Aqui, ali e em todo o lado onde haja gente de bem!
(video out)
World On Fire
Hearts are worn in these dark ages
You're not alone in this story's pages
The night has fallen amongst the living and the dying
And I'll try to hold it in
Yeah I'll try to hold it in
The world's on fire
It's more than I can handle
Tap into the water, try to bring my share
Try to bring more, more than I can handle
Bring it to the table
Bring what I am able
We part the veil on our killing sun
Stray from the straight line on this short run
The more we take, the less we become
The fortune of one man means less for some
Hearts break Hearts mend love still hurts
Visions clash planes crash still there's talk of
saving souls still the cold's closing in on us
The world's on fire
It's more than I can handle
Tap into the water, try to bring my share
Try to bring more, more than I can handle
Bring it to the table
Bring what I am able
I watch the heavens but I find no calling
Something I can do to change what's coming
Stay close to me while the sky is falling
Don't wanna be left alone
Don't wanna be alone
(visitem este link:http://www.worldonfire.ca/)
Tenhamos um Domingo Sereno!
domingo, janeiro 15, 2006
sábado, janeiro 14, 2006
Hoje o Tempo Não É Meu...
Antes de sair para uma missão que faz de mim alguém verdadeiramente importante, deixo-vos esta música que espero vos aqueça se por um acaso aqui passarem.
(video out)
She'll let you in her house
If you come knockin' late at night
She'll let you in her mouth
If the words you say are right
If you pay the price
She'll let you deep inside
But there's a secret garden she hides
She'll let you in her car
To go drivin' round
She'll let you into the parts of herself
That'll bring you down
She'll let you in her heart
If you got a hammer and a vise
But into her secret garden, don't think twice
You've gone a million miles
How far'd you get
To that place where you can't remember
And you can't forget
She'll lead you down a path
There'll be tenderness in the air
She'll let you come just far enough
So you know she's really there
She'll look at you and smile
And her eyes will say
She's got a secret garden
Where everything you want
Where everything you need
Will always stay
A million miles away
Quem me conhece sabe que estes meus Jardins Secretos são tramados...
(video out)
She'll let you in her house
If you come knockin' late at night
She'll let you in her mouth
If the words you say are right
If you pay the price
She'll let you deep inside
But there's a secret garden she hides
She'll let you in her car
To go drivin' round
She'll let you into the parts of herself
That'll bring you down
She'll let you in her heart
If you got a hammer and a vise
But into her secret garden, don't think twice
You've gone a million miles
How far'd you get
To that place where you can't remember
And you can't forget
She'll lead you down a path
There'll be tenderness in the air
She'll let you come just far enough
So you know she's really there
She'll look at you and smile
And her eyes will say
She's got a secret garden
Where everything you want
Where everything you need
Will always stay
A million miles away
Quem me conhece sabe que estes meus Jardins Secretos são tramados...
Acord(ar)es!
(video out)
No I can't forget this evening
Or your face as you were leaving
But I guess that's just the way
The story goes
You always smile but in your eyes
Your sorrow shows
Yes it shows
No I can't forget tomorrow
When I think of all my sorrow
When I had you there
But then I let you go
And now it's only fair
That I should let you know
What you should know
I can't live
If living is without you
I can't live
I can't give anymore
I can't live
If living is without you
I can't give
I can't give anymore
Well I can't forget this evening
Or your face as you were leaving
But I guess that's just the way
The story goes
You always smile but in your eyes
Your sorrow shows
Yes it shows
I can't live
If living is without you
I can't live
I can't give any more
I can't live
If living is without you
I can't give
I can't give anymore
Acordei a cantarolar isto. Talvez porque o sonho do qual fui arrancada estava a correr mal. Gostava de cantar assim, though...
Bom Fim de Semana!
No I can't forget this evening
Or your face as you were leaving
But I guess that's just the way
The story goes
You always smile but in your eyes
Your sorrow shows
Yes it shows
No I can't forget tomorrow
When I think of all my sorrow
When I had you there
But then I let you go
And now it's only fair
That I should let you know
What you should know
I can't live
If living is without you
I can't live
I can't give anymore
I can't live
If living is without you
I can't give
I can't give anymore
Well I can't forget this evening
Or your face as you were leaving
But I guess that's just the way
The story goes
You always smile but in your eyes
Your sorrow shows
Yes it shows
I can't live
If living is without you
I can't live
I can't give any more
I can't live
If living is without you
I can't give
I can't give anymore
Acordei a cantarolar isto. Talvez porque o sonho do qual fui arrancada estava a correr mal. Gostava de cantar assim, though...
Bom Fim de Semana!
sexta-feira, janeiro 13, 2006
Contabilidades!
Gasto, diariamente, pouco menos de duas horas a ler todos os blogues da minha lista de favoritos!
Bom, hoje nem me apetecia escrever, nem nada! Mas queria avisar-vos que, a partir de segunda-feira, passo a acumular dois trabalhos o que, obviamente, limitará em muito as visitas aos amigos e a escrita caseira.
Vou indo e vindo, tentando respeitar os descansos de guerreira a que me vou obrigar.
E até.
*tóing!!!
Bom, hoje nem me apetecia escrever, nem nada! Mas queria avisar-vos que, a partir de segunda-feira, passo a acumular dois trabalhos o que, obviamente, limitará em muito as visitas aos amigos e a escrita caseira.
Vou indo e vindo, tentando respeitar os descansos de guerreira a que me vou obrigar.
E até.
*tóing!!!
quinta-feira, janeiro 12, 2006
É Assim...
O Amor!
O amor é um jogo de regras mil e todavia
sem regras e apesar disso quiçá ainda por tal
não só é jogo é arte é mistério e fantasia
de poeta que o sonha luz imortal
ou de joalheiro que lavra e cinzela em metal fundente
as jóias em linhas mestras ainda e tanto em espiral
que por vezes cedo antes ou depois se quebram
quando se parte um elo da corrente
O amor é semente guiada pelo vento
que busca a água algures além na fonte
longe ou perto acima abaixo e ali defronte
e desabrocha em flor aqui e alhures ali no monte
sobretudo e sobremodo eternamente
Vive de beijos e de abraços tão carente
que bem ou mal pior ou melhor
ainda e tanto como outrora antigamente
se alimenta de si próprio e é das palavras tão sedento
que é tudo na vida e muito mais tal e qual provavelmente
que tantas vezes quão demasiadas porventura
não somente é paz e encantamento
como é fonte de pranto e amargura.
Pólux, 11 de Janeiro de 2006
Se o visitarem (http://vozdapedra.blogspot.com/), terão o prazer de ler estas palavras com um acompanhamento musical lindíssimo, adequado à qualidade da escrita.
P.S. Obrigada amigo, por esse altruísmo que te leva ao caminho da partilha :)
O amor é um jogo de regras mil e todavia
sem regras e apesar disso quiçá ainda por tal
não só é jogo é arte é mistério e fantasia
de poeta que o sonha luz imortal
ou de joalheiro que lavra e cinzela em metal fundente
as jóias em linhas mestras ainda e tanto em espiral
que por vezes cedo antes ou depois se quebram
quando se parte um elo da corrente
O amor é semente guiada pelo vento
que busca a água algures além na fonte
longe ou perto acima abaixo e ali defronte
e desabrocha em flor aqui e alhures ali no monte
sobretudo e sobremodo eternamente
Vive de beijos e de abraços tão carente
que bem ou mal pior ou melhor
ainda e tanto como outrora antigamente
se alimenta de si próprio e é das palavras tão sedento
que é tudo na vida e muito mais tal e qual provavelmente
que tantas vezes quão demasiadas porventura
não somente é paz e encantamento
como é fonte de pranto e amargura.
Pólux, 11 de Janeiro de 2006
Se o visitarem (http://vozdapedra.blogspot.com/), terão o prazer de ler estas palavras com um acompanhamento musical lindíssimo, adequado à qualidade da escrita.
P.S. Obrigada amigo, por esse altruísmo que te leva ao caminho da partilha :)
Blogues Com Direcção Assistida
A propósito não sei de quê, pus-me a discorrer sobre a motivação que leverá alguém a escrever um blogue exclusivamente dirigido a determinada pessoa.
Cartas abertas com temas fechados porque, de tão pessoais, se tornam encriptados, incompreensíveis para todos os que não sejam o destinatário. Calha-se a ir lá e sai-se com aquela sensação de ter aberto por lapso a posta restante errada.
É como ouvir conversas de vizinhos em que só se escuta o que fala mais alto. Diálogos que são, afinal, monólogos. Sem sentido.
E para quem escrevo eu? Vou deter-me nesta questão e depois responderei...ou não!
Nota de Rodapé: ainda a propósito da praga dos pombos, não resisto a publicar aqui mais uma gaffe deliciosa da minha Alice, quando chegou hoje de manhã tão esbaforida quanto indignada:
_ Ó menina, não é que encontrei uma das tais vizinhas a dar comer aos pombos? Pedi-lhe escarnecidamente para parar com aquilo e ela ainda foi malcriada.
Nunca um lapsus linguae foi tão apropriado. :D
Nota de Rodapé (2): dar comer é também um lapsus, mas sem piada!
Cartas abertas com temas fechados porque, de tão pessoais, se tornam encriptados, incompreensíveis para todos os que não sejam o destinatário. Calha-se a ir lá e sai-se com aquela sensação de ter aberto por lapso a posta restante errada.
É como ouvir conversas de vizinhos em que só se escuta o que fala mais alto. Diálogos que são, afinal, monólogos. Sem sentido.
E para quem escrevo eu? Vou deter-me nesta questão e depois responderei...ou não!
Nota de Rodapé: ainda a propósito da praga dos pombos, não resisto a publicar aqui mais uma gaffe deliciosa da minha Alice, quando chegou hoje de manhã tão esbaforida quanto indignada:
_ Ó menina, não é que encontrei uma das tais vizinhas a dar comer aos pombos? Pedi-lhe escarnecidamente para parar com aquilo e ela ainda foi malcriada.
Nunca um lapsus linguae foi tão apropriado. :D
Nota de Rodapé (2): dar comer é também um lapsus, mas sem piada!
quarta-feira, janeiro 11, 2006
Detesto Ratos Voadores!
aka Pombas
Ando às voltas com a tentativa de descobrir como extreminar o pombal que há uns meses se instalou nos parapeitos das minhas janelas e adoptou as 2 varandas para procriar (ler cagar, desculpando o calão).
São uma praga. Multiplicam-se à velocidade da luz e morrem pouco (quer dizer, quando morrem morrem muito, mas é só quando morrem).
Dizem-me que as empresas de desinfestação não estão autorizadas a dar-lhes cabo do canastro. Que só as Câmaras Municipais o podem fazer.
Acho mal, até porque é um caso de saúde pública.
Também é proibido alimentá-las e os meus estúpidos vizinhos não cumprem essa premissa e nunca os vi a ser côimados por isso.
Bom, esta verborreia toda serve para sustentar o pedido inusitado que aqui vou deixar: alguém que me empreste uma caçadeira, espingarda, revólver ou assim???
Nota àqueles mais sensíveis à minha falta de compaixão: se tivessem levado com um cagalhão na cabeça, logo de manhã, seguido duma pasta de pão molhado atirado por uma dessas estúpidas vizinhas e que me entrou num olho na vã tentativa de identificar a prevaricadora (pois, a olhar para o ar) e se, como corolário da coisa, tivessem ido à janela dizer adeus ao filho que vai para a escola e ao poisar os braços no parapeito tivessem ficado com os ditos num tom esverdeado e malcheiroso, aposto que se sentiam assim, como eu.
Direitos dos animais? Pois, têm direito a uma morte rápida, é o que é. Nisso, um tirito certeiro resolve, já que apanhá-las e torcer-lhes o gasganete é tarefa impossível...
Ando às voltas com a tentativa de descobrir como extreminar o pombal que há uns meses se instalou nos parapeitos das minhas janelas e adoptou as 2 varandas para procriar (ler cagar, desculpando o calão).
São uma praga. Multiplicam-se à velocidade da luz e morrem pouco (quer dizer, quando morrem morrem muito, mas é só quando morrem).
Dizem-me que as empresas de desinfestação não estão autorizadas a dar-lhes cabo do canastro. Que só as Câmaras Municipais o podem fazer.
Acho mal, até porque é um caso de saúde pública.
Também é proibido alimentá-las e os meus estúpidos vizinhos não cumprem essa premissa e nunca os vi a ser côimados por isso.
Bom, esta verborreia toda serve para sustentar o pedido inusitado que aqui vou deixar: alguém que me empreste uma caçadeira, espingarda, revólver ou assim???
Nota àqueles mais sensíveis à minha falta de compaixão: se tivessem levado com um cagalhão na cabeça, logo de manhã, seguido duma pasta de pão molhado atirado por uma dessas estúpidas vizinhas e que me entrou num olho na vã tentativa de identificar a prevaricadora (pois, a olhar para o ar) e se, como corolário da coisa, tivessem ido à janela dizer adeus ao filho que vai para a escola e ao poisar os braços no parapeito tivessem ficado com os ditos num tom esverdeado e malcheiroso, aposto que se sentiam assim, como eu.
Direitos dos animais? Pois, têm direito a uma morte rápida, é o que é. Nisso, um tirito certeiro resolve, já que apanhá-las e torcer-lhes o gasganete é tarefa impossível...
terça-feira, janeiro 10, 2006
Olhando sem Ver!
Tantas vezes acontece usar o olhar sem processar as imagens que capto. Olho sem ver.
Porque a realidade às vezes não passa duma enorme tela de cinema, com surround sound, cheia de personagens que vagueiam por histórias que não conhecemos nem queremos conhecer. Não há tempo para acompanhar enredos. A vida é acelerada demais.
De repente, num cruzamento da vida, aparece um filme com argumento irresistível. Detenho-me e vejo. Fico ali, estática, observadora.
As poucas vezes que intervim no desenrolar da acção gritada por um realizador invisível, que me observa as qualidades, nem correram mal. A verdade é que, quase outras tantas menos bem.
Decididamente não nasci para atriz. Terei nascido para directora do meu próprio guião. Que desenharei com a tenacidade que sei que tenho, escondida cá dentro!
Porque a realidade às vezes não passa duma enorme tela de cinema, com surround sound, cheia de personagens que vagueiam por histórias que não conhecemos nem queremos conhecer. Não há tempo para acompanhar enredos. A vida é acelerada demais.
De repente, num cruzamento da vida, aparece um filme com argumento irresistível. Detenho-me e vejo. Fico ali, estática, observadora.
As poucas vezes que intervim no desenrolar da acção gritada por um realizador invisível, que me observa as qualidades, nem correram mal. A verdade é que, quase outras tantas menos bem.
Decididamente não nasci para atriz. Terei nascido para directora do meu próprio guião. Que desenharei com a tenacidade que sei que tenho, escondida cá dentro!
segunda-feira, janeiro 09, 2006
Volume no Máximo e Desfrutem!!!
http://skullz.net/mp3/pooshpop.mp3
(obrigada Pólux)
Bangkok, Oriental city
But the city don't know what the city is kept
The creme de la creme of the chess world
In a show with everything but Yul Brynner
Time flies, doesn't seem a minute
since the Tyrolian spa had the chess boards in it
All change, don't you know that when you
Play at this level there's no ordinary menu
There's Iceland, or the Philippines, or Hastings
Or....or this place!
One night in Bangkok and the world's your oyster
The bars are temples but their pearls ain't free
You'll find a god in every golden cloister
And if you're lucky, then the god's a she
I can feel an angel sliding up to me
One town's very like another
When your head's down over your pieces, brother
(It's a drag, it's a bore, it's really such a pity
To be looking at the board
not looking at the city)
Whattaya mean?!
You've seen one crowded, polluted, stinking town
Tea, girls, warm and sweet, sweet
Some are set up in the Somerset Maugham suite
Get tied, you're talking to a tourist
Whose every move's among the purest
I get my kicks ABOVE the waistline, sunshine!
One night in Bangkok makes a hard man humble
Not much between despair and ecstasy
One night in Bangkok and the tough guys tumble
Can't be too careful with your company
I can feel the devil walking next to me
Siam's gonna be the witness
To the ultimate test of cerebral fitness
This grips me more than would a muddy old river
or reclining Buddha
Thank God I'm only watching the game, controlling it
I don't see you guys rating
The kind of mate I'm contemplating
I'd let you watch, I would invite you
But the queens WE use would not excite you.
So, you better go back to your bars, your temples...
your "massage parlors"...
One night in Bangkok and the world's your oyster
The bars are temples but their pearls ain't free
You'll find a god in every golden cloister
A little flesh, a little history
I can feel an angel sliding up to me
One night in Bangkok makes the hard man humble
Not much between despair and ecstasy
One night in Bangkok and the tough guys tumble
Can't be too careful with your company
I can feel the devil walking next to me
Head Murray
(One Night In Bangkok)
(obrigada mana Inha)
(obrigada Pólux)
Bangkok, Oriental city
But the city don't know what the city is kept
The creme de la creme of the chess world
In a show with everything but Yul Brynner
Time flies, doesn't seem a minute
since the Tyrolian spa had the chess boards in it
All change, don't you know that when you
Play at this level there's no ordinary menu
There's Iceland, or the Philippines, or Hastings
Or....or this place!
One night in Bangkok and the world's your oyster
The bars are temples but their pearls ain't free
You'll find a god in every golden cloister
And if you're lucky, then the god's a she
I can feel an angel sliding up to me
One town's very like another
When your head's down over your pieces, brother
(It's a drag, it's a bore, it's really such a pity
To be looking at the board
not looking at the city)
Whattaya mean?!
You've seen one crowded, polluted, stinking town
Tea, girls, warm and sweet, sweet
Some are set up in the Somerset Maugham suite
Get tied, you're talking to a tourist
Whose every move's among the purest
I get my kicks ABOVE the waistline, sunshine!
One night in Bangkok makes a hard man humble
Not much between despair and ecstasy
One night in Bangkok and the tough guys tumble
Can't be too careful with your company
I can feel the devil walking next to me
Siam's gonna be the witness
To the ultimate test of cerebral fitness
This grips me more than would a muddy old river
or reclining Buddha
Thank God I'm only watching the game, controlling it
I don't see you guys rating
The kind of mate I'm contemplating
I'd let you watch, I would invite you
But the queens WE use would not excite you.
So, you better go back to your bars, your temples...
your "massage parlors"...
One night in Bangkok and the world's your oyster
The bars are temples but their pearls ain't free
You'll find a god in every golden cloister
A little flesh, a little history
I can feel an angel sliding up to me
One night in Bangkok makes the hard man humble
Not much between despair and ecstasy
One night in Bangkok and the tough guys tumble
Can't be too careful with your company
I can feel the devil walking next to me
Head Murray
(One Night In Bangkok)
(obrigada mana Inha)
Diálogos Encriptados!
_ E porque me amas?
_ Isso interessa?
_ Se não interessasse porquê a pergunta?
_ Amo-te porque sim, chega?
_ Mas nem me conheces...
_ Conheço-te melhor do que pensas. Conheço o suficiente para te amar assim, de longe...
_ Posso chamar-te lírico?
_ Não. Podes chamar-me Amor...
!
_ Isso interessa?
_ Se não interessasse porquê a pergunta?
_ Amo-te porque sim, chega?
_ Mas nem me conheces...
_ Conheço-te melhor do que pensas. Conheço o suficiente para te amar assim, de longe...
_ Posso chamar-te lírico?
_ Não. Podes chamar-me Amor...
!
Calor Humano?
Cada vez gosto mais de cães!
Para quem é fã do que dá título a esta posta, recomenda-se uma viagenzita de Metro, entre Roma e Rossio, às 9h da manhã.
(a quem tiver possibilidade de me enviar esta música pró mail ali ao lado, agradecia: "One Nigth In Bangkok" dos Murray Head...)
Para quem é fã do que dá título a esta posta, recomenda-se uma viagenzita de Metro, entre Roma e Rossio, às 9h da manhã.
(a quem tiver possibilidade de me enviar esta música pró mail ali ao lado, agradecia: "One Nigth In Bangkok" dos Murray Head...)
domingo, janeiro 08, 2006
Os Domingos São Dias Estranhos!!!
Há um torpor que me acompanha, invariavelmente, ao Domingo.
Uma sensação de descanso que não é.
De precipitação antecipada numa semana de rotinas que não me seduzem, mas que lá estão.
Gosto de dormir, de acordar tarde, de não qualquer responsabilidade que até acontece. Como hoje em que estou completamente só com a minha companhia e em que decido que se não tomar banho, não almoçar, não sair da cama ninguém irá notar, reparar, lançar uma qualquer crítica mordaz à preguiça que me assola. E a que tenho direito.
Só música me rodeia. Aos berros, volume no máximo, inusitado. Ninguém para me mandar baixar o barulho de quem não gosta do que toca. Ninguém a quem incomodar.
É boa a solidão dos Domingos, fim de semana sim, fim de semana não.
Lá para o fim do dia a casa fica cheia. De risos, de choros, de sons que anunciam criançada por aqui.
Os Domingos às vezes são bons!
Uma sensação de descanso que não é.
De precipitação antecipada numa semana de rotinas que não me seduzem, mas que lá estão.
Gosto de dormir, de acordar tarde, de não qualquer responsabilidade que até acontece. Como hoje em que estou completamente só com a minha companhia e em que decido que se não tomar banho, não almoçar, não sair da cama ninguém irá notar, reparar, lançar uma qualquer crítica mordaz à preguiça que me assola. E a que tenho direito.
Só música me rodeia. Aos berros, volume no máximo, inusitado. Ninguém para me mandar baixar o barulho de quem não gosta do que toca. Ninguém a quem incomodar.
É boa a solidão dos Domingos, fim de semana sim, fim de semana não.
Lá para o fim do dia a casa fica cheia. De risos, de choros, de sons que anunciam criançada por aqui.
Os Domingos às vezes são bons!
sábado, janeiro 07, 2006
Vamos Brindar...
"...com vinho verde que é do meu Portugal,
e o vinho verde me fará recordar,
a aldeia branca que deixei
atrás do mar..."
Só quem já emigrou me perceberá!
É muito díficil viver longe de todas as nossas referências. Familiares, culturais ou sociais. A língua diferente, o humor incompreensível, o desajuste permanente.
Haverá aqueles que se esforçam por se integrar no mundo que os acolhe nessa nova etapa.
Outros, como eu, com medo de gostar e não querer voltar, permanecem como outsiders, numa postura de permanentes observadores críticos, nunca se deixando levar pelas ilusórias facilidades económico-financeiras que esses lugares parecem oferecer.
Depois, sofre-se...sofre-se muito.
Mas há aquela coisa da perspicácia que nos leva a perceber que, ao passarmos a pertencer ali, passamos a pertencer a lado nenhum...
A saudade, o raisparta da saudade!
(nunca fui feliz em lado nenhum...essa é a verdade...)
e o vinho verde me fará recordar,
a aldeia branca que deixei
atrás do mar..."
Só quem já emigrou me perceberá!
É muito díficil viver longe de todas as nossas referências. Familiares, culturais ou sociais. A língua diferente, o humor incompreensível, o desajuste permanente.
Haverá aqueles que se esforçam por se integrar no mundo que os acolhe nessa nova etapa.
Outros, como eu, com medo de gostar e não querer voltar, permanecem como outsiders, numa postura de permanentes observadores críticos, nunca se deixando levar pelas ilusórias facilidades económico-financeiras que esses lugares parecem oferecer.
Depois, sofre-se...sofre-se muito.
Mas há aquela coisa da perspicácia que nos leva a perceber que, ao passarmos a pertencer ali, passamos a pertencer a lado nenhum...
A saudade, o raisparta da saudade!
(nunca fui feliz em lado nenhum...essa é a verdade...)
sexta-feira, janeiro 06, 2006
Verdade ou Consequência
Lembro-me deste jogo ser um sucesso, na minha pré-adolescência.
Lembro-me também de preferir, invariavelmente, a verdade acreditando com isso fugir ao castigo que adviria da escolha errada, a temível consequência.
Como se uma não condicionasse a outra.
Sempre...
(hoje, substituo o ou pelo e com a sabedoria que os anos me trouxeram)
Lembro-me também de preferir, invariavelmente, a verdade acreditando com isso fugir ao castigo que adviria da escolha errada, a temível consequência.
Como se uma não condicionasse a outra.
Sempre...
(hoje, substituo o ou pelo e com a sabedoria que os anos me trouxeram)
quinta-feira, janeiro 05, 2006
Crise, Qual Crise?
Vou à janela.
Olho para a rua, iluminada pela claridade dum sol de inverno, agressivo à vista.
Quase cegante, num determinado ponto desvia-me a atenção para lá.
É o vidro duma viatura que concentra em si a luz, reflectindo-a.
Novinha em folha, de alta cilindrada, como 90% dos carros estacionados por ali.
É curioso. Sai um modelo novo e, passados poucos dias, há um exemplar dele estacionado aqui na praceta.
Depois, quando fecho a janela e venho para a rua, reparo na quantidade de peles bronzeadas, discordantes da estação que atravessamos.
Muita viagem para sítios onde o estio se vive agora.
Meto-me no meu carro (que é só um quase carro, no meio das 'bombas' todas que o rodeiam) e constato, às 8h da manhã, as avenidas lotadas de automobilistas apresados tentando, em vão, ultrapassar um caracol que teima em manter-se na via. Despreocupado. Sabe que não corre risco de vida.
E pergunto-me: crise, qual crise?
Olho para a rua, iluminada pela claridade dum sol de inverno, agressivo à vista.
Quase cegante, num determinado ponto desvia-me a atenção para lá.
É o vidro duma viatura que concentra em si a luz, reflectindo-a.
Novinha em folha, de alta cilindrada, como 90% dos carros estacionados por ali.
É curioso. Sai um modelo novo e, passados poucos dias, há um exemplar dele estacionado aqui na praceta.
Depois, quando fecho a janela e venho para a rua, reparo na quantidade de peles bronzeadas, discordantes da estação que atravessamos.
Muita viagem para sítios onde o estio se vive agora.
Meto-me no meu carro (que é só um quase carro, no meio das 'bombas' todas que o rodeiam) e constato, às 8h da manhã, as avenidas lotadas de automobilistas apresados tentando, em vão, ultrapassar um caracol que teima em manter-se na via. Despreocupado. Sabe que não corre risco de vida.
E pergunto-me: crise, qual crise?
quarta-feira, janeiro 04, 2006
Militâncias!
Tenho um bocado (inho) de inveja daqueles que se dedicam a causas e que nisso investem boa parte do seu tempo.
Admiro profundamente quem pega nos poucos momentos que sobram para o lazer e os dirigem aos 'outros' que precisam.
Quando toca a militâncias políticas, sinto exactamente o inverso.
Não simpatizo com 'carreiras' feitas à base de convicções pouco claras porque é disso que são feitos os partidos de hoje.
Soa-me a falso todo aquele que se arroga de ter dedicado uma vida à causa pública, mais a mais porque, bem vistas as coisas, cada político é apenas mais uma peça da engrenagem de sistemas complexos, onde o investimento pessoal é aplicado num abstrato a que se chama coisa pública.
De resto, quando vou a um Hospital e me deparo com voluntários de sorriso nos lábios a alimentar alguém que se encontra só, com tempo para em simultâneo trocar dois dedos de conversa e dar um mimo, sinto que aquilo faz toda a diferença (tanto para quem dá como para quem recebe).
No mundo da política o descrédito nos méritos das acções dos que dela vivem é total. Pela ausência de resultados visíveis ou, ainda pior, vísiveis e maus.
Não é por acaso que mais de 2/3 do mundo continua pobre, com fome, doente, injustiçado ou em guerra. Mesmo com tão grandes pensadores/actores à frente dos designios das nações.
É, não me apetece sequer cumprir o meu direito de voto!
(e se as eleições fossem hoje, até era capaz de preparar um boicotezito na minha Assembleia de Voto)
Admiro profundamente quem pega nos poucos momentos que sobram para o lazer e os dirigem aos 'outros' que precisam.
Quando toca a militâncias políticas, sinto exactamente o inverso.
Não simpatizo com 'carreiras' feitas à base de convicções pouco claras porque é disso que são feitos os partidos de hoje.
Soa-me a falso todo aquele que se arroga de ter dedicado uma vida à causa pública, mais a mais porque, bem vistas as coisas, cada político é apenas mais uma peça da engrenagem de sistemas complexos, onde o investimento pessoal é aplicado num abstrato a que se chama coisa pública.
De resto, quando vou a um Hospital e me deparo com voluntários de sorriso nos lábios a alimentar alguém que se encontra só, com tempo para em simultâneo trocar dois dedos de conversa e dar um mimo, sinto que aquilo faz toda a diferença (tanto para quem dá como para quem recebe).
No mundo da política o descrédito nos méritos das acções dos que dela vivem é total. Pela ausência de resultados visíveis ou, ainda pior, vísiveis e maus.
Não é por acaso que mais de 2/3 do mundo continua pobre, com fome, doente, injustiçado ou em guerra. Mesmo com tão grandes pensadores/actores à frente dos designios das nações.
É, não me apetece sequer cumprir o meu direito de voto!
(e se as eleições fossem hoje, até era capaz de preparar um boicotezito na minha Assembleia de Voto)
terça-feira, janeiro 03, 2006
Cozido e Assado...
...frito ou escalfado.
Estórias que invento, têm aqui o seu lugar.
Hoje, ao viajar por aí pelos sítios do costume detive-me no Controversa Maresia.
Li com toda a atenção a Vieira do Mar e achei que ela, com a escrita fluída e acutilante a que me (nos) habituou, aborda um tema muito interessante para quem escreve em blogues: as (in)verdades das coisas;
Quem escreve numa página aberta não escreve nunca só para si próprio, isso é óbvio.
Desenha palavras, mais ou menos coordenadas em frases, que têm sempre destinatário. Falo por mim, na minha experiência de mais dum ano disto.
Penso, invariavelmente, em quem me lê. Elaboro textos com o cuidado de não ser eu mesma, em algumas situações que envolvem terceiros. Mas uso metáforas, parábolas, uma miríade de figuras de estilo para chegar ao âmago do que sinto. Tentando não ser explícita.
Muitas vezes não consigo fugir a uma ou outra referência a um quotidiano partilhado. E as reacções não se fazem esperar, daqueles que se põem na postura de visados. É giro porque, as mais das vezes, não são de todo parte desse meu universo, meramente ficcional.
Não deixa, no entanto, de ser rico e até esclarecedor ter às vezes informação de estados de espírito e até de equívocos que provoco (sem perceber) nas pessoas das minhas relações extra virtuais.
Gosto de ter um blogue. Mas nem tudo o que escrevo corresponde àquilo que sou, quero ou faço.
Que fique claro, para quem me lê e, mais ainda, para quem gosta de mim.
Era só!
Estórias que invento, têm aqui o seu lugar.
Hoje, ao viajar por aí pelos sítios do costume detive-me no Controversa Maresia.
Li com toda a atenção a Vieira do Mar e achei que ela, com a escrita fluída e acutilante a que me (nos) habituou, aborda um tema muito interessante para quem escreve em blogues: as (in)verdades das coisas;
Quem escreve numa página aberta não escreve nunca só para si próprio, isso é óbvio.
Desenha palavras, mais ou menos coordenadas em frases, que têm sempre destinatário. Falo por mim, na minha experiência de mais dum ano disto.
Penso, invariavelmente, em quem me lê. Elaboro textos com o cuidado de não ser eu mesma, em algumas situações que envolvem terceiros. Mas uso metáforas, parábolas, uma miríade de figuras de estilo para chegar ao âmago do que sinto. Tentando não ser explícita.
Muitas vezes não consigo fugir a uma ou outra referência a um quotidiano partilhado. E as reacções não se fazem esperar, daqueles que se põem na postura de visados. É giro porque, as mais das vezes, não são de todo parte desse meu universo, meramente ficcional.
Não deixa, no entanto, de ser rico e até esclarecedor ter às vezes informação de estados de espírito e até de equívocos que provoco (sem perceber) nas pessoas das minhas relações extra virtuais.
Gosto de ter um blogue. Mas nem tudo o que escrevo corresponde àquilo que sou, quero ou faço.
Que fique claro, para quem me lê e, mais ainda, para quem gosta de mim.
Era só!
segunda-feira, janeiro 02, 2006
São 13h42'
Ainda não comi...
O meu corpo já pede jantar (quanto mais almoço)...
Estou esgotada!
Lufa lufa do caraças!!!
(deixo os cumprimentos e os beijos do Dia 2 assim, ao Deus dará...cada um agarre o seu, ok?)
O meu corpo já pede jantar (quanto mais almoço)...
Estou esgotada!
Lufa lufa do caraças!!!
(deixo os cumprimentos e os beijos do Dia 2 assim, ao Deus dará...cada um agarre o seu, ok?)
domingo, janeiro 01, 2006
2006
Começou bem!
Serenamente, no meio da confusão.
Calmamente, no meio da euforia.
Colorido, como o fogo de artifício que nos inundou os céus da capital.
Bom prenúncio!!!
(a todas e todos que me conseguiram mandar sms's e que não obtiveram resposta, explico que o 'engarrafamento' não o permitiu)
Bom Dia 1!
Serenamente, no meio da confusão.
Calmamente, no meio da euforia.
Colorido, como o fogo de artifício que nos inundou os céus da capital.
Bom prenúncio!!!
(a todas e todos que me conseguiram mandar sms's e que não obtiveram resposta, explico que o 'engarrafamento' não o permitiu)
Bom Dia 1!
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