Podia ser o começo duma canção dançável dos anos 70.
Não é.
A minha vida é um carrossel (como devem ser todas as vidas que eu sou lúcida) mas, ultimamente, com mais downs que ups, infelizmente.
Não me dá sossego, o destino. Agora, duas coisas difíceis.
Primeira, um primo que amo como se fosse irmão internado. Diagnóstico: pancreatite. Gravidade? Bom, muita...risco de vida.
Segunda, faço de baby-sitter pelas piores razões. Além dos meus rebentos, acolho outro, o filho da Zica de que falei há tempos. Está aqui em casa enquanto ela se droga no andar contíguo.
Merda de vida.
Phodace!
sexta-feira, outubro 27, 2006
quarta-feira, outubro 25, 2006
Idade Maior
A esta hora, há 18 anos atrás, recebi a minha primeira benção maternal.
Hoje, essa benção, atinge a maioridade. Mas sempre foi grande.
Amo-te, Bernardo.
Hoje, essa benção, atinge a maioridade. Mas sempre foi grande.
Amo-te, Bernardo.
quarta-feira, outubro 18, 2006
Há Sempre Tempo Para...
Um sorriso rasgado.
Uma gargalhada sonora.
Um beijo roubado.
Uma guloseima proibida.
Em querendo...
Uma gargalhada sonora.
Um beijo roubado.
Uma guloseima proibida.
Em querendo...
terça-feira, outubro 17, 2006
Outono!
Chove copiosamente.
O vento chama-me ali fora. Abro a janela e deixo que o dito me invada.
Levou-me, hoje, a útima conexão com o passado conjugal. Oficialmente divorciada perdi apelido, ganhei coerência.
Sou Eu outra vez.
Serena.
Livre!
O vento chama-me ali fora. Abro a janela e deixo que o dito me invada.
Levou-me, hoje, a útima conexão com o passado conjugal. Oficialmente divorciada perdi apelido, ganhei coerência.
Sou Eu outra vez.
Serena.
Livre!
domingo, outubro 15, 2006
Com Certeza!
Digo:
O Amor Verdadeiro, aquele que se foi construindo sem imediatos, sem correria, fica para sempre como real e profundo.
Dê o nosso mundinho as voltas que der, permanece.
Eu confio no tempo, que há-de restabelecer a Verdade do Amor.
Eu confio...e Amo!
O Amor Verdadeiro, aquele que se foi construindo sem imediatos, sem correria, fica para sempre como real e profundo.
Dê o nosso mundinho as voltas que der, permanece.
Eu confio no tempo, que há-de restabelecer a Verdade do Amor.
Eu confio...e Amo!
sexta-feira, outubro 13, 2006
Pai!
Parabéns...
E desculpe-me. Não consigo dizer-lhe o quanto me dói não conseguir dizer: amo-o!
Desculpe. Pai!
(o beijo que lhe darei di-lo-à, sem palavras)
E desculpe-me. Não consigo dizer-lhe o quanto me dói não conseguir dizer: amo-o!
Desculpe. Pai!
(o beijo que lhe darei di-lo-à, sem palavras)
terça-feira, outubro 10, 2006
Queria Escrever Dia 11
Calha que é dia 10.
Estou cansada.
Venho dum dia complicado, duma semana difícil, de um par de meses doridos.
Há fases assim, em que tudo parece acontecer e uma avalanche de emoções contraditórias nos assola.
Gosto de estar viva, não sei se de saúde porque evito sabê-lo. Não gosto de análises de qualquer espécie (se estiver doente um dia saberei, ora).
O meu amigo Gil, com quem cresci, também não gostava.
Mas casou com uma mulher que não lhe deu muitas hipóteses quando, neste Verão, ele apresentava um cansaço e uns enjoos fora do normal. Fosse mulher e a notícia até podia ser boa. Não é. Cancro no estômago, com metástases no fígado e intestino.
Diagnóstico cruel: não faz 41 anos, em Dezembro. Já não faz...
Eu, em estado de choque, percebo que é mesmo preciso viver o Agora...sem análises, de preferência (lá está).
O Gil vai ser o meu segundo amigo de infância a partir fora do tempo. O primeiro, o Jorge, escolheu ir. O Gil não...queria ficar e não houve perguntas nem respostas.
Como se não bastasse, outra amiga de infância que, por voltas da vida voltou a ser minha vizinha, recaiu na heroína. Soube quase ao mesmo tempo. Nunca desconfiei de nada. Falamos todos os dias e ela, que tem um filho da idade do meu mais novo e que é um dos seus grandes amigos, sempre me pareceu sóbria, lúcida.
Até que a mãe dela me procurou, pedindo ajuda. A Zica perdeu-se de novo e tropeça nas seringas que deixa espalhadas pela casa. O filho também. A violência dentro daquelas paredes é uma constante e a fechadura foi mudada ontem. Onde andará a Zica que não me responde?
Chorei.
Olhei para mim e pensei: que pequeninos se tornam os meus problemas...microscópicos!
Estou cansada.
Venho dum dia complicado, duma semana difícil, de um par de meses doridos.
Há fases assim, em que tudo parece acontecer e uma avalanche de emoções contraditórias nos assola.
Gosto de estar viva, não sei se de saúde porque evito sabê-lo. Não gosto de análises de qualquer espécie (se estiver doente um dia saberei, ora).
O meu amigo Gil, com quem cresci, também não gostava.
Mas casou com uma mulher que não lhe deu muitas hipóteses quando, neste Verão, ele apresentava um cansaço e uns enjoos fora do normal. Fosse mulher e a notícia até podia ser boa. Não é. Cancro no estômago, com metástases no fígado e intestino.
Diagnóstico cruel: não faz 41 anos, em Dezembro. Já não faz...
Eu, em estado de choque, percebo que é mesmo preciso viver o Agora...sem análises, de preferência (lá está).
O Gil vai ser o meu segundo amigo de infância a partir fora do tempo. O primeiro, o Jorge, escolheu ir. O Gil não...queria ficar e não houve perguntas nem respostas.
Como se não bastasse, outra amiga de infância que, por voltas da vida voltou a ser minha vizinha, recaiu na heroína. Soube quase ao mesmo tempo. Nunca desconfiei de nada. Falamos todos os dias e ela, que tem um filho da idade do meu mais novo e que é um dos seus grandes amigos, sempre me pareceu sóbria, lúcida.
Até que a mãe dela me procurou, pedindo ajuda. A Zica perdeu-se de novo e tropeça nas seringas que deixa espalhadas pela casa. O filho também. A violência dentro daquelas paredes é uma constante e a fechadura foi mudada ontem. Onde andará a Zica que não me responde?
Chorei.
Olhei para mim e pensei: que pequeninos se tornam os meus problemas...microscópicos!
domingo, outubro 08, 2006
Amanheceu...
MAGNIFICAT
Quando é que passará esta noite interna, o universo,
E eu, a minha alma, terei o meu dia?
Quando é que despertarei de estar acordado?
Não sei. O sol brilha alto,
Impossível de fitar.
As estrelas pestanejam frio,
Impossíveis de contar.
O coração pulsa alheio,
Impossível de escutar.
Quando é que passará este drama sem teatro,
Ou este teatro sem drama,
E recolherei a casa?
Onde? Como? Quando?
Gato que me fitas com olhos de vida, que tens lá no fundo?
É esse! É esse!
Esse mandará como Josué parar o sol e eu acordarei;
E então será dia.
Sorri, dormindo, minha alma!
Sorri, minha alma, será dia!
Álvaro de Campos, 7-11-1933
Quando é que passará esta noite interna, o universo,
E eu, a minha alma, terei o meu dia?
Quando é que despertarei de estar acordado?
Não sei. O sol brilha alto,
Impossível de fitar.
As estrelas pestanejam frio,
Impossíveis de contar.
O coração pulsa alheio,
Impossível de escutar.
Quando é que passará este drama sem teatro,
Ou este teatro sem drama,
E recolherei a casa?
Onde? Como? Quando?
Gato que me fitas com olhos de vida, que tens lá no fundo?
É esse! É esse!
Esse mandará como Josué parar o sol e eu acordarei;
E então será dia.
Sorri, dormindo, minha alma!
Sorri, minha alma, será dia!
Álvaro de Campos, 7-11-1933
quarta-feira, outubro 04, 2006
Pensando Devagar!
As coisas que me aconteceram dependeram de mim e da minha discricionaridade.
As escolhas, condicionadas ou não, foram minhas.
De qualquer maneira, o meu Eu profundo diz-me que antes houvesse Destino.
Tino? faltou-me!
Quero estar feliz, porra!
As escolhas, condicionadas ou não, foram minhas.
De qualquer maneira, o meu Eu profundo diz-me que antes houvesse Destino.
Tino? faltou-me!
Quero estar feliz, porra!
Se...
Se, se, se...raisparta o se.
Se largar um filme a meio porque o enredo não me agrada e prefiro ser eu a escrever o fim, estarei a violar direitos de autor?
Se, se, se...raisparta o se!
Se largar um filme a meio porque o enredo não me agrada e prefiro ser eu a escrever o fim, estarei a violar direitos de autor?
Se, se, se...raisparta o se!
sábado, setembro 30, 2006
Coisas Simples
Há uns tempos, talvez um ano, passei a dormir com os estores abertos.
Habituei-me a dormir assim e, quando acordada, olhar a janela a deixar entrar as vidas dos outros que, no breu da noite, mantêm a actividade diurna com as luzes artificiais a substituir o Sol.
Faz-me sentir menos só.
Ontem, depois da leitura e antes de desligar o candeeiro de cabeceira, resolvi levantar-me e correr os estores completamente. Queria ter uma noite recuperadora e, como já era muito tarde, poder dormir de manhã sem perturbações luminosas.
Descobri que já não sei dormir na escuridão. Descobri também o mais importante: que sou, de certeza, um ser de LUZ.
Habituei-me a dormir assim e, quando acordada, olhar a janela a deixar entrar as vidas dos outros que, no breu da noite, mantêm a actividade diurna com as luzes artificiais a substituir o Sol.
Faz-me sentir menos só.
Ontem, depois da leitura e antes de desligar o candeeiro de cabeceira, resolvi levantar-me e correr os estores completamente. Queria ter uma noite recuperadora e, como já era muito tarde, poder dormir de manhã sem perturbações luminosas.
Descobri que já não sei dormir na escuridão. Descobri também o mais importante: que sou, de certeza, um ser de LUZ.
terça-feira, setembro 12, 2006
Teorias da Conspiração, ou Assim...
O 11 de Setembro, pelos visto, tem algumas em estudo. Não me prendem a atenção.
Eu tenho outra. Em relação àquela garota que desapareceu numa aldeia algarvia, faz um ano, dois ou isso (nunca retenho datas).
O corpo nunca apareceu, embora tenha havido condenação por homicídio por parte de mãe e tio. Acho estranho que não se investigue a possibilidade de ter sido 'apenas' vendida a um qualquer estrangeiro que ofereceu guito satisfatório para o negócio. Fácil, isto de resolver indigência com troca comercial de seres indefesos, com a garantia de silêncio.
Cumprida.
É mais fácil para todos considerá-la morta? Hélas. Cá para mim, recheia hoje um qualquer bordel de infantis por aí, satisfazendo a doença daqueles que tiram prazer do abuso infantil, pago a peso de ouro, num qualquer recanto europeu.
Nada está esclarecido. Nada me parece verdade, no meio de todo este enredo mal contado.
Teoria da conspiração? Pode ser...
Se a garota estivesse morta seria, talvez, mais suportável.
Entretanto, o 11 de Setembro soma mais vítimas. Quando o singular passa a plural insuflado dá nisto. E isto, quer queiramos quer não, faz toda a diferença.
(acho que o nome é Vanessa...mas podia ser Maria que seria igualzinho)
Eu tenho outra. Em relação àquela garota que desapareceu numa aldeia algarvia, faz um ano, dois ou isso (nunca retenho datas).
O corpo nunca apareceu, embora tenha havido condenação por homicídio por parte de mãe e tio. Acho estranho que não se investigue a possibilidade de ter sido 'apenas' vendida a um qualquer estrangeiro que ofereceu guito satisfatório para o negócio. Fácil, isto de resolver indigência com troca comercial de seres indefesos, com a garantia de silêncio.
Cumprida.
É mais fácil para todos considerá-la morta? Hélas. Cá para mim, recheia hoje um qualquer bordel de infantis por aí, satisfazendo a doença daqueles que tiram prazer do abuso infantil, pago a peso de ouro, num qualquer recanto europeu.
Nada está esclarecido. Nada me parece verdade, no meio de todo este enredo mal contado.
Teoria da conspiração? Pode ser...
Se a garota estivesse morta seria, talvez, mais suportável.
Entretanto, o 11 de Setembro soma mais vítimas. Quando o singular passa a plural insuflado dá nisto. E isto, quer queiramos quer não, faz toda a diferença.
(acho que o nome é Vanessa...mas podia ser Maria que seria igualzinho)
quinta-feira, setembro 07, 2006
Se eu pudesse...
Se eu mandasse, estava a caminho de Filadélfia. Ok, se fosse Seatle era mais complicado. Em Seatle faz frio. É demasiado parecida com outras paragens em que já vivi.
Queria ser daqueles pássaros migrantes, à procura do calor doutras paragens. Queria poder voar sazonalmente. Fugir ao frio. Cobardes, esses passarocos, como eu. Abrir asas e voar.
E, se fosse Lagarta, seria de couve. Sem asas. Gostar de couve, ajuda...
Queria ser daqueles pássaros migrantes, à procura do calor doutras paragens. Queria poder voar sazonalmente. Fugir ao frio. Cobardes, esses passarocos, como eu. Abrir asas e voar.
E, se fosse Lagarta, seria de couve. Sem asas. Gostar de couve, ajuda...
Dói...
Circle
Me, I'm a part of your circle of friends
And we notice you don't come around
Me, I think it all depends on you
Touching ground with us but
I quit, I give up, nothing's good enough for anybody else,
It seems
And I quit, I give up, nothing's good enough for anybody else,
It seems
And being alone is the best way to be
When I'm by myself it's the best way to be
When I'm all alone it's the best way to be
When I'm by myself, nobody else can say goodbye
Everything is temporary anyway
When the streets are wet, the colors slip into the sky
But I don't know why that means you and I are, that means you and I
I quit, I give up, nothing's good enough for anybody else,
It seems
And I quit I give up, nothing's good enough for anybody else,
It seems
And being alone is the best way to be
When I'm by myself, it's the best way to be
When I'm all alone, it's the best way to be
When I'm by myself, nobody else can say
Me, I'm a part of your circle of friends
And we notice you don't come around
Edie Brickell
Dói, pois!
Me, I'm a part of your circle of friends
And we notice you don't come around
Me, I think it all depends on you
Touching ground with us but
I quit, I give up, nothing's good enough for anybody else,
It seems
And I quit, I give up, nothing's good enough for anybody else,
It seems
And being alone is the best way to be
When I'm by myself it's the best way to be
When I'm all alone it's the best way to be
When I'm by myself, nobody else can say goodbye
Everything is temporary anyway
When the streets are wet, the colors slip into the sky
But I don't know why that means you and I are, that means you and I
I quit, I give up, nothing's good enough for anybody else,
It seems
And I quit I give up, nothing's good enough for anybody else,
It seems
And being alone is the best way to be
When I'm by myself, it's the best way to be
When I'm all alone, it's the best way to be
When I'm by myself, nobody else can say
Me, I'm a part of your circle of friends
And we notice you don't come around
Edie Brickell
Dói, pois!
sexta-feira, setembro 01, 2006
Mesa dos sonhos
Ao lado do homem vou crescendo
Defendo-me da morte quando dou
Meu corpo ao seu desejo violento
E lhe devoro o corpo lentamente
Mesa dos sonhos no meu corpo vivem
Todas as formas e começam
Todas as vidas
Ao lado do homem vou crescendo
E defendo-me da morte povoando
de novos sonhos a vida.
Alexandre O'Neill, poeta duro e realista!
Defendo-me da morte quando dou
Meu corpo ao seu desejo violento
E lhe devoro o corpo lentamente
Mesa dos sonhos no meu corpo vivem
Todas as formas e começam
Todas as vidas
Ao lado do homem vou crescendo
E defendo-me da morte povoando
de novos sonhos a vida.
Alexandre O'Neill, poeta duro e realista!
quinta-feira, agosto 31, 2006
Sobressalto
Dormia profundamente.
Acordei dum pesadelo que me atormentou.
Vim aqui espantar os espíritos.
Recuperei a paz e volto para os braços de Morpheu. Que ele me acolha...
Sonho bom, precisa-se!
Acordei dum pesadelo que me atormentou.
Vim aqui espantar os espíritos.
Recuperei a paz e volto para os braços de Morpheu. Que ele me acolha...
Sonho bom, precisa-se!
domingo, julho 30, 2006
Sublimação
É o caminho do Eu
Correr? não adianta
Devagar, devagarinho se chega
Àquilo que nos dá Paz
A verdadeira e profunda
Que se descobre cá dentro
Que sempre cá esteve mas que
Inevitavelmente,
É uma escolha
Percorro caminhos imaginários que São
Que lá estão
Que há que ver e não apenas olhar
Que se escolhem
Que nos trazem, invariavelmente, a riqueza da verdade
E de termos escolhido
De haver a discricionaridade
Dela estar nas nossas mãos
É bom ser feliz
Eu escolhi sê-lo (é, não duvidem, uma escolha)
Usem as férias do corpo
Mas alimentem e trabalhem o Coração
Não há como a ausência de obrigações para consegui-lo
Eu vou...sublimar-me!
(escrevo ao correr da pena, numa serenidade inusitada que me preenche e me diz: vai em frente...sempre soube que conseguias...)
Correr? não adianta
Devagar, devagarinho se chega
Àquilo que nos dá Paz
A verdadeira e profunda
Que se descobre cá dentro
Que sempre cá esteve mas que
Inevitavelmente,
É uma escolha
Percorro caminhos imaginários que São
Que lá estão
Que há que ver e não apenas olhar
Que se escolhem
Que nos trazem, invariavelmente, a riqueza da verdade
E de termos escolhido
De haver a discricionaridade
Dela estar nas nossas mãos
É bom ser feliz
Eu escolhi sê-lo (é, não duvidem, uma escolha)
Usem as férias do corpo
Mas alimentem e trabalhem o Coração
Não há como a ausência de obrigações para consegui-lo
Eu vou...sublimar-me!
(escrevo ao correr da pena, numa serenidade inusitada que me preenche e me diz: vai em frente...sempre soube que conseguias...)
terça-feira, julho 11, 2006
Flores da Alma
Hoje, 0h55':
Tenho a companhia que quero, que amo. Sou surpreendida com carinhos materias e dos outros, tão importantes. Estou muito feliz.
Acordo ensonada. Saio de casa com o passo apressado, denunciador do atraso.
Chego ao destino e, esperando por mim, orquídeas, rosas, geribérias, um ananás-rosa, entre caninhas de bambú e fetos verdejantes.
Volto com elas na mão, feliz por se lembrarem de mim. Por me dizerem isso com todas as letras que fazem as Flores da Alma!
Começa aqui um novo Ano.
Que seja cheio de sabedoria e conforto, mimo e memória...daquilo que tenho e do que me falta conquistar.
Nota de Rodapé com Destinatário: sou tão, mas tão arrumada que, sem dar conta, faço a cama duas vezes :)
Tenho a companhia que quero, que amo. Sou surpreendida com carinhos materias e dos outros, tão importantes. Estou muito feliz.
Acordo ensonada. Saio de casa com o passo apressado, denunciador do atraso.
Chego ao destino e, esperando por mim, orquídeas, rosas, geribérias, um ananás-rosa, entre caninhas de bambú e fetos verdejantes.
Volto com elas na mão, feliz por se lembrarem de mim. Por me dizerem isso com todas as letras que fazem as Flores da Alma!
Começa aqui um novo Ano.
Que seja cheio de sabedoria e conforto, mimo e memória...daquilo que tenho e do que me falta conquistar.
Nota de Rodapé com Destinatário: sou tão, mas tão arrumada que, sem dar conta, faço a cama duas vezes :)
quarta-feira, junho 21, 2006
Ausência Presente!
As Letras...
A vontade de criar e a nostalgia do imaginário que não há...
Há, no entanto, vezes em que a ausência de profiquidade de escrita não significará propriamente isso. É um logro, assim disfarçado.
Eu escrevo com a cabeça aliada ao coração, mesmo sem premir teclas. Escrevo diariamente um diário que não está.
Ou melhor, está. Só não se vê.
Tenho dentro de mim todas as palavras por dizer, ainda que não pareça.
Depois, tenho também um(a) lack of auto-estima pela escrita construida sem estrutura, ao que parece (logro, outra vez).
Tenho lido muito por aí.
Descobri que já ninguém se rala com coisas pequeninas. O mundial de futebol rula e é só por aí que vamos. Isso, do desporto-rei (?), é GRANDE. O resto dilui-se porque convém.
Eu continuo no meu périplo de chegar a bom porto (profundo), sem que esse porto tenha esféricos no meio, distractivo, enganador.
Gosto de me sentir a pele macia porque há cremes que ajudam. Não houvesse e talvez a macieza permanecesse.
Nunca vou saber porque, pelo sim pelo não...
A vontade de criar e a nostalgia do imaginário que não há...
Há, no entanto, vezes em que a ausência de profiquidade de escrita não significará propriamente isso. É um logro, assim disfarçado.
Eu escrevo com a cabeça aliada ao coração, mesmo sem premir teclas. Escrevo diariamente um diário que não está.
Ou melhor, está. Só não se vê.
Tenho dentro de mim todas as palavras por dizer, ainda que não pareça.
Depois, tenho também um(a) lack of auto-estima pela escrita construida sem estrutura, ao que parece (logro, outra vez).
Tenho lido muito por aí.
Descobri que já ninguém se rala com coisas pequeninas. O mundial de futebol rula e é só por aí que vamos. Isso, do desporto-rei (?), é GRANDE. O resto dilui-se porque convém.
Eu continuo no meu périplo de chegar a bom porto (profundo), sem que esse porto tenha esféricos no meio, distractivo, enganador.
Gosto de me sentir a pele macia porque há cremes que ajudam. Não houvesse e talvez a macieza permanecesse.
Nunca vou saber porque, pelo sim pelo não...
quinta-feira, junho 08, 2006
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