Arma_dura!
Não há doutras.
Há?
Em havendo avisem-me.
De qualquer maneira, e partindo do pressuposto que só há destas, manter o sufixo convém. Consiga largar-se o prefixo e corre tudo melhor.
Quanto mais não seja poupa-se no ginásio e na psicanálise!!!
Bom Domingo
(eu sei, isto não faz sentido lido assim, é subliminar...sorry)
domingo, março 05, 2006
sábado, março 04, 2006
Madrugar Num Sábado!
Ok, madrugar no caso é excessivo.
08.45 da manhã e toca o despertador.
Festa de anos matinal, crianças a preparar, boleia para elas às 09.30.
Vejo-os da janela entrar na carrinha e fico à espera que partam.
Pondero voltar a dormir.
Lembro-me que, se o fizer, a dor de cabeça posterior é inevitável.
Não cedo à tentação e bebo uma chávena de café bem forte.
Chove a cântaros. O vento sopra furioso.
Fico ali, a observar a intempérie, pensando coisas.
Gosto de estar acordada num Sábado de manhã e constato que há muito não me lembrava disso!
Bom Fim de Semana
08.45 da manhã e toca o despertador.
Festa de anos matinal, crianças a preparar, boleia para elas às 09.30.
Vejo-os da janela entrar na carrinha e fico à espera que partam.
Pondero voltar a dormir.
Lembro-me que, se o fizer, a dor de cabeça posterior é inevitável.
Não cedo à tentação e bebo uma chávena de café bem forte.
Chove a cântaros. O vento sopra furioso.
Fico ali, a observar a intempérie, pensando coisas.
Gosto de estar acordada num Sábado de manhã e constato que há muito não me lembrava disso!
Bom Fim de Semana
Clarividência!
Privilegiados os que a têm.
Afortunados? Não sei...
A clarividência que funciona telescopicamente,
Enxerguando um futuro longínquo,
Que pode nem haver.
O agora, sempre o agora...
Afortunados? Não sei...
A clarividência que funciona telescopicamente,
Enxerguando um futuro longínquo,
Que pode nem haver.
O agora, sempre o agora...
quinta-feira, março 02, 2006
Re...Posição!
Uma Ideia!
Já não é nova, esta minha ideia peregrina que passo a expôr, depois de inspirada pelo périplo diário através da blogoesfera, em que é notória a indignação e a vontade de inssurreição sobre o 'status quo' deste condado portucalense:
Lembram-se do movimento 'bandeiral' sem precedentes que ocorreu no nosso país durante o Euro 2004?
Ok.
Então agora pensem o que seria se cada português pendurasse, na sua janela, um cartaz enorme com letras garrafais, manifestando o seu descontentamento e as suas preocupações, mais generalistas ou mais particulares ficando isso ao critério de cada um.
Era lindo ou não era? Ver este país em bloco a manifestar-se, de forma pacífica, de dentro para fora das suas casas?
Eu acho uma ideia óptima, modéstia à parte.
Mais, podia ir-se reciclando o material, consoante os escândalos, o que obviamente daria um trabalhão dada a velocidade a que sucedem, mas que nos ajudaria a todos a exorcizar desapontamentos e genuínos sentimentos de traição.
E ainda estimularia a escrita, fomentando a literacia e a apetência pela mesma.
Quécacham? Ensandeci? Alinham?
Cá espero a resposta, na volta do correio ou ali, na caixa dos 'comentos'!
Hoje acordei assim, arreliada...indignada até!
Voltei a sonhar que era amante do Sócras! Belheque!
Já não é nova, esta minha ideia peregrina que passo a expôr, depois de inspirada pelo périplo diário através da blogoesfera, em que é notória a indignação e a vontade de inssurreição sobre o 'status quo' deste condado portucalense:
Lembram-se do movimento 'bandeiral' sem precedentes que ocorreu no nosso país durante o Euro 2004?
Ok.
Então agora pensem o que seria se cada português pendurasse, na sua janela, um cartaz enorme com letras garrafais, manifestando o seu descontentamento e as suas preocupações, mais generalistas ou mais particulares ficando isso ao critério de cada um.
Era lindo ou não era? Ver este país em bloco a manifestar-se, de forma pacífica, de dentro para fora das suas casas?
Eu acho uma ideia óptima, modéstia à parte.
Mais, podia ir-se reciclando o material, consoante os escândalos, o que obviamente daria um trabalhão dada a velocidade a que sucedem, mas que nos ajudaria a todos a exorcizar desapontamentos e genuínos sentimentos de traição.
E ainda estimularia a escrita, fomentando a literacia e a apetência pela mesma.
Quécacham? Ensandeci? Alinham?
Cá espero a resposta, na volta do correio ou ali, na caixa dos 'comentos'!
Hoje acordei assim, arreliada...indignada até!
Voltei a sonhar que era amante do Sócras! Belheque!
quarta-feira, março 01, 2006
Com Comentários!!!
O mundo onde nasci é o errado. Não lhe pertenço. Não o entendo.
Queria publicar as fotos que recebi duma criança a ser castigada por ter roubado. Barbaramente. Onde foi? Pouco interessa. Porque foi? Interessa ainda menos.
Sempre que um ser humano for torturado e humilhado, tenha a idade que tiver, é um assunto que todos temos obrigação de ver, olhar, sentir...
André, se me conseguires ajudar, documento o poste à posteriori.
Senão, pelo menos fica espelhada a minha indignação!
Não gosto de ser terrestre. Haverá lugar para mim em Orion?
Queria publicar as fotos que recebi duma criança a ser castigada por ter roubado. Barbaramente. Onde foi? Pouco interessa. Porque foi? Interessa ainda menos.
Sempre que um ser humano for torturado e humilhado, tenha a idade que tiver, é um assunto que todos temos obrigação de ver, olhar, sentir...
André, se me conseguires ajudar, documento o poste à posteriori.
Senão, pelo menos fica espelhada a minha indignação!
Não gosto de ser terrestre. Haverá lugar para mim em Orion?
terça-feira, fevereiro 28, 2006
Aluguer ou que tal...
With one light on in one room
I know you're up when I get home
With one small step upon the stair
I know your look when I get there
If you were a king up there on your throne
would you be wise enough to let me go
for this queen you think you own
Wants to be a hunter again
wants to see the world alone again
to take a chance on life again
so let me go
The unread book and painful look
the tv's on, the sound is down
One long pause
then you begin
oh look what the cat's brought in
If you were a king up there on your throne
would you be wise enough to let me go
for this queen you think you own
Wants to be a hunter again
wants to see the world alone again
to take a chance on life again
so let me go
let me leave
For the crown you've placed upon my head feels too heavy now
and I don't know what to say to you but I'll smile anyhow
and all the time I'm thinking, thinking
I want to be a hunter again
want to see the world alone again
to take a chance on life again
so let me go.
Written by D.Armstrong & R. Armstrong
Mais de resto, nada...
Deixar Fluir...
Correr pensamentos sem rede,
Deixar as emoções soltas,
Caminhar sem rumo,
Aninhar-me no sonho.
Beber a vida,
Criar felicidade,
Em mim,
No outro.
Ser Alquimista das emoções,
Tocar e transformar,
Ser mais e gostar,
Deixar fluir...
Amar...profundamente!
Deixar as emoções soltas,
Caminhar sem rumo,
Aninhar-me no sonho.
Beber a vida,
Criar felicidade,
Em mim,
No outro.
Ser Alquimista das emoções,
Tocar e transformar,
Ser mais e gostar,
Deixar fluir...
Amar...profundamente!
domingo, fevereiro 26, 2006
All we are...
...is dust in the wind!
(e, se puderes vento, leva-me para longe, para um oceano quente que me acolha...)
(e, se puderes vento, leva-me para longe, para um oceano quente que me acolha...)
Podias Dizer...mas
Não: não digas nada!
Supor o que dirá
A tua boca velada
É ouvi-lo já
É ouvi-lo melhor
Do que o dirias.
O que és não vem à flor
Das frases e dos dias.
És melhor do que tu.
Não digas nada: sê!
Graça do corpo nu
Que invisível se vê.
Fernando Pessoa, 5/6-2-1931
Um Domingo sereno espera-me, espero, no passar vagaroso das horas iluminadas por um Sol fraco mas luminoso, que encaixa no meu corpo e me aquece de fora para dentro!
Supor o que dirá
A tua boca velada
É ouvi-lo já
É ouvi-lo melhor
Do que o dirias.
O que és não vem à flor
Das frases e dos dias.
És melhor do que tu.
Não digas nada: sê!
Graça do corpo nu
Que invisível se vê.
Fernando Pessoa, 5/6-2-1931
Um Domingo sereno espera-me, espero, no passar vagaroso das horas iluminadas por um Sol fraco mas luminoso, que encaixa no meu corpo e me aquece de fora para dentro!
sábado, fevereiro 25, 2006
Nem Comento...

Tarzan!
What movie Do you Belong in?(many different outcomes!)
brought to you by Quizilla
Bom, de facto sempre sonhei voar numa liana...
Olha, comentei...
By the way, roubei ao Blogantes, que é como quem diz à Cinderela :D!
sexta-feira, fevereiro 24, 2006
Carnaval II (diálogo)
_ Mãe, primeiro que tudo, odeio mascarar-me; segundo que tudo, está um frio
de rachar.
E pronto, máscara out!!!
(tão pequenino e tão sensato)
de rachar.
E pronto, máscara out!!!
(tão pequenino e tão sensato)
quinta-feira, fevereiro 23, 2006
Carnaval!
Aí vem essa belíssima festividade, cheia de boa disposição e samba, esse folclore tão nosso, ali da região saloia.
É ver os corpos com a quantidade de cor inversamente proporcional aos kilos das bailarinas, que dançam ao som dum qualquer cantor também muito português mas que emigrou cedo para o Brásiu (daí a pronúncia), elas com o reduzido biquíni da praxe (uma coisa também muito típica do nosso interior...aliás, já vos falei dos postais ilustrados da minha avó que comprovam tudo isto?), à temperatura ambiente que ronda os zero graus.
Bom, algumas lá põem uns collants que denunciam o estio ainda longínquo.
Não esquecendo, claro, a quantidade de travestis por metro quadrado que indiciam qualquer coisa mal resolvida, ninguém me tira isso da ideia.
É muito, mas muito deprimente.
Mais deprimente ainda as Escolas obrigarem os meninos a levar máscara, mesmo que não achem piadinha nenhuma (caso dos meus filhos), que seja desconfortável e ainda dê azo a competitividades pouco sãs tipo: o meu pai é melhor que o teu porque é mais rico e a minha fantasia mostra-te isso mesmo.
Uma tristeza.
Desejosinha que cheguem as Cinzas de quarta-feira, é o que eu estou!
É ver os corpos com a quantidade de cor inversamente proporcional aos kilos das bailarinas, que dançam ao som dum qualquer cantor também muito português mas que emigrou cedo para o Brásiu (daí a pronúncia), elas com o reduzido biquíni da praxe (uma coisa também muito típica do nosso interior...aliás, já vos falei dos postais ilustrados da minha avó que comprovam tudo isto?), à temperatura ambiente que ronda os zero graus.
Bom, algumas lá põem uns collants que denunciam o estio ainda longínquo.
Não esquecendo, claro, a quantidade de travestis por metro quadrado que indiciam qualquer coisa mal resolvida, ninguém me tira isso da ideia.
É muito, mas muito deprimente.
Mais deprimente ainda as Escolas obrigarem os meninos a levar máscara, mesmo que não achem piadinha nenhuma (caso dos meus filhos), que seja desconfortável e ainda dê azo a competitividades pouco sãs tipo: o meu pai é melhor que o teu porque é mais rico e a minha fantasia mostra-te isso mesmo.
Uma tristeza.
Desejosinha que cheguem as Cinzas de quarta-feira, é o que eu estou!
quarta-feira, fevereiro 22, 2006
Enya
Sublime...
Vou embalada nos acordes e dou por mim looonge, longe!
I walk the maze of moments
but everywhere I turn to
begins a new beginning
but never finds a finish
I walk to the horizon
and there I find another
it all seems so surprising
and then I find that I know
Chorus:
You go there you're gone forever
I go there I'll lose my way
if we stay here we're not together
Anywhere is
The moon upon the ocean
is swept around in motion
but without ever knowing
the reason for its flowing
in motion on the ocean
the moon still keeps on moving
the waves still keep on waving
and I still keep on going
Chorus
I wonder if the stars sign
the life that is to be mine
and would they let their light shine
enough for me to follow
I look up to the heavens
but night has clouded over
no spark of constellation
no Vela no Orion
The shells upon the warm sands
have taken from their own lands
the echo of their story
but all I hear are low sounds
as pillow words are weaving
and willow waves are leaving
but should I be believing
Then I am only dreaming
Chorus
To leave the thread of all time
and let it make a dark line
in hopes that I can still find
the way back to the moment
I took the turn and turned to
begin a new beginning
still looking for the answer
I cannot find the finish
It's either this or that way
it's one way or the other
it should be one direction
it could be on reflection
the turn I have just taken
the turn that I was making
I might be just beginning
I might be near the end.
(pois, tudo encaixa...assim, naturalmente)
Vou embalada nos acordes e dou por mim looonge, longe!
I walk the maze of moments
but everywhere I turn to
begins a new beginning
but never finds a finish
I walk to the horizon
and there I find another
it all seems so surprising
and then I find that I know
Chorus:
You go there you're gone forever
I go there I'll lose my way
if we stay here we're not together
Anywhere is
The moon upon the ocean
is swept around in motion
but without ever knowing
the reason for its flowing
in motion on the ocean
the moon still keeps on moving
the waves still keep on waving
and I still keep on going
Chorus
I wonder if the stars sign
the life that is to be mine
and would they let their light shine
enough for me to follow
I look up to the heavens
but night has clouded over
no spark of constellation
no Vela no Orion
The shells upon the warm sands
have taken from their own lands
the echo of their story
but all I hear are low sounds
as pillow words are weaving
and willow waves are leaving
but should I be believing
Then I am only dreaming
Chorus
To leave the thread of all time
and let it make a dark line
in hopes that I can still find
the way back to the moment
I took the turn and turned to
begin a new beginning
still looking for the answer
I cannot find the finish
It's either this or that way
it's one way or the other
it should be one direction
it could be on reflection
the turn I have just taken
the turn that I was making
I might be just beginning
I might be near the end.
(pois, tudo encaixa...assim, naturalmente)
The Moon Upon The Ocean!
...begin a new beginning...
O eco das histórias dos outros faz-me viver estórias que não são minhas.
Hoje foi dia de relatos tristes de pessoas que não vingaram, que não venceram.
Devia fazer análises, pois devia.
Prefiro adiar!
I might be near the end...e, não vou querer saber.
PS: este poste tem destinatário!
O eco das histórias dos outros faz-me viver estórias que não são minhas.
Hoje foi dia de relatos tristes de pessoas que não vingaram, que não venceram.
Devia fazer análises, pois devia.
Prefiro adiar!
I might be near the end...e, não vou querer saber.
PS: este poste tem destinatário!
terça-feira, fevereiro 21, 2006
Do Baú de Recordações!
(escrito por mim vai um ano, dia 10 de Fevereiro de 2005 e que, especialmente hoje, faz ainda todo o sentido...)
As Portas e as Janelas
Diz-se que Deus fecha uma porta mas abre uma janela.
Detenho-me nisto e analiso: o que difere entre uma e outra, enquanto metáfora que encerra um significado para além da semântica?
- a porta é mais alta e mais larga e tem uma função específica, de passagem: ou se entra ou se sai. Pode ficar entreaberta, permitindo liberdade de movimentos ou dando a entender as boas vindas a quem chega;
- a janela abre-se com o propósito de deixar que o ar circule ou que o sol banhe o soalho. Se o tempo está frio ou chuvoso tende a permanecer fechada. Se, pelo contrário, o sol brilha e a temperatura é amena, escancara-se a dita e o mundo caseiro amplia-se.
Posto isto o que quererá dizer a frase em análise?
A minha interpretação é livre e cheia de subjectividade (redundância). Retiro dali uma mensagem fundamental:
'não te detenhas perante uma porta fechada. procura antes a janela. usa-a com uma mão cheia de intuição, racionalidade q.b. e uma pitada de risco. saindo pela janela, podes sempre dar a volta ao destino, chegar à porta fechada e descobrir, assim, que ela abre por fora...'
Di Dixit!
As Portas e as Janelas
Diz-se que Deus fecha uma porta mas abre uma janela.
Detenho-me nisto e analiso: o que difere entre uma e outra, enquanto metáfora que encerra um significado para além da semântica?
- a porta é mais alta e mais larga e tem uma função específica, de passagem: ou se entra ou se sai. Pode ficar entreaberta, permitindo liberdade de movimentos ou dando a entender as boas vindas a quem chega;
- a janela abre-se com o propósito de deixar que o ar circule ou que o sol banhe o soalho. Se o tempo está frio ou chuvoso tende a permanecer fechada. Se, pelo contrário, o sol brilha e a temperatura é amena, escancara-se a dita e o mundo caseiro amplia-se.
Posto isto o que quererá dizer a frase em análise?
A minha interpretação é livre e cheia de subjectividade (redundância). Retiro dali uma mensagem fundamental:
'não te detenhas perante uma porta fechada. procura antes a janela. usa-a com uma mão cheia de intuição, racionalidade q.b. e uma pitada de risco. saindo pela janela, podes sempre dar a volta ao destino, chegar à porta fechada e descobrir, assim, que ela abre por fora...'
Di Dixit!
segunda-feira, fevereiro 20, 2006
Ritmos!
Easy lover
She'll get a hold on you believe it
Like no other
Before you know it you'll be on your knees
She's an easy lover
She'll take your heart but you won't feel it
She's like no other
And I'm just trying to make you see
She's the kind of girl you dream of
Dream of keeping hold of
You'd better forget it
You'll never get it
She will play around and leave you
Leave you and deceive you
Better forget it
Oh you'll regret it
No you'll never change her, so leave it, leave it
Get out quick cos seeing is believing
It's the only way
You'll ever know
Easy lover
She'll get a hold on you believe it
Like no other
Before you know it you'll be on your knees
She's an easy lover
She'll take your heart but you won't feel it
She's like no other
And I'm just trying to make you see
You're the one that wants to hold her
Hold her and control her
You'd better forget it
You'll never get it
For she'll say there's no other
Till she finds another
Better forget it
Oh you'll regret it
And don't try to change her, just leave it, leave it
You're not the only one, ooh seeing is believing
It's the only way
You'll ever know, oh
No don't try to change her, just leave it, leave it
You're not the only one, ooh seeing is believing
It's the only way
You'll ever know, oh
She's an easy lover (she's a easy lover)
She'll get a hold on you believe it (get a hold on you)
(She's) like no other
Before you know it you'll be on your knees (you'll be down on your knees)
She's an easy lover
She'll take your heart but you won't feel it (you won't feel it)
She's like no other
And I'm just trying to make you see (trying to make you see)
A vida tem ritmos, cadências certas e mensuráveis que não resisto a analisar.
A minha história é feita, fundamentalmente, de etapas estanques.
Há a infância em que, para além dum sopro cardíaco (fisiológico, disseram os sábios da altura), da minha primeira aventura com uma pastilha elástica, do meu primeiro dia de escola e da primeira aula de natação (que sei que foi aos 3 anos porque tenho o cartão do Clube Nacional de Natação que o comprova), pouco mais retenho (tirando um ou outro episódio de fantasia que, como tal, não é credível).
Depois, na adolescência, era uma garota linda...mesmo linda. Mas não sabia. Era muito alta e sobressaía no meio escolar, o que não era necessariamente bom (aliás, era mau...chato, quando se quer passar despercebida).
Nunca fui namoradeira. Era um bocadinho arisca. Não que fosse preciso porque, a comparar com irmã, primas e amigas o meu sucesso com o sexo oposto era nulo. Talvez o meu ar altivo enviasse a mensagem certa: chega para lá que eu não estou a fim!
Na idade adulta, que começa para mim aos 20 anos, amadureci muito rapidamente. Depressa demais. Não me dei tempo, escolhi um caminho apressado, deixei-me condicionar por factores exógenos à minha vontade, casei cedo o que me levou à maternidade precoce e a uma quantidade de situações estranhas. Não vou falar delas aqui.
Hoje, ao mesmo tempo que me sinto uma mulher adulta e sensata, tenho de lutar contra a adolescente/criança que de vez em quando toma conta de mim.
Curioso o facto de achar que as devo castrar. Se calhar o mais sensato é mesmo deixá-las co-existir com a Maior, sabendo escolher os momentos certos para que elas se revelem.
O ritmo, de qualquer maneira, é só meu, venha quem vier.
E é feito de acordes que nem sempre têm a sintonia que seria desejável. Mas são os que escolhi.
A música é minha e da partitura sou a autora.
Se soa mal, se gera nos outros a sensação de desarmonia, paciência.
Si bemol ou dó maior? Fui eu que escolhi!
sábado, fevereiro 18, 2006
Da Vontade de Açúcar!
Tenho uma mania. Bom, tenho várias confesso, mas no momento quero falar duma específica.
Gosto de açúcar.
Enquando garota, retenho como das minhas primeiras memórias a Natália que era nossa criada e que tinha o pelouro das crianças, a ensinar-nos (a mim e aos manos) a fazer guloseimas caseiras. A minha favorita era tão simples quanto derreter um pouco de açucar ao lume, juntar água qb e pôr em cima dum palito, na pedra mármore que sustinha o lava-louça. Quando arrefecia, descolava facilmente.
Fazíamos assim os chupa-chupas possíveis.
Daqueles de eu gostava, verdadeiramente, vendia o Sr. Manuel, merceeiro do bairro que me viu crescer. Eram redondos e achatados e tinham o desenho da fruta que lhes dava o sabor. Era, de qualquer maneira, raro os meus pais permitirem que na conta que mantinham aberta todo o mês, pudesse constar desses mimos não previstos. Sendo assim, só com dinheiro vivo nos era permitida a aquisição.
Uma festa, quando o Avô Tristão nos dava pilim. Era imediatamente gasto ali, em Piratas, Piratinhas, Sugos de mentol ou de frutas e todo o tipo de guloseimas.
Muitos anos mais tarde, ainda adoro chupa-chupas. E não me preocupa a figura que possa fazer quando me delicio com um, degustado em público.
Compro aos pacotes.
Uma vez, no Metro, uma criança sentada à minha frente olhava para mim com aquele ar de também quero!
No problem, eu sou perspicaz.
Feita a pergunta à mãe, que anuiu, dei-lhe um de morango.
E o resto da viagem foi feito de trocas de olhares cúmplices de prazer entre mim e aquele menino que, verdadeiramente, me compreendia!
Bom Fim de Semana!!!
Gosto de açúcar.
Enquando garota, retenho como das minhas primeiras memórias a Natália que era nossa criada e que tinha o pelouro das crianças, a ensinar-nos (a mim e aos manos) a fazer guloseimas caseiras. A minha favorita era tão simples quanto derreter um pouco de açucar ao lume, juntar água qb e pôr em cima dum palito, na pedra mármore que sustinha o lava-louça. Quando arrefecia, descolava facilmente.
Fazíamos assim os chupa-chupas possíveis.
Daqueles de eu gostava, verdadeiramente, vendia o Sr. Manuel, merceeiro do bairro que me viu crescer. Eram redondos e achatados e tinham o desenho da fruta que lhes dava o sabor. Era, de qualquer maneira, raro os meus pais permitirem que na conta que mantinham aberta todo o mês, pudesse constar desses mimos não previstos. Sendo assim, só com dinheiro vivo nos era permitida a aquisição.
Uma festa, quando o Avô Tristão nos dava pilim. Era imediatamente gasto ali, em Piratas, Piratinhas, Sugos de mentol ou de frutas e todo o tipo de guloseimas.
Muitos anos mais tarde, ainda adoro chupa-chupas. E não me preocupa a figura que possa fazer quando me delicio com um, degustado em público.
Compro aos pacotes.
Uma vez, no Metro, uma criança sentada à minha frente olhava para mim com aquele ar de também quero!
No problem, eu sou perspicaz.
Feita a pergunta à mãe, que anuiu, dei-lhe um de morango.
E o resto da viagem foi feito de trocas de olhares cúmplices de prazer entre mim e aquele menino que, verdadeiramente, me compreendia!
Bom Fim de Semana!!!
sexta-feira, fevereiro 17, 2006
Pessoas!
Vamos ter uma visão optimista das coisas. Eu não caminho para o trabalho: passeio até lá.
Dir-me-ão que é a mesma coisa, um mero jogo de palavras.
Não é!
A observação do espaço e de quem conosco se cruza é condição para transformar um automatismo num momento de prazer.
As pessoas reagem ao olhar, sabiam?
Se são interceptadas por um sorriso andante surpreendem-se. E respondem.
Não estão habituadas a mais do que um cruzamento de corpos, em direcções opostas, sem apreensão de mais do que do espaço que precisam para não haver colisão.
Eu tenho passeado.
Sorrio a quem comigo se cruza.
Ouço música enquanto ando e talvez isso ajude a uma expressão corporal condizente com um espírito pacificado. E tem sido surpreendente, acreditem. Os transeuntes sorriem de volta. Nomeadamente os mais velhos que, num ápice, reparam em alguém disponível para o outro. Esses, com a sabedoria e perspicácia que o tempo lhes trouxe, aproveitam o momento logo logo. E trocam dois dedos de conversa, num qualquer semáforo, esperando que o boneco os chame à travessia.
O Mundo pode ser um sítio melhor! Eu faço por isso!
Dir-me-ão que é a mesma coisa, um mero jogo de palavras.
Não é!
A observação do espaço e de quem conosco se cruza é condição para transformar um automatismo num momento de prazer.
As pessoas reagem ao olhar, sabiam?
Se são interceptadas por um sorriso andante surpreendem-se. E respondem.
Não estão habituadas a mais do que um cruzamento de corpos, em direcções opostas, sem apreensão de mais do que do espaço que precisam para não haver colisão.
Eu tenho passeado.
Sorrio a quem comigo se cruza.
Ouço música enquanto ando e talvez isso ajude a uma expressão corporal condizente com um espírito pacificado. E tem sido surpreendente, acreditem. Os transeuntes sorriem de volta. Nomeadamente os mais velhos que, num ápice, reparam em alguém disponível para o outro. Esses, com a sabedoria e perspicácia que o tempo lhes trouxe, aproveitam o momento logo logo. E trocam dois dedos de conversa, num qualquer semáforo, esperando que o boneco os chame à travessia.
O Mundo pode ser um sítio melhor! Eu faço por isso!
quarta-feira, fevereiro 15, 2006
O Tempo, Sempre o Tempo...
Sobra-me pouco. Sobra sempre pouco.
Queridos comparsas blogueiros, peço desculpa por esta interrupção nas visitas e nos comentários jocoso-hilariantes (modeste, eu...) que ia largando nas vossas casas e que, de repente, desapareceram.
Estou embrulhada em trabalho e em outras coisas que me fazem passar por vós sem deixar rasto. Acompanho-vos, though...mesmo em silêncio.
Sabem? Quando se está feliz e ocupada a vida corre a mil à hora. Mas sabe bem e há muito tempo que não me sentia assim.
Beijos a rodos para todos:
Inha (Mana)
Spart (coração)
Safo (coração do Spart :))
Rosário (artista)
Steed (o mau feitio que eu gosto)
Aurora (gémea do telemóvel a vibrar)
Ana P. do Blogantes (gémea, das tais Torres, ainda em pé...sempre)
Papagaio (cor do dia)
Pato (sintonia)
Ana do Luar (vou-te lendo)
Sara (filhota)
Pêndulo (o irritante de quem gosto, vá-se lá saber porquê)
Pólux (fora deste mundo)
Isabel (poeta irresístivel)
Miss Pearls (amiga do coração)
André e o resto da Geração (obrigatório)
cm (desaparecido mas pouco :))
E todos os outros que persistem em visitar-me só porque sim.
Beijo enooorme!
(e desculpem)
Post Scritum Importantíssimo: O Xung, o meu Xung...Tasmânia Rula!!!!
Queridos comparsas blogueiros, peço desculpa por esta interrupção nas visitas e nos comentários jocoso-hilariantes (modeste, eu...) que ia largando nas vossas casas e que, de repente, desapareceram.
Estou embrulhada em trabalho e em outras coisas que me fazem passar por vós sem deixar rasto. Acompanho-vos, though...mesmo em silêncio.
Sabem? Quando se está feliz e ocupada a vida corre a mil à hora. Mas sabe bem e há muito tempo que não me sentia assim.
Beijos a rodos para todos:
Inha (Mana)
Spart (coração)
Safo (coração do Spart :))
Rosário (artista)
Steed (o mau feitio que eu gosto)
Aurora (gémea do telemóvel a vibrar)
Ana P. do Blogantes (gémea, das tais Torres, ainda em pé...sempre)
Papagaio (cor do dia)
Pato (sintonia)
Ana do Luar (vou-te lendo)
Sara (filhota)
Pêndulo (o irritante de quem gosto, vá-se lá saber porquê)
Pólux (fora deste mundo)
Isabel (poeta irresístivel)
Miss Pearls (amiga do coração)
André e o resto da Geração (obrigatório)
cm (desaparecido mas pouco :))
E todos os outros que persistem em visitar-me só porque sim.
Beijo enooorme!
(e desculpem)
Post Scritum Importantíssimo: O Xung, o meu Xung...Tasmânia Rula!!!!
Raiou, o Sol!
Olho o céu sempre preocupada.
Preocupo-me com pouco, eu sei.
Mas de lá, do céu, pode vir tudo:
A Luz e o Breu
O Calor ou o Frio
Às vezes não há Sol.
Outras sim.
Preocupo-me com pouco, eu sei.
Mas de lá, do céu, pode vir tudo:
A Luz e o Breu
O Calor ou o Frio
Às vezes não há Sol.
Outras sim.
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