Não gosto e nunca consegui gostar dos Xutos & Pontapés, abstendo-me de comentar a qualidade da sua música (apredrejamento certo e não é com esferovite).
Também detesto os Madre Deus que, para música a armar ao erudito para massas, não basta uma boa voz e um viloloncelo, desculpem qualquer coisinha (ui, desta vez o que virá).
Tenho um verdadeiro ódio de estimação: o David Fonseca e o grupo dele que, vejam só, nem me lembro do nome e que desde os gritinhos hitéricos e completamente fora do contexto do elemento feminino, às letras em inglês que fariam um autoctocnone das Terras de Sua Magestade ter de fazer um esforço hercúleo para lhes econtrar sentido, me fazem sentir assim com aquela vergonha como se tivesse alguma reponsabilidade por aquele projecto (agora acho que será mais pacífico).
Agora voltando aos Xutos, companheiros de lugares da adolescência por aqui pela Av. de Roma, com uns bons aninhos mais que eu, admito o preconceito.
Vê-los pedrados não ajudava.
Associar Xutos a xutos também não, porque no fundo e naquela altura, não me venham com merdas, era isso mesmo.
A música era boa?
Nem reparava porque só lhes via a Vida.
Isto para dizer que hoje, com 45 anos, os admiro. Big Time (eu não disse gosto, pay attention).
Com 16 anos era difícil.
Agora, com 45 percebo que cumpriram.
Que passado o que foi o passado, lhe deram a volta e que tinham e têm efectivamente valor.
Que são dos Bons no que fazem.
E que na frente
"vai quem já nada teme, vai o homem do leme"
O Martin adorou o concerto e disse com orgulho:
- mãe, toda a gente de todas as idades conhece as músicas dos Xutos.
E todos as cantaram.
Merecem! Lá isso...
sábado, maio 29, 2010
domingo, maio 23, 2010
Insónia
(coitada da sónia que não tem culpa nenhuma e que está sempre In pelas piores razões)
Hoje foi um dia duro, não digo de cão porque a Mousse prova que essa vida é principesca e quem ma dera.
O culminar da minha recente vida de detectiva, enfrentado o culpado depois de horas que pareceram dias, apanhado na rede montada acompanhada dos meus irmãos.
Entretanto, e durante a espera, congeminei todos os cenários e, à falta de melhor, preparei-me com uma tesoura de costura que mantive à mão não fosse ser preciso defender-me, defender-nos.
Sem pormenores descabidos que aqui não têm lugar, posso dizer que foi duro, muito duro.
Que sofro ainda as lágrimas da vítima e a dificuldade de punição do patife mas que acredito, tenho de acreditar, se fará justiça.
Entretanto a adrenalina persiste e o sono foge-me.
Aguardo a serenidade que os Anjos vão acabar por me trazer.
E à minha querida Tia, que não merecia esta desilusão aos 98 anos de idade.
Hoje foi um dia duro, não digo de cão porque a Mousse prova que essa vida é principesca e quem ma dera.
O culminar da minha recente vida de detectiva, enfrentado o culpado depois de horas que pareceram dias, apanhado na rede montada acompanhada dos meus irmãos.
Entretanto, e durante a espera, congeminei todos os cenários e, à falta de melhor, preparei-me com uma tesoura de costura que mantive à mão não fosse ser preciso defender-me, defender-nos.
Sem pormenores descabidos que aqui não têm lugar, posso dizer que foi duro, muito duro.
Que sofro ainda as lágrimas da vítima e a dificuldade de punição do patife mas que acredito, tenho de acreditar, se fará justiça.
Entretanto a adrenalina persiste e o sono foge-me.
Aguardo a serenidade que os Anjos vão acabar por me trazer.
E à minha querida Tia, que não merecia esta desilusão aos 98 anos de idade.
quinta-feira, maio 20, 2010
Passou um Mês
E eu tinha esta meta mental para apagar o seu contacto do telefone e o e-mail.
Alexandre, isto é que vai aqui uma confusão na minha cabeça?!
Que raio de novo luto esta Era nos obriga a viver?
Bom, para que saiba vou fazê-lo, convencida (esforço) que de facto não tem significado nenhum, este simbólico delete.
Não é? Não tem, pois não?
Gaita...
Alexandre, isto é que vai aqui uma confusão na minha cabeça?!
Que raio de novo luto esta Era nos obriga a viver?
Bom, para que saiba vou fazê-lo, convencida (esforço) que de facto não tem significado nenhum, este simbólico delete.
Não é? Não tem, pois não?
Gaita...
sábado, maio 15, 2010
"Des"Inquieta
Era como eu queria estar!
Bom, no meio de um papel de detectiva que entretanto me calhou e que me está a dar água pela barba que não tenho, o que significa que posso muito bem afundar-me na ausência desse limite da natureza devido ao género, fui ontem avisada por um amigo que anda a receber massivamente mails meus doutro endereço que não este (e que existe de facto, associado ao meu messenger), vídeos e coisas escabrosas, incluindo PEDOFILÍA.
Nesses mails, vêem visíveis todos os contactos que tenho e alguma vez tive no MSN.
Desste modo venho, para além do óbvio descartar de responsabilidade, gritar SOCORRO, COMO SE PÁRA ESTA MERDA?????
Pronto, estou mesmo mesmo mesmo apoquentada, como calculam!
Bom, no meio de um papel de detectiva que entretanto me calhou e que me está a dar água pela barba que não tenho, o que significa que posso muito bem afundar-me na ausência desse limite da natureza devido ao género, fui ontem avisada por um amigo que anda a receber massivamente mails meus doutro endereço que não este (e que existe de facto, associado ao meu messenger), vídeos e coisas escabrosas, incluindo PEDOFILÍA.
Nesses mails, vêem visíveis todos os contactos que tenho e alguma vez tive no MSN.
Desste modo venho, para além do óbvio descartar de responsabilidade, gritar SOCORRO, COMO SE PÁRA ESTA MERDA?????
Pronto, estou mesmo mesmo mesmo apoquentada, como calculam!
domingo, maio 09, 2010
Mexer
- Mexe-te, estou com pressa.
- Não mexas aí!
- Mexe isso bem senão agarra à panela.
- Não mexas comigo, não sabes com quem te metes.
- Mexer em certas memórias dói.
- Toca a mexer essas ancas e ir com a música.
-Estou que não posso. Nem me consigo mexer.
Hoje, preguiçosa, vou só mexer uns ovos com queijo ralado e tenho almoço!
(este poste mexe comigo...)
- Não mexas aí!
- Mexe isso bem senão agarra à panela.
- Não mexas comigo, não sabes com quem te metes.
- Mexer em certas memórias dói.
- Toca a mexer essas ancas e ir com a música.
-Estou que não posso. Nem me consigo mexer.
Hoje, preguiçosa, vou só mexer uns ovos com queijo ralado e tenho almoço!
(este poste mexe comigo...)
sexta-feira, abril 30, 2010
Canto
Há um canto onde canto
Acreditando que o canto, nesse canto, é muito mais que só canto
É hino com tino e chega fino ao destino
Quem o ouve que o louve
O meu cantado poema feito aqui no meu canto
Acreditando que o canto, nesse canto, é muito mais que só canto
É hino com tino e chega fino ao destino
Quem o ouve que o louve
O meu cantado poema feito aqui no meu canto
terça-feira, abril 20, 2010
Despojos do Dia
"O Site Semifrio da Dinada
Minha Querida Graça,
Estou em dívida contigo, mas vicissitudes várias fizeram com que só hoje venha dizer-te do teu site.
Gostei, francamente gostei. Tudo isto por todas as razões, a minha profunda amizade por ti. Ela não esmorece, ela é perene.
Em primeiro lugar agradeço a tua iniciativa de publicação do meu poema “Meditação sobre o Rio Tejo” – O meu bem-haja.
Na especialidade assinalo:
Vejo-te ruiva e bem. Não sei se estás menos, como gostarias, mas se estiveres mais, também não vejo problema, pois ruiva ou não ruiva és gira.
Na ida à quinta levavas um “Golden Retriever” pela mão, que grande amor, que trovão dos meus sonhos. Como se pode alguma vez abandonar tanto amor por estas “pessoas” da nossa Família. O seu olhar doce, o seu amor e compreensão profundas… Junto ficheiro com dois poemas que, se assim entenderes podes usar no teu site.
Pintas quadros bonitos na partida dos Filhos, na superficialidade que não tens, nunca terás.
O mar não seca, não pode secar, és frágil, mas és forte. Planos diferentes por vezes confundidos.
Vi a tua Mousse pela tua mão… Eu ia contigo com a minha Coca-cola pela minha mão…
Como estou com a tua sensibilidade, como me consigo identificar contigo e, com a emoção e, mesmo lágrimas, te digo “ Só espero não magoar ninguém nunca, … na descoberta dos atalhos, tanto amor deixado pelo caminho…”
“Pisa o chão / Assenta os pés / Ver com o coração” – “De mãos dadas é que vamos” - De facto sempre vi que perdeste altura porque és só coração.
“Descalça / Pés nus / Corres há muito pelos campos / Descalça / Sem medo das pedras / Mas medo das ervas daninhas … / Não corres em sonhos / Corres a vida” – Vou contigo nesta simbologia que resume magistralmente todas as pedras do caminho, desde… o sopro do coração aos cinco anos…
Reitero, garanto e testemunho vivamente “Sou uma Mulher (a letra maiúscula é minha) a sério, daquelas rijas, de mérito e de força / És paradoxal, és verdadeira”
Não tenho dúvidas no que se refere aos “Mares… O Pacífico pacificar-te-á”
Com toda a consideração, estima, muita estima e amizade deste teu amigo que acompanhaste quando as ervas daninhas e as pedras da vida me deixaram descalço, atordoado e… perdido
Alexandre
11/05/2008"
Cirurgia
À minha cadela de seu nome Coca-cola
Na mesa a cadela
A ser tosquiada
Aguarda o cirurgião…
Expectante e assustada,
De olhar angustiado,
Adormece anestesiada…
Deixamos a sala,
Com a comoção de que ali ficou
Parente nosso…
Nosso irmão…
Ela não fala, diz para nós,
Com os seus olhos,
Da sua esperança…
Tenho alma,
Mesmo sem voz…
Marini Portugal
Olivais Sul, 8 de Fevereiro de 2007
____________________________
A Morte
Homenagem à minha Cadela Teckel, de nome Coca-Cola,
falecida em 6 de Novembro de 2007 com treze anos e meio de idade
Vem companhia do meu enleio,
Sussurra-me teus segredos,
Teu coração treme em teu receio,
Olhos angustiados de medos…
Falas sem voz,
Tudo dizem teus olhos sábios,
Teu olhar é magia de voz,
Canta a dor e o amor em nossos lábios…
Ela calada há muito espiava,
A sua mão veio sem demora,
Era a morte que espreitando chegava,
Agora, agora, agora…
Nesta noite despida da cidade,
Saudades de ti alguém,
Fica o carinho da tua amizade,
Travo amargo de eu mais só, sem ninguém…
Foste companhia desejada,
Mais deserto só fiquei,
Viveste passo a passo em minha estrada,
Eras o mito com que sonhei…
Marini Portugal
Lisboa, Olivais Sul, 7 de Novembro de 2007
RE:
"Obrigada, Amigo Alexandre.
Porque isto da escrita nos retira refêrencias, diferenças, estatutos...
(embora eu sempre o vá respeitar como se respeita um pai...com AMOR, MUITO AMOR)
Graça
11/05/2008"
____________________________
Depois de mais de 20 anos de amizade, ganhei tanto de si.
E nunca me esqueço do seu Poema: As Filhas que Deus Me Deu, em que me considera uma delas.
Hei-de encontrá-lo e publicá-lo. Prometo!
Minha Querida Graça,
Estou em dívida contigo, mas vicissitudes várias fizeram com que só hoje venha dizer-te do teu site.
Gostei, francamente gostei. Tudo isto por todas as razões, a minha profunda amizade por ti. Ela não esmorece, ela é perene.
Em primeiro lugar agradeço a tua iniciativa de publicação do meu poema “Meditação sobre o Rio Tejo” – O meu bem-haja.
Na especialidade assinalo:
Vejo-te ruiva e bem. Não sei se estás menos, como gostarias, mas se estiveres mais, também não vejo problema, pois ruiva ou não ruiva és gira.
Na ida à quinta levavas um “Golden Retriever” pela mão, que grande amor, que trovão dos meus sonhos. Como se pode alguma vez abandonar tanto amor por estas “pessoas” da nossa Família. O seu olhar doce, o seu amor e compreensão profundas… Junto ficheiro com dois poemas que, se assim entenderes podes usar no teu site.
Pintas quadros bonitos na partida dos Filhos, na superficialidade que não tens, nunca terás.
O mar não seca, não pode secar, és frágil, mas és forte. Planos diferentes por vezes confundidos.
Vi a tua Mousse pela tua mão… Eu ia contigo com a minha Coca-cola pela minha mão…
Como estou com a tua sensibilidade, como me consigo identificar contigo e, com a emoção e, mesmo lágrimas, te digo “ Só espero não magoar ninguém nunca, … na descoberta dos atalhos, tanto amor deixado pelo caminho…”
“Pisa o chão / Assenta os pés / Ver com o coração” – “De mãos dadas é que vamos” - De facto sempre vi que perdeste altura porque és só coração.
“Descalça / Pés nus / Corres há muito pelos campos / Descalça / Sem medo das pedras / Mas medo das ervas daninhas … / Não corres em sonhos / Corres a vida” – Vou contigo nesta simbologia que resume magistralmente todas as pedras do caminho, desde… o sopro do coração aos cinco anos…
Reitero, garanto e testemunho vivamente “Sou uma Mulher (a letra maiúscula é minha) a sério, daquelas rijas, de mérito e de força / És paradoxal, és verdadeira”
Não tenho dúvidas no que se refere aos “Mares… O Pacífico pacificar-te-á”
Com toda a consideração, estima, muita estima e amizade deste teu amigo que acompanhaste quando as ervas daninhas e as pedras da vida me deixaram descalço, atordoado e… perdido
Alexandre
11/05/2008"
Cirurgia
À minha cadela de seu nome Coca-cola
Na mesa a cadela
A ser tosquiada
Aguarda o cirurgião…
Expectante e assustada,
De olhar angustiado,
Adormece anestesiada…
Deixamos a sala,
Com a comoção de que ali ficou
Parente nosso…
Nosso irmão…
Ela não fala, diz para nós,
Com os seus olhos,
Da sua esperança…
Tenho alma,
Mesmo sem voz…
Marini Portugal
Olivais Sul, 8 de Fevereiro de 2007
____________________________
A Morte
Homenagem à minha Cadela Teckel, de nome Coca-Cola,
falecida em 6 de Novembro de 2007 com treze anos e meio de idade
Vem companhia do meu enleio,
Sussurra-me teus segredos,
Teu coração treme em teu receio,
Olhos angustiados de medos…
Falas sem voz,
Tudo dizem teus olhos sábios,
Teu olhar é magia de voz,
Canta a dor e o amor em nossos lábios…
Ela calada há muito espiava,
A sua mão veio sem demora,
Era a morte que espreitando chegava,
Agora, agora, agora…
Nesta noite despida da cidade,
Saudades de ti alguém,
Fica o carinho da tua amizade,
Travo amargo de eu mais só, sem ninguém…
Foste companhia desejada,
Mais deserto só fiquei,
Viveste passo a passo em minha estrada,
Eras o mito com que sonhei…
Marini Portugal
Lisboa, Olivais Sul, 7 de Novembro de 2007
RE:
"Obrigada, Amigo Alexandre.
Porque isto da escrita nos retira refêrencias, diferenças, estatutos...
(embora eu sempre o vá respeitar como se respeita um pai...com AMOR, MUITO AMOR)
Graça
11/05/2008"
____________________________
Depois de mais de 20 anos de amizade, ganhei tanto de si.
E nunca me esqueço do seu Poema: As Filhas que Deus Me Deu, em que me considera uma delas.
Hei-de encontrá-lo e publicá-lo. Prometo!
Derradeiro Telefonema
E soube da partida.
Choro agora a saudade que sei estar a chegar.
Alexandre, até já*
Choro agora a saudade que sei estar a chegar.
Alexandre, até já*
sábado, abril 17, 2010
Fumos
Cada vez fumo menos.
Aliás, qualquer dia destes paro de vez.
Para uma paranóica da arrumação, das assimetrias e dos cheiros e limpezas é bom. Excelente, mesmo.
É a cinza e os cinzeiros. Lido muito mal com eles. Detesto vê-los sujos o que, para que fuma, é um martírio calculais.
A cinza então é a minha pior inimiga porque, não tendo qualquer aderência ou peso, voa. Voa dos cinzeiros à mais pequena brisa, voa com um espirro, com um mínimo encontrão, voa sempre...
Aquilo que agora acontece nos céus da Europa e que não é mais que cinza que, lá está, voa, não pousa nem por nada a cabrona filha da mãe, pela tal falta de aderência que lhe é característica e que eu faço corresponder à pouca espessura de sentido na sua existência pode, e isso é que me lixa com F, no Verão, deixar-me em sobressalto.
Pelo facto mais que aqui gasto e descrito que os meus filhos têm uma metade sueca que me fode a cabeça (desculpem a parte da cabeça), que mos leva para lá no passarinho metálico contra a minha vontade!
Raisparta a evolução, que bem podia só haver cavalos, asnos, ou burros!!!
Aliás, qualquer dia destes paro de vez.
Para uma paranóica da arrumação, das assimetrias e dos cheiros e limpezas é bom. Excelente, mesmo.
É a cinza e os cinzeiros. Lido muito mal com eles. Detesto vê-los sujos o que, para que fuma, é um martírio calculais.
A cinza então é a minha pior inimiga porque, não tendo qualquer aderência ou peso, voa. Voa dos cinzeiros à mais pequena brisa, voa com um espirro, com um mínimo encontrão, voa sempre...
Aquilo que agora acontece nos céus da Europa e que não é mais que cinza que, lá está, voa, não pousa nem por nada a cabrona filha da mãe, pela tal falta de aderência que lhe é característica e que eu faço corresponder à pouca espessura de sentido na sua existência pode, e isso é que me lixa com F, no Verão, deixar-me em sobressalto.
Pelo facto mais que aqui gasto e descrito que os meus filhos têm uma metade sueca que me fode a cabeça (desculpem a parte da cabeça), que mos leva para lá no passarinho metálico contra a minha vontade!
Raisparta a evolução, que bem podia só haver cavalos, asnos, ou burros!!!
sábado, abril 10, 2010
Seria, com Certeza, Assim
Iríamos ver o Sporting jogar, no Estádio de Alvalade.
Com o teu entusiasmo, seria ainda mais Lagarta, mais Leoa. e rugiria a plenos pulmões, a propósito e a despropósito.
Tu de mini na mão e eu, na minha, com uma daquelas novas Lusos Adelgaçantes.
O resultado, de somenos importância.
Seria, com certeza, assim...
Com o teu entusiasmo, seria ainda mais Lagarta, mais Leoa. e rugiria a plenos pulmões, a propósito e a despropósito.
Tu de mini na mão e eu, na minha, com uma daquelas novas Lusos Adelgaçantes.
O resultado, de somenos importância.
Seria, com certeza, assim...
quinta-feira, abril 01, 2010
domingo, março 21, 2010
Mandei-lhe um Mail
Estranhei não haver a habitual resposta imediata.
Amigos há mais de vinte anos, é sempre lesto nestas coisas.
Mas também é um desassossegado permanente. Escritor, formador, sempre aagarrado à máquina mas nem sempre com tempo de ir ao correio.
Depois..., depois é sempre aquela merda do costume. Eu bem achei estranho e o camandro e o raio que parta tudo e grande merda é o que é.
Estava agarrado à máquina sim.
Mas não a esta.
E se Deus quiser ainda está.
Porque senão, está aqui, atrás de mim a ver-me escrever debruçado sobre o computador a dizer:
_ filha, vê lá se ao menos não escreves com gralhas... mas palavrões, força neles que sabes que também eu quando me irrito!!!
Vou telefonar outra vez!
Amigos há mais de vinte anos, é sempre lesto nestas coisas.
Mas também é um desassossegado permanente. Escritor, formador, sempre aagarrado à máquina mas nem sempre com tempo de ir ao correio.
Depois..., depois é sempre aquela merda do costume. Eu bem achei estranho e o camandro e o raio que parta tudo e grande merda é o que é.
Estava agarrado à máquina sim.
Mas não a esta.
E se Deus quiser ainda está.
Porque senão, está aqui, atrás de mim a ver-me escrever debruçado sobre o computador a dizer:
_ filha, vê lá se ao menos não escreves com gralhas... mas palavrões, força neles que sabes que também eu quando me irrito!!!
Vou telefonar outra vez!
quinta-feira, março 11, 2010
Hoje é Dia de Festa
Ladram as Nossas Almas
Para a Cachorra Mousse
Uma Patada de Palmas
Três anos de Amor Incondicional...
Para a Cachorra Mousse
Uma Patada de Palmas
Três anos de Amor Incondicional...
segunda-feira, março 08, 2010
Discriminação Positiva Aceitável
"Hoje, em todos os Restaurantes do Mundo, servem-se Lagostas Suadas à descrição ÀS MULHERES de qualquer cor, credo, peso ou altura"
Issé quéra...
Issé quéra...
terça-feira, março 02, 2010
Sintonização
"Quase um Poema de Amor
Há muito tempo já que não escrevo um poema
De amor.
E é o que eu sei fazer com mais delicadeza!
A nossa natureza Lusitana
Tem essa humana Graça Feiticeira
De tornar de cristal
A mais sentimental
E baça Bebedeira.
Mas ou seja que vou envelhecendo
E ninguém me deseje apaixonado,
Ou que a antiga paixão
Me mantenha calado
O coração
Num íntimo pudor,
— Há muito tempo já que não escrevo um poema
De amor."
Miguel Torga, in 'Diário V'
sexta-feira, fevereiro 26, 2010
Humanização dos Serviços de Saúde
Constatei nestes últimos dias que nós, utentes, quandos nos deslocamos ao Hospital e enfrentamos a inevitável espera por um atendimento que urge, já não somos apenas um número.
Não, nada disso.
Agora somos mais que isso: somos uma letra, um hífen e depois sim, um número!!!
Um Salto de Sapo. Sapito, vá...!
Não, nada disso.
Agora somos mais que isso: somos uma letra, um hífen e depois sim, um número!!!
Um Salto de Sapo. Sapito, vá...!
quinta-feira, fevereiro 25, 2010
Tolices
A mensagem mais estúpida e ignorante que se tem ouvido por estes dias, da boca de diversas figuras de Estado:
"Neste momento de tragédia, os portugueses estão com a Madeira"
Triste...muito triste!
"Neste momento de tragédia, os portugueses estão com a Madeira"
Triste...muito triste!
sábado, fevereiro 20, 2010
quinta-feira, fevereiro 11, 2010
Polémica à Volta dos Choques Religioso/Cuturais
É tudo muito simples e não há que complicar.
Por exemplo, as (e já agora os) Fiscais da EMEL adorariam usar Burqa verde no exercício das suas funções.
Não podem.
É que nem sequer um véuzinho que só lhes mostre os olhos nem nada taditos!
Percebem?
Era só, por hoje.
Por exemplo, as (e já agora os) Fiscais da EMEL adorariam usar Burqa verde no exercício das suas funções.
Não podem.
É que nem sequer um véuzinho que só lhes mostre os olhos nem nada taditos!
Percebem?
Era só, por hoje.
sábado, fevereiro 06, 2010
No time No Time
O que é aliás muito, mas mesmo mesmo muito, bom sinal!
Só chega para copipaistes destes (assim bons):
Emily Dickinson (1830–86). Complete Poems. 1924.
Part One: Life
SUCCESS is counted sweetest
Só chega para copipaistes destes (assim bons):
Emily Dickinson (1830–86). Complete Poems. 1924.
Part One: Life
I
SUCCESS is counted sweetest
By those who ne’er succeed.
To comprehend a nectar
Requires sorest need.
Not one of all the purple host
Who took the flag to-day
Can tell the definition,
So clear, of victory,
As he, defeated, dying,
On whose forbidden ear
The distant strains of triumph
Break, agonized and clear.
To comprehend a nectar
Requires sorest need.
Not one of all the purple host
Who took the flag to-day
Can tell the definition,
So clear, of victory,
As he, defeated, dying,
On whose forbidden ear
The distant strains of triumph
Break, agonized and clear.
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