nome que lhe davam: Bombeiro faz Bombas, é assim não é?
Não é, mas para o caso não interessa. Interessa que para ele, homónimo do meu mais novo, os Bombeiros serviam para por bombas e não para apagar triunfos seus.
Vistas as coisas com a devida distância o homónimo queria só fogo como nas festas, só que maior.

Morreram vários Soldados da Paz nestes dias, chamo-lhes assim, prefiro.
Morreram mal.
Morre-se sempre mal, digo eu!
Morre-se pior no entanto, e como é o caso, se se morre somente por amor ao outro, de forma totalmente altruísta, sem qualquer benefício em causa própria.

Está tudo mal, digo eu.
Tudo.

Fui com os meus três filhos comer um gelado ali à Avenida de Roma.
E está fresco, o gelado e o tempo (meteorígicamente falando), e as dores apareceram, assim como um alerta para me manter de olho aberto.

Estou para lá de sensível, hoje.
Nada muito diferente de ontem mas, hoje, agradeci muito ter estes príncipes na minha vida.

sábado, agosto 17, 2013

Aos meus Dois (Três?) Leitores Portugueses

Assola-me esta dúvida:

Porque raio se escreve obSessão e, depois, personalizando a coisa, se desenvolve a palavra em obCecado?
A sério, elucidem-me, a ver de durmo sossegadita.

Notas de rodapé de somais importâcia:
 1. Os dois "s" que ali estavam antes eram gralha devido ao adiantado da hora na escrita do poste original;
2. Googlar antes de perguntar e vai-se a ver e a resposta está escarrapachado no link que se segue.

http://revistaescola.abril.com.br/lingua-portuguesa/pratica-pedagogica/como-se-explica-palavra-obcecado-ser-grafada-enquanto-obsessao-grafa-se-com-sistema-ortografico-539188.shtml


sexta-feira, agosto 16, 2013

O Momento Em Que Me Tornei Cínica

Revejo diariamente a série " O Sexo e a Cidade".
Posto o intróito, reparei há mais ou menos três episódios que o genérico foi alterado em 2001 (é explícito no episódio anterior ao referido que é esse o ano, coisas de memórias abortativas da Carrie Bradshaw), desaparecendo do mesmo as Torres Gémeas que dele faziam parte, do tal genérico ali referido há atrasado.

E que tem isso a ver com a minha "cinicalidade"? 

Tudo!

Acho ridículo, acho inclusivamente trágico, que se apague da memória colectiva algo que existiu e que se perpetua no imaginário da paisagem novaiorquina, por mais photoshop, filmshop whatever, que se faça.

O que aconteceu não se apaga, nem na memória muito menos num espaço que antecede uma série.
Série esta que tem na sua génese o viver da Cidade em causa.

Com ou sem sexo, as Torres pertencem-lhe.
Sempre!

segunda-feira, agosto 05, 2013

Uma Idéia

Há uns anos bons, antes de haver telemóveis, todos tinhamos Agenda de bolso, em que na contracapa existia um campo específico que rezava assim: "Em caso de acidente ligar para".
Aqui, deixávamos os números de telefone do ou dos familiares ou amigos que gostariamos de ver alertados em qualquer fatalidade que nos acontecesse fora do circuito fechado e protegido do lar.

Com o advento das novas tecnologias isto das Agendas que transportamos é história para a grande maioria de nós.

Assim, lembrei-me disto: que tal institucionalizar a forma de haver o mesmo contacto à mão, no caso de algum imprevisto que nos surpreenda, desta feita no telemóvel?
Para mim seria um contacto no dito com o nome "Acidente" que, criado propositadamente, conteria um ou mais números para que quem nos acudir possa ligar, logo após o óbvio 112.

Pode não parecer mas seria extremamente útil, uma vez que temos os contactos organizados por nomes e, como é bom de ver, ninguém sabe se fulano ou cicrano é filho(a)/neto(a)/marido ou mulher/namorado(a).

Há, de facto, muitos de nós que ainda são abençoados com mãe/pai e aí estarão com esse epíteto, mas para outros, muitos, já não há progenitor vivo, logo, é o vazio total de identificação familiar.

Se esta idéia se tornar numa "norma", será um regresso à humanização das nossas vidas, um regresso ao tempo em que nos sentíamos mais seguros neste campo tão melindroso como o da imprevisibilidade das coisas.

Uma idéia a seguir, digo eu!