Antes de Encerrar Isto Definitivamente
Tenho que descobrir quem é o Polux.
Se estiver vivo e se lembrar de mim, aparece.
Foram muito anos de "convivência virtual" mas sempre extraordináriamente rica.
Vá, diz qualquer coisa.
(se é que ainda te lembras desta porcaria)
Cada comentário teu, foi lido com a perplexidade duma néscia que te admira a escrita.
(Não me me esqueço da "Voz da Pedra", nunca...)
quinta-feira, janeiro 04, 2018
sábado, setembro 23, 2017
RUA
Fora de casa está a rua
Fora do conforto, está a coragem
Aí, na estrada que separa os passeios
Está a vontade de atravessar
Para um outro lado
O da esperança
A luta, a vontade, a resiliência
A determinação
Sabemos todos
Que não somo iguais
Que lutamos sempre
Por motivos diferentes
Em momentos terríveis
Daqueles que nos atam a mente
Está uma porta aberta
Agarrá-la impere
Há sempre a janela
Nota: Vivo num limbo...
Fora de casa está a rua
Fora do conforto, está a coragem
Aí, na estrada que separa os passeios
Está a vontade de atravessar
Para um outro lado
O da esperança
A luta, a vontade, a resiliência
A determinação
Sabemos todos
Que não somo iguais
Que lutamos sempre
Por motivos diferentes
Em momentos terríveis
Daqueles que nos atam a mente
Está uma porta aberta
Agarrá-la impere
Há sempre a janela
Nota: Vivo num limbo...
quinta-feira, abril 20, 2017
A Estrada
A dita é um abstracto
Uma ilusão
Uma confusão
Mas também um pacto
Percorrê-la é aventura
Desbravá-la um mistério
Cada desvio uma prova
Conquistá-la é coisa dura
No fim detudo só a sorte
A morte
Ou o destino
Com tino
Todos escolhemos o percurso
Todos temos o livre arbítrio
Não há arbitrariedades
Apesar do absurdo
De ir pelo lado errado
O poder em nossas mãos
Caminhando seguros
Seguindo
Olhando
Apreciando
Avaliando
Acolhendo-nos num momento nosso
No lugar certo
Que será perpétuo
Até que Deus queira
A dita é um abstracto
Uma ilusão
Uma confusão
Mas também um pacto
Percorrê-la é aventura
Desbravá-la um mistério
Cada desvio uma prova
Conquistá-la é coisa dura
No fim detudo só a sorte
A morte
Ou o destino
Com tino
Todos escolhemos o percurso
Todos temos o livre arbítrio
Não há arbitrariedades
Apesar do absurdo
De ir pelo lado errado
O poder em nossas mãos
Caminhando seguros
Seguindo
Olhando
Apreciando
Avaliando
Acolhendo-nos num momento nosso
No lugar certo
Que será perpétuo
Até que Deus queira
sexta-feira, março 10, 2017
quarta-feira, setembro 23, 2015
Devia Haver Os Bloggers Anónimos
Para aqueles que, como eu, não largam isto mesmo que seja um grande "NADA" que daqui sai.
Devia, digo eu.
Devia, digo eu.
domingo, julho 12, 2015
Das Surpresas Que Sabem a Felicidade
Ontem foi um dia maravilhoso.
Quem tem um "mais que tudo" como eu tenho, que levou dez dias a preparar-me a surpresa da minha vida no maior dos segredos, é abençoada.
António, este beijo enorme é especialmente para ti heart emoticon , mas também para todos os que alinharam no melhor presente que poderia ter recebido.
Quem tem um "mais que tudo" como eu tenho, que levou dez dias a preparar-me a surpresa da minha vida no maior dos segredos, é abençoada.
António, este beijo enorme é especialmente para ti heart emoticon , mas também para todos os que alinharam no melhor presente que poderia ter recebido.
Obrigada, do fundinho do coração!
Nota: os meus pais gostam muito de mim, pois que gostam, mas qualquer olhar mais atento, reparará que os pratos na parede enaltecem exageradamente esse amor, que é distribuido equitativamente por mais dois manos. Acontece que o amado, artista e pacientemente, conseguiu cobrir todos eles com fotos minhas, em diversas idades. Se isto não é AMOR...
(como sou muiiito original a foto fica de lado...nada a ver com nabice relacionada com o facto de não a conseguir por direita)
smile emotic
smile emotic
sábado, julho 04, 2015
7 Dias
E, depois, carrego mais um ano.
Não gosto.
Há muitos anos que desgosto disso e sei que é pena.
Minha e muita.
Pena, de não poder agradecer.
Não gosto.
Há muitos anos que desgosto disso e sei que é pena.
Minha e muita.
Pena, de não poder agradecer.
sexta-feira, junho 19, 2015
Curriqueirices
Das coisas mais deprimentes na vida, digo eu (pois, redundante, se escrevo estas palavras), é abrir um blogue velho e perceber que tudo o que contém são coisas curriqueiras, sem interesse nenhum e, mesmo assim, ainda não o fechei (em bom rigor, fi-lo, uma vez, mas infelizmente voltei)
quarta-feira, maio 27, 2015
Pois que, e tal...
Desapareci.
Muitas coisas más e assim.
Deixo-me estar, por aqui ou por ali, mas lendo...lendo o que faz parte deste meu mundo blogosférico que sinto meu pela longevidade que conto, pela idade provecta que me assiste.
Mais de resto, não me apetece explorar palavras. Mais de resto vou-vos lendo, Sim, vós sabeis quem são.
Então, e assim, e beijos, e desculpem o "e assim", que sei que é coisa horrorosa.
Desapareci.
Muitas coisas más e assim.
Deixo-me estar, por aqui ou por ali, mas lendo...lendo o que faz parte deste meu mundo blogosférico que sinto meu pela longevidade que conto, pela idade provecta que me assiste.
Mais de resto, não me apetece explorar palavras. Mais de resto vou-vos lendo, Sim, vós sabeis quem são.
Então, e assim, e beijos, e desculpem o "e assim", que sei que é coisa horrorosa.
quarta-feira, março 11, 2015
E Seria Hoje Mais Um Ano De Festa
E, depois, não foi.
Quase oito anos, Mousse, quase quase.
Faria hoje.
Não fez.
E, para que lá no Céu dos caninos nunca te esqueças, estás e estarás aqui, na tua casa, com as tuas pessoas para sempre.
(e até te sinto, palavra de honra desta pobre humana)
Quase oito anos, Mousse, quase quase.
Faria hoje.
Não fez.
E, para que lá no Céu dos caninos nunca te esqueças, estás e estarás aqui, na tua casa, com as tuas pessoas para sempre.
(e até te sinto, palavra de honra desta pobre humana)
sábado, fevereiro 07, 2015
domingo, janeiro 04, 2015
E Pronto
Dum dia atrás do outro, num calendário qualquer, chegamos a um outro ano, de novos digítos cuja novidade é só mesmo o rolar dos números, sempre em crescendo.
sexta-feira, dezembro 05, 2014
Bastonária da Ordem dos Advogados
Ou quando um acrónimo, no caso "BOA", se torna difícil de utilizar.
quinta-feira, novembro 27, 2014
Fazemos O Que Somos OU Somos O Que Fazemos?
Há alturas nas nossas fugazes vidas em que somos mesmo o que fazemos: as pessoas que escolhemos; os caminhos que seguimos; os momentos que valorizamos; os passos que percorremos.
Tenho muitos medos, muitos.
De sofrer por ser pouco sensata.
De me atirar de cabeça para precipícios que conheço d'outras eras.
De ter arriscado para além do que o meu pobre coração pode suportar.
É fraco, ele, o músculo que aqui bate.
E se me falha, se me falha deixarei algumas lágrimas por aí.
E isso faz-me pensar se alguma coisa vale mesmo a pena.
A pena que escreve aqui diz-me que "nim", o que é paradigmático quanto ao referido sobre o medo, sempre o Medo!
Tenho muitos medos, muitos.
De sofrer por ser pouco sensata.
De me atirar de cabeça para precipícios que conheço d'outras eras.
De ter arriscado para além do que o meu pobre coração pode suportar.
É fraco, ele, o músculo que aqui bate.
E se me falha, se me falha deixarei algumas lágrimas por aí.
E isso faz-me pensar se alguma coisa vale mesmo a pena.
A pena que escreve aqui diz-me que "nim", o que é paradigmático quanto ao referido sobre o medo, sempre o Medo!
Confissão
Confesso-me aqui, hoje:
Gostava muito do "TV Rural" e do Engº. Sousa Veloso (este verdadeiro, não como "certos" "outros" "alguns"), mas não pelo programa que apresentava que, convenhamos, era uma seca para crianças como eu, à altura. Gostava sim porque, e a seguir, viriam infalivemente os desenhos animados, a alegria suprema. Mas, curiosamnete, via o programa todo, todinho, à espera do "despeço-me com amizade" que achava, na inocência dos verdes anos, que era mesmo para mim e que, como tal, seria uma tremenda falta de educação não receber esse cumprimento.
É um bocadinho como na Missa, para quem celebra a Eucaristia percebe, sair antes do " Vamos em Paz e que o Senhor Nos Acompanhe".
Depois, depois acresce, que tenho pena, saudades, de tudo aquilo que começa a fazer-me perceber que as referências da minha infância/juventude partem, à rapidez dos momentos que eu própria vou partindo.
Não tenho quaisquer ilusões que, de facto, o tempo passa.
E que esse tempo me leva, minuto a minuto, para o outro lado.
Não tenho quaisquer ilusões que, de facto, o tempo passa.
E que esse tempo me leva, minuto a minuto, para o outro lado.
É aproveitar enquanto a simples existência dum coração que bate no meu peito me deixa a oportunidade de aproveitar.
Enquanto Há!
Enquanto Há!
segunda-feira, novembro 24, 2014
terça-feira, novembro 11, 2014
11 do 11
Os Livros
Há-os para todos os gostos e para todas as fases da vida.
Em pequena (e por pequena leia-se com 6 anos) recebi o Livro da minha vida: "A Menina do Mar" de Sophia de Mello Breyner.
Mal sabia juntar letras e, sendo assim, corria atrás das imagens maravilhosas que ilustravam a história.
Ainda tenho esse livro, cheio de rabiscos meus, coloridos, em cima dos originais.
Este livro marca o início dum percurso feliz com literatura variada. Quando já conseguia juntar as letras e perceber as palavras que formavam as frases que davam sentido a um enredo agarrei-me às colecções que havia lá por casa: 1. "Os cinco" (todos); 2. "Os Sete" (alguns, que comparado com os anteriores...enfim, pobrito); 3. Perry Mason, todos; 4. Esqueci-me de pôr aqui no meio a Banda Desenhada que também me acompanhou sempre, em paralelo com os anteriores, e que inclui a "Mafaldinha" do maravilhoso Quino, "Michel Vaillant", "Astèrix", "O Príncipe Valente"; "Tin-Tin", etecétera; 5. Todos os livros da Colecção " 2 Mundos" onde conheci Steinbeck (paixão), Pearl Buck, Leon Uris, Irving Wallace (paixão), Hemingway, e outros tantos; 6. Finalmente os portugueses (ok, ok, Sophia é meio/meio), que demorei a gostar e mais ainda a perceber o porquê de "ter de gostar", fazendo a maior parte deles o contante da lista dos "obrigatório ler" em contexto aula, no Liceu.
Depois, fora esses, há o António. O Lobo Antunes.
Aquele por cuja escrita me apaixonei pelas crónicas, com o qual amuei por causa de alguns livros impossíveis, e pelo qual me voltei a apaixonar quando o reli, com esforço diluido através das páginas.
A ele dedico este texto (sei, ridículo porque nem vai saber, que se lixe), por ser para mim o maior escritor vivo.
Em pequena (e por pequena leia-se com 6 anos) recebi o Livro da minha vida: "A Menina do Mar" de Sophia de Mello Breyner.
Mal sabia juntar letras e, sendo assim, corria atrás das imagens maravilhosas que ilustravam a história.
Ainda tenho esse livro, cheio de rabiscos meus, coloridos, em cima dos originais.
Este livro marca o início dum percurso feliz com literatura variada. Quando já conseguia juntar as letras e perceber as palavras que formavam as frases que davam sentido a um enredo agarrei-me às colecções que havia lá por casa: 1. "Os cinco" (todos); 2. "Os Sete" (alguns, que comparado com os anteriores...enfim, pobrito); 3. Perry Mason, todos; 4. Esqueci-me de pôr aqui no meio a Banda Desenhada que também me acompanhou sempre, em paralelo com os anteriores, e que inclui a "Mafaldinha" do maravilhoso Quino, "Michel Vaillant", "Astèrix", "O Príncipe Valente"; "Tin-Tin", etecétera; 5. Todos os livros da Colecção " 2 Mundos" onde conheci Steinbeck (paixão), Pearl Buck, Leon Uris, Irving Wallace (paixão), Hemingway, e outros tantos; 6. Finalmente os portugueses (ok, ok, Sophia é meio/meio), que demorei a gostar e mais ainda a perceber o porquê de "ter de gostar", fazendo a maior parte deles o contante da lista dos "obrigatório ler" em contexto aula, no Liceu.
Depois, fora esses, há o António. O Lobo Antunes.
Aquele por cuja escrita me apaixonei pelas crónicas, com o qual amuei por causa de alguns livros impossíveis, e pelo qual me voltei a apaixonar quando o reli, com esforço diluido através das páginas.
A ele dedico este texto (sei, ridículo porque nem vai saber, que se lixe), por ser para mim o maior escritor vivo.
António, ainda por cima...ou melhor, sobretudo!
quinta-feira, outubro 30, 2014
Outubro Acaba
E quase me esqueço que, há dez anos atrás, neste mês abri isto.
Comecei a escrever porque achava que era uma espécie de catarse possível, num momento de transição na minha vida.
E a verdade é que os blogues emergiam, nessa altura, como cogumelos, estando até na época deles, dos cogumelos.
Atrapalhei-me toda, no começo. Mantenho o registo de trapalhona, no contínuo.
Fechei isto durante uns tempos, guardando no entanto o que fui escrevendo.
Voltei depois, enfiei aqui tudo o que preenchia esse "gap" temporal, sem acesso aos comentários entretanto deixados.
E mantive o Semifrio (acrescentado-lhe um "7" para conseguir recuperá-lo, não sei bem porquê).
É uma porcaria? É.
É a minha porcaria? É.
Gosto dele, pronto.
E faz dez anos este mês!
Parabéns Semifrio, Quase Quente, parabéns!
Comecei a escrever porque achava que era uma espécie de catarse possível, num momento de transição na minha vida.
E a verdade é que os blogues emergiam, nessa altura, como cogumelos, estando até na época deles, dos cogumelos.
Atrapalhei-me toda, no começo. Mantenho o registo de trapalhona, no contínuo.
Fechei isto durante uns tempos, guardando no entanto o que fui escrevendo.
Voltei depois, enfiei aqui tudo o que preenchia esse "gap" temporal, sem acesso aos comentários entretanto deixados.
E mantive o Semifrio (acrescentado-lhe um "7" para conseguir recuperá-lo, não sei bem porquê).
É uma porcaria? É.
É a minha porcaria? É.
Gosto dele, pronto.
E faz dez anos este mês!
Parabéns Semifrio, Quase Quente, parabéns!
sexta-feira, outubro 24, 2014
Permitir-se Coisas
É de manhã
Acho
Não juro
Por estar escuro
Antes?
Presentes
Ardentes
Coisa de amantes
Solventes
Corpos fluentes
Forças desconhecidas
Emergentes
Desconcertantes
Há harmonias que só os corações entendem
Essas sentem-se
Simplesmente
Sem porques nem porquês
Resumo
Permitam-se Coisas
Porque Sim
Acho
Não juro
Por estar escuro
Antes?
Presentes
Ardentes
Coisa de amantes
Solventes
Corpos fluentes
Forças desconhecidas
Emergentes
Desconcertantes
Há harmonias que só os corações entendem
Essas sentem-se
Simplesmente
Sem porques nem porquês
Resumo
Permitam-se Coisas
Porque Sim
segunda-feira, outubro 20, 2014
Ai, O Amor!
O Amor tem "coisas e loisas"
Que nos toldam corpo e alma
Abalam crenças
E principalmente descrenças
Depois vem um calor
Bom, este ardor
Acordado lá de longe
Que ampara e recupera as coisas
E as loisas
Agora sem aspas
Que essas já não fazem sentido
As aspas
Porque é tudo muito aqui
Feliz e pleno, profundo
Mais, rejubilante!
(é, desculpem qualquer coisinha, mas a alguém apaixonado perdoa-se tudo, certo?)
Que nos toldam corpo e alma
Abalam crenças
E principalmente descrenças
Depois vem um calor
Bom, este ardor
Acordado lá de longe
Que ampara e recupera as coisas
E as loisas
Agora sem aspas
Que essas já não fazem sentido
As aspas
Porque é tudo muito aqui
Feliz e pleno, profundo
Mais, rejubilante!
(é, desculpem qualquer coisinha, mas a alguém apaixonado perdoa-se tudo, certo?)
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